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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NOVAMENTE EM PROGRAMA INTERNACIONAL DE CINEMA


Pelo quinto ano consecutivo, a Biblioteca Escolar D. Carlos I desenvolve atividades no âmbito do Plano Nacional de Cinema. O Plano Nacional de Cinema (PNC) está previsto como um plano de literacia para o cinema e de divulgação de obras cinematográficas junto do público escolar e pretende formar públicos escolares, despertando nos jovens o hábito de ver cinema, bem como valorizá-lo enquanto arte junto das comunidades educativas.

De referir que o Plano Nacional de Cinema é uma iniciativa conjunta da Presidência do Conselho de Ministros, através do Gabinete do Secretário de Estado da Cultura, e do Ministério da Educação e Ciência, pelo Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, e operacionalizado pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), pela Cinemateca e pela Direção-Geral da Educação (DGE).

A BECRE D. Carlos I associa-se assim às iniciativas de aplicação da "Nova Lei do Cinema" que preveem a divulgação de obras cinematográficas de importância histórica, e em particular das longas-metragens, curtas-metragens, documentários e filmes de animação de produção nacional.

Assim sendo, e uma vez que a Biblioteca Escolar D. Carlos I tem como missão a promoção das várias literacias: da leitura, da informação e dos media e acreditando que um programa para a literacia do cinema junto dos nossos alunos ajudaria a consolidar essa missão, a mesma decidiu integrar as oficinas do programa internacional "Cinema, Cem Anos de Juventude" como programa de reflexão pedagógica.




O projeto CINEMA CENT ANS DE JEUNESSE /CINEMA CEM ANOS DE JUVENTUDE, onde no presente ano letivo participam 43 oficinas de 16 países, é coordenado pela CINÉMATÈQUE FRANÇAISE e tem como parceiro cultural em Portugal a Associação *Os Filhos de Lumière com a Cinemateca Portuguesa em Lisboa.



As oficinas que tiveram o seu início em setembro de 2019 e decorrerão até ao final de junho de 2020, são animadas por um profissional de cinema, neste caso a Cineasta Nathalie Mansoux, em colaboração com uma Equipa Pedagógica, Professoras Cristina Didelet e Sandra Pratas, e nela participam alunos do 9.º A e 9.º E.


Ao longo do primeiro semestre, e de acordo com as *Regras do Jogo que são dadas a todos os participantes, os alunos realizaram primeiramente pequenos exercícios individuais. As Regras do Jogo são a base do que deverá ser pensado e posto em prática com cineastas, professores e alunos ao longo do ano, através de exercícios práticos, para que estes possam explorar e apropriar-se da questão a ser trabalhada este ano e que trata “AS SENSAÇÔES NO CINEMA”.


Estes exercícios culminarão no segundo semestre com a criação de um filme-ensaio coletivo, sempre em relação com a *Questão de Cinema do ano em curso, ou seja, as sensações.

De referir que a mesma é pensada e escolhida em cada ano em conjunto (pelos parceiros culturais dos 16 países e os coordenadores da Cinemateca Francesa) e a sua metodologia é trabalhada sob a coordenação pedagógica de Alain Bergala.


Antes de se passar à fase de realização deste *Filme-Ensaio coletivo, foi imprescindível o visionamento de excertos de filmes associados à realização dos exercícios, que ajudaram a precisar e a compreender a questão. E obviamente que ao longo destas oficinas será prática regular o visionamento dos excertos de filmes, a fim de estimular o questionamento e a criatividade dos alunos participantes. 


A apresentação dos filmes-ensaio dos alunos terá lugar no verão de 2020 na Cinémathèque Française em Paris, e contará com a presença dos professores, cineastas, parceiros culturais, mas também de pequenas delegações de alunos oriundos dos 16 países envolvidos: Alemanha, Argentina, Brasil, Bulgária, Chile, Colômbia, Espanha, França, Índia, Itália, Japão, Lituânia, México, Portugal, Reino Unido (Inglaterra e Escócia), e Uruguai.


De destacar as sessões de rodagem em que os nossos jovens cineastas tiveram oportunidade de se dividir em equipas técnicas e assumir o papel de realizadores de cinema e chamando a si a responsabilidade de todas as decisões técnicas e artísticas. Estas rodagens cumpriram o objetivo principal de tornar possível uma verdadeira experiência de cinema, levando os alunos a conseguir realizar um filme de que se sentem os autores.




Uma das directrizes deste programa é a de que os filmes realizados pelos alunos permaneçam próximos do seu universo de crianças e adolescentes, evitando-se por exemplo que as crianças façam papéis de adultos.

A meta é a de exprimir qualquer coisa de «verdadeiro» sobre os seus lugares e hábitos de vida.



Também, para guardar um registo das suas jornadas cinematográficas e ajudá-los a refletir sobre as suas abordagens, os alunos são convidados a exprimir-se de duas maneiras :   ou através do Caderno de Cinéma, Cent Ans de Jeunesse, ou outro caderno, que pode ser utilizado na sala de aula ou em casa, caderno no qual eles podem lançar notas pessoais como se se tratasse de um diário, ou ainda através de entradas no blogue da Cinémathèque française disponível em http://blog.cinematheque.fr/100ans20192020/.


Um outro objetivo a perseguir será o de que cada oficina se apresente, comunique e estabeleça um verdadeiro intercâmbio com as outras 11 oficinas de Portugal bem como com as dos restantes países ao longo de todo o ano. 


Lembramos que este programa faz parte das Academias do Conhecimento promovidas pela Fundação Calouste Gulbenkian e também do projecto O Mundo À Nossa Volta, apoiado pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual e pelas Câmaras Municipais dos municípios envolvidos, vários selos de indubitável qualidade cultural e didática.


Também sem dúvida que esta participação assegurará uma experiência imorredoira para todos quantos nela participaram!




terça-feira, 19 de novembro de 2019

BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO LISBON & SINTRA FILM FESTIVAL DE 2019

Dando cumprimento às atividades do Plano Nacional de Cinema, pelo quinto ano consecutivo
implementado pela Biblioteca Escolar D. Carlos I, nos dias 18, 19 e 21 de novembro de 2019, participaram na 13.ª Edição do Lisbon & Sintra Film Festival (LEFFESTE), as duas salas do Jardim de Infância, 38 alunos do 1.ºCiclo, todas as turmas do 9.º ano bem como duas turmas dos Cursos de Educação e Formação da E.B. D. Carlos I.







Assim, para além da sua extensa programação, aberta ao público em geral, o LEFFEST organizou, do ensino pré-escolar ao ensino secundário, um conjunto de sessões especialmente dedicadas à comunidade no âmbito do projeto "Serviço Educativo".

Assumindo a sua importância e responsabilidade na formação e desenvolvimento do público infantil e juvenil, o festival pretende, através deste programa, proporcionar momentos de fruição, reflexão e discussão do cinema, estimular o gosto artístico e o pensamento crítico.







No que concerne ao Jardim de Infância, Pré-Escolar e 1.º Ciclo, a proposta deste ano do projeto "Serviço Educativo" assentou, no visionamento da série de televisão para crianças, intitulada “AS COISAS LÁ DE CASA”, um conjunto de pequenas histórias cantadas em plasticina cujas personagens principais são, precisamente, as coisas lá de casa: a tesoura e a agulha, a roupa e a corda, o lápis e a borracha...


No escurinho do Centro Cultural Olga Cadaval, os mais pequenos tiveram ainda a oportunidade de assistir a “DODU – O RAPAZ DE CARTÃO” (argumento de Alexandre Honrado e Virgílio Almeida) que retrata as peripécias de um sensível rapaz de cartão faz-de-conta que vive numa cidade hostil para as crianças mas que, na companhia da sua amiga Joaninha e graças à sua prodigiosa imaginação, consegue criar mundos maravilhosos habitados por criaturas invulgares que o ajudam a lidar com as suas emoções e a crescer.

O autor destas deliciosas aventuras é nada mais, nada menos, do que um Sintrense nascido na Amadora em 1966: José Miguel Ribeiro.

Para além de realizador, José Miguel Ribeiro é ainda ilustrador e professor. Em 1995, o seu filme “A Suspeita” recebeu inúmeros prémios, entre os quais o Cartoon D’Or 2000. Em 2012 funda em Montemor-o-Novo, em conjunto com Ana Carina Estróia, a produtora “Praça Filmes”. Nos anos mais recentes realizou a série de televisão para crianças, intitulada “As Coisas Lá de Casa” e as curtas-metragens “Passeio de Domingo”, “Viagem a Cabo Verde” e “Estilhaços”. Esta última foi selecionada para competição no Festival de Cinema de Locarno 2016 e recebeu o prémio melhor filme documentário em Clermont-Ferrand 2017.

Atualmente desenvolve o projeto de longa-metragem de animação “Nayola”, com argumento de Virgílio Almeida, baseado na peça “A Caixa Preta”, de José Eduardo Agualusa e Mia Couto.



Na tarde do dia 19 de novembro foi a vez de os alunos do 9.º ano assistirem a Linhas Tortas de Rita Nunes (Lisboa, 1974). Formada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, a cineasta produziu e realizou em 1997 Menos Nove, sua primeira curta-metragem. Atualmente a trabalhar como realizadora de publicidade, assinou ainda os telefilmes produzidos por Paulo Branco para a RTP1 Contas do Morto (2000) e Só Por Acaso (2002).

O filme dá a conhecer Luísa – uma jovem atriz  –  que graças a um encontro acidental no Twitter se encanta por António – escritor e jornalista, que, usando Rasputine como nome de perfil, está nesta rede social sem revelar a sua identidade. A relação entre ambos, sempre virtual, torna-se o centro das suas vidas. António não resiste à juventude e graça de Luísa, Luísa reconhece em Rasputine a primeira concretização dos seus idealismos amorosos. Decidem encontrar-se. Mas António tem um acidente a caminho desse encontro e deixa Luísa à espera…

No final desta história do século XXI, pejada de enganos amorosos e do desenleio desses enganos, sempre arrastada pela força maior do acaso, os alunos tiveram ainda o privilégio de estabelecer uma conversa com a realizadora Rita Nunes, a atriz Joana Ribeiro e advogada Carmo Afonso, responsável pelo argumento, e que em primeira mão deram a conhecer a sua visão da obra e responderam às muitas questões que lhe foram colocadas.

Mais uma vez o Serviço Educativo cumpriu os seus objetivos de trazer o cinema a todas as idades e encorajar a participação ativa da comunidade.

  

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO PROJETO INTERNACIONAL DE CINEMA "O MUNDO À NOSSA VOLTA"

Tiveram hoje início na Biblioteca Escolar D. Carlos I, as oficinas do projeto  "O Mundo À Nossa Volta" integrado no programa internacional CINEMA CENT ANS DE JEUNESSE /CINEMA CEM ANOS DE JUVENTUDE.


Nathalie Mansoux, Cineasta, e Sann Gusmão, Responsável Audiovisual, apresentam a Questão de Cinema e as Regras do Jogo
As mesmas decorrerão até ao final de junho de 2020 e serão animadas por um profissional de cinema, neste caso a Realizadora de Cinema Nathalie Mansoux, em colaboração com uma Equipa Pedagógica, Professoras Cristina Didelet e Sandra Pratas, e nela participam alunos do 9.º A e 9.º E.


De referir que o programa internacional CINEMA CENT ANS DE JEUNESSE /CINEMA CEM ANOS DE JUVENTUDE, onde no presente ano letivo participam 43 oficinas de 16 países, é coordenado pela CINÉMATÈQUE FRANÇAISE e tem como parceiro cultural em Portugal a Associação *Os Filhos de Lumière com a Cinemateca Portuguesa em Lisboa.