quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DO MÊS DAS BE 2015




No âmbito das Comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares decorreu no mês de outubro o habitual Concurso de Escrita Criativa subordinado ao tema "Uma Biblioteca muito interessante".

O Vencedor do Concurso foi o aluno Diogo Manuel Pinto de Sousa, n.º 24 do 5.º E, embora esta tenha sido muito uma vitória muito renhida ao nível da participação dos alunos do 5.º ano, como poderão constatar nestes deliciosos textos que não resistimos a partilhar.


A Super-Biblioteca


Na biblioteca da minha escola acontecem coisas de magia e de fantasia. Eu entro na biblioteca e “O Pássaro da Cabeça” anda à solta. E eu penso para mim: “Mas que raio se passa aqui?” E ao virar da esquina tenho a explicação: um menino sentado a ler “O Pássaro da Cabeça”!
Enquanto ele lia, outros poemas saíam para espalhar alegria e faziam a sua magia. Gargalhadas ouviam-se; é claro que o livro das anedotas fazia as crianças rir! Para elas não era trabalho, todos os livros só existem para divertir.
Quando os livros são fechados, as criaturas que lá vivem esperam que mais uma criança os vá ler.
Um menino medo do vilão tinha, mas os heróis lhe disseram:
- Os vilões não são maus, basta conhecê-los melhor e serão amigos.
E o menino lia e relia, via e voltava a ler e os poemas contentes a viver. Com um punhado de leitura derrotamos o aborrecimento.
Esta é a biblioteca da minha escola!
Diogo Manuel Pinto de Sousa, n.º 24, 5.º E
Vencedor do 1.º Lugar

A Super-Biblioteca


Na minha escola existe um paraíso muito engraçado, a biblioteca…Quando eu cheguei a esta escola, conheci os meus amigos todos num lugar perfeito: a biblioteca. Quando eu vou lá, sinto que cresci lá, que estou a viver lá e que posso ser tudo o que eu quiser.
Hoje fui à biblioteca imprimir uma ficha e requisitar três livros: “A Avó da Biblioteca”, “A Assombrar a Biblioteca” e “A Minha Vida na Biblioteca”, estes livros são muito giros.
Ontem, quando fui à biblioteca vi um mocho, tudo da minha imaginação. Achei mágico! De repente a minha professora disse-me para ir para a Sala do Conto e eu fui. Vi lá um alce, umas borboletas e outras coisas que eu inventei, que quero inventar e disse para toda a gente ouvir que esta biblioteca era super-mágica! Conheci lá toda a gente que conheço desta escola maravilhosa… Quando toda a gente ficou a olhar,fiquei emocionada…
Hoje vou à biblioteca devolver os três livros que requisitei no outro dia e irei ficar por lá a sonhar, a imaginar, a olhar e a pesquisar coisas mágicas.
Eu vim há cinco anos a esta biblioteca e vi um dicionário que tinha borboletas, bolas e palavras esquisitas, como “fogaréu”, que quer dizer “chama grande; recipiente de metal para pôr fogo”.
Hoje adormeci na biblioteca, mas quando acordei o edifício estava a voar, a salvar o mundo e aí tornou-se a “Super-Biblioteca”.
Filipa Maria Silva de Abreu Vivaldo, n.5, 5.º E

A Super-Biblioteca



Adoro a biblioteca da minha escola! Quando lá entro os meus olhos enchem-se de cor, alegria e começo a pensar “Tantos livros por ler, tantas coisas para fazer!" Sento-me numa cadeira e tiro um livro da prateleira; abro-o e dentro dele vejo um novo mundo, uma nova aventura. Começo a lê-lo e entro, como por magia, noutro mundo, não penso em mais nada e vivo uma nova aventura! Quando acabo, ponho o livro no carrinho e passa a bibliotecária que me diz carinhosamente “Olá.” De repente lembro-me que tenho trabalhos de casa na mochila e começo a fazê-los, pois os conhecimentos também são importantes, e penso para mim mesma: “Se os acabar rapidamente, ainda posso ver um filme. Finalmente, acabo-os, passam os meus colegas e digo-lhes:
- Querem ver um filme?
Eles dizem que sim, inscrevemo-nos e vamos ver um filme.É assim que é uma biblioteca e a melhor mesmo é a da minha escola!
Filipa Esteves Quadrilheiro, n.º 11, 5.º E

A Super-Biblioteca

Esta é a história de uma biblioteca mágica. Como o próprio nome indica, ela é uma biblioteca cheia de magia. Aquela biblioteca é única, tem paredes de ouro e só eu, mas só eu, é que consigo entrar lá dentro. Eu adoro aquela biblioteca, passo lá dia e noite, é a minha casa.
Eu sempre gostei de ler e lá existe um número infinito de livros, todos ao meu gosto. Mas há uma coisa que ainda ninguém sabe, é que aquela biblioteca é mágica!
O meu livro preferido é “O Feiticeiro” e, sempre que eu o abro, aparece Mário, o feiticeiro. Mário diz que eu também sou um feiticeiro e, por isso e muito mais, ele sempre foi o meu companheiro. Na verdade ele é o meu melhor amigo e se alguém tentar entrar sequer naquela biblioteca, ele protege-me a mim e a todos os livros que lá existem, porque afinal ele é o guardião da biblioteca mágica.E é por isso que eu lhe chamo a “Super-Biblioteca”.

Beatriz Oliveira e Carmo Oliveira, n.º 3, 5.º E

A Super-Biblioteca


Olá! Eu chamo-me Matilde e gosto muito da minha escola nova. A biblioteca da minha escola é muito “fixe” e interessante; as senhoras ajudam-nos a procurar livros, se nós precisarmos, e até a fazer os TPC’s, se tivermos dúvidas. Eu e algumas amigas minhas vamos à biblioteca fazer trabalhos no computador e, muitas vezes, fazer mesmo os trabalhos da escola.
Na minha escola antiga, quando andava no primeiro ciclo, eu tinha lá uma biblioteca, mas era muito pequena. Quando passei para esta escola, para o segundo ciclo, disseram-me que havia uma biblioteca muito maior do que a que eu tinha na escola antiga.
A biblioteca tem uma Sala do Conto e muitos livros giros, mas o que eu gostei mais foi do “Pássaro da Cabeça”, é muito bonito. 
E se querem um conselho, leiam todos os livros que puderem, porque são muito interessantes e faz muito bem ler.
Matilde de Campos Palha, n.º 16, 5.º E

A Super-Biblioteca


Gonçalo odiava tudo o que tivesse a ver com escola. Uma das suas maiores paixões era as guloseimas (bolos, rebuçados, bolachas, …) e, para não desmoralizar ia ao bar da escola todos os dias, onde podia seleccionar todos os petiscos que quisesse. Mesmo ao lado do bar da escola havia um sítio que Gonçalo achava medonho! Esse sítio era a biblioteca. O rapaz não sabia como, mas todas as pessoas que lá entravam saíam felizes. Todos os dias um pensamento amedrontava o pequeno rapaz: ele sentia que havia algo dentro de si que o levava a pensar que, pela primeira vez, tinha de experimentar ir à biblioteca; para ele aquele pensamento era inválido! Mas esquecia-se logo deste pensamento, saboreando um petisco inigualável.
Certo dia a sua professora de Português mandou-o fazer um trabalho tão extenso, tão extenso, tão extenso que Gonçalo estava desesperado, pois só havia um sítio em que podia fazer aquele trabalho: a
biblioteca!
Passados dois dias, Gonçalo, depois da hora do almoço, entrou na biblioteca. Lá estava a sua professora de Português, impassível. Entrando na biblioteca, lançou um sorriso tentando que parecesse o mais agradável possível. A professora olhou para ele e retribuiu-lhe o sorriso.
Então sentiu que ali poderia finalmente fazer o seu trabalho.
Martim Alves Cabral, n.º 25, 5.º E


A Super-Biblioteca

Há muitos anos Gustavo criou uma biblioteca. Decorou-a com muito cuidado, com luzes e bolas, até com uma árvore de Natal. No entanto havia uma senhora que desconfiava de tudo, era uma senhora muito má.Gustavo andava muito contente, porque logo no dia em que a biblioteca abriu fez mil euros.
Passados alguns dias a senhora já tinha tudo planeado. Eram seis horas da manhã quando se pôs a caminho da biblioteca. Quando chegou à porta, tentou entrar por um local escondido que só ela conhecia. Já dentro da biblioteca a senhora começou a mexer em tudo o que podia: mas luzes, nas bolas, nos livros… A única coisa em que ainda não tinha mexido era na árvore de Natal, porque esta tinha poderes mágicos;só Gustavo sabia o que podia acontecer e esse era o segredo da biblioteca.
Então a senhora, já com muitos livros na mão, estava a ir-se embora quando tropeçou, bateu com a cabeça na árvore e viu uma porta abrir-se ao seu lado. Entrou e voltou a mexer em tudo o que podia, até que encontrou o livro misterioso. Largou tudo o que tinha na mão e só ficou com esse livro. Voltou o mais depressa que podia e, quando chegou a casa, leu o livro milhares de vezes. Ao ler aquele livro, a senhora percebeu que a riqueza não interessava, o que interessava era ter amigos.
No dia seguinte foi falar com Gustavo e ele ficou ainda mais contente por alguém ter descoberto aquele livro. A senhora ficou a trabalhar com ele e, hoje em dia, aquela biblioteca é a melhor do mundo

Guilherme Beirão Paulo, n.º 12, 5.º E


A Super-Biblioteca


Uma biblioteca tem várias secções. Esta de que vou falar é constituída por muito interesse e estudo. Esta biblioteca tem umas nove secções, cada uma no seu cantinho; de um lado podem estar grandes livros e enciclopédias, mas do outro podem estar uns livros para crianças e jovens e, quem sabe, se não foram escritos por António Torrado, Sophia de Mello Breyner ou mesmo Luísa Ducla Soares.
Uma biblioteca também tem de ter uma secção de lazer, com televisão, filmes, sofás para descontrair um pouco a ver um filme de romance, comédia, terror, ação, aventura ou mesmo animação ou ficção
científica. Não pode deixar de ter a secção de informática, onde existem inúmeros computadores para as pessoas poderem desfrutar dos seus recursos.
Na minha biblioteca, também existe uma secção onde há enciclopédias, dicionários, jornais e revistas, que são vistos e revistos “tim tim por tim tim”. Em cada livro é posto um autocolante que depois vai
servir para identificar o livro na sua respetiva prateleira.
Bem, na verdade a “Super-Biblioteca” de que eu falei é a da minha escola!

Afonso Antunes Marcelino, n.º1 do 5.º E


A biblioteca do futuro e o diário do passado


Estava uma manhã soalheira e Anabela tinha acabado de acordar. Tinha que ir mais cedo para a escola, pois o pai tinha de substituir um colega que se constipara. Vestiu-se, tomou o pequeno-almoço e foi para o carro ter com o pai:
– Então Anabela, o que vais fazer nas próximas horas?
– Não sei, como só entro à uma e meia , talvez vá dar uma volta pela escola a ouvir música.
– Devias ir estudar… ou ler!
– Para quê? Matei-me a estudar este fim-de-semana, e ainda não entendi qual é a piada de ler. – Respondeu Anabela enquanto lhe dava um beijo rápido e se dirigia para o portão da escola. 
Anabela entrou e ficou perplexa ao reparar que se esquecera de pôr o telemóvel a carregar.  « Pôxa. Andar por aí vai ser uma seca» pensou. E nesse preciso momento lembrou--se de ir até à biblioteca. Nunca lá tinha estado, era aliás o único sítio da escola onde ela ainda não tinha entrado, para além dos balneários dos rapazes, claro. 
Foi até ao pavilhão principal e reparou numa pequena inscrição na porta da biblioteca onde se podia ler: "Estamos em 2050 mas os livros continuam a viver na sua época". Para ela aquilo não fazia sentido… Pôs a mochila na prateleira e foi até às estantes, olhou para o relógio e reparou que ainda faltavam cinco horas para começarem as aulas, e foi então que reparou: no chão debaixo da estante, havia um caderno velho e gasto. Pegou-lhe, abriu a primeira página e reparou que afinal era um diário duma aluna do ano letivo de 2014/2015. A aluna chamava-se Bárbara Martins Saiote Ferreira. Enroscou-se e começou a ler. Quando acabou já tinham passado quatro horas e foi almoçar ao bar.
Pouco tempo depois as três melhores amigas de Anabela, Maria, Diana e Sara foram ter com ela e perguntaram-lhe:
- Bela, fizeste o trabalho p’rá stora de Português?- 
-Qual trabalho? – perguntou Anabela aflita.
- O de leres um texto de um diário, fazeres um resumo da história e dares a tua opinião. –  Respondeu Maria.
- É claro que não fez, ela nunca foi à Biblioteca e detesta ler! – disse Diana.
- Por acaso até fiz- argumentou Anabela.
Espantadas perguntaram-lhe que livro escolhera, mas Anabela não disse nada e foi com elas para a aula.
Quando acabaram de escrever o sumário, a professora chamou a Anabela, que era a primeira da lista, ao quadro para apresentar o seu trabalho.
- Hoje de manhã encontrei este caderno debaixo de uma das estantes da Biblioteca escolar, e descobri que este caderno é o diário de uma antiga aluna, do ano letivo de 2014-2015, chamada Bárbara Martins Saiote Ferreira e ela neste diário escreve que ... mas depois conseguiu que ... gostei muito porque assim percebi o modo de pensar de uma aluna de outros tempos, cá da escola. Descobri também que agora esta escola se chama TecnoAndroid mas antigamente se chamava D. Carlos I.
Anabela regressou ao seu lugar e pensou que no dia seguinte iria novamente à biblioteca escolar. Que outros tesouros do passado esperariam por ela nesta Super Biblioteca?

Sílvia Grilo do 7.º Ano

Uma biblioteca sem livros


Era uma vez, uma biblioteca onde não havia livros, estes tinham sido substituídos por tablets, neles estavam guardadas todas as obras literárias que existiam.
Há muitos anos que não havia livros nesta biblioteca. Aliás, os livros eram considerados peças de museu. O desaparecimento dos livros fez com que surgissem mesmo alergias ao papel pois as pessoas deixaram de o usar e em vez disso passaram a escrever e a desenhar nos tablets.
Isto foi um grande problema para as fábricas de papel, de material escolar, de livros…., a maioria das pessoas deixou de pintar, pois a telas eram muito caras. Deixou de haver aulas de Educação visual. As aulas de Português continuaram, mas já não eram a mesma coisa. Sem a caneta e o papel a caligrafia desapareceu, pois todos os tablets tinham escrita inteligente. Todos os que trabalhavam na fábrica de papel foram para a rua, o que fez com que a taxa de desemprego aumentasse brutalmente.
Os únicos a beneficiar disto foram as árvores, mas talvez a Humanidade merecesse este castigo por tudo o que lhes fizeram de mal e depois de tudo o que algumas sofreram com os seus comportamentos.

E cá estamos nós outra vez na biblioteca dos tablets, sem livros. Qual será o cheiro do papel? Como será tocar no papel? Não sei se algum dia saberei!

José Lourenço, n.º 12 do 9.º D

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Apresentação do livro Sr. Empreendedorismo nas EB1 da Várzea e Eb1 de Lourel

A convite da BECRE D. Carlos I e sob orientação da Betweien, decorreram dia 21 de novembro de 2015 duas sessões de apresentação do livro O Sr. Empreendedorismo de Narciso Moreira com ilustrações de Ana Sofia Leite, a primeira na EB1 da Várzea e a segunda na EB1 de Lourel.




Depois de um pequeno jogo em que os alunos soletraram a difícil e comprida palavra EMPREENDEDORISMO, e de seguida a colaram no quadro juntando sílabas coloridas, chegou o momento de, através de uma história muito simples, compreender noções algo complexas como a ideia de competências – o que nos ajuda a fazer melhor as coisas; como ter iniciativa – limpar o quarto antes de os pais nos pedirem-; ou ter capacidade de liderança – ser quem decide as brincadeiras.
Ao longo de uma conversa simples entre o Sr. Empreendedorismo e Maria Menina, conceitos como resiliência, inovação, determinação, trabalho em equipa, gestão do risco, tornaram-se facilmente acessíveis para alunos do 3.º e 4.º anos.

E afinal o que é o Empreendedorismo?

Ser empreendedor não passa só por abrir uma empresa, é uma forma de estar na vida e de ser. Ser empreendedor é ser capaz de pensar e fazer acontecer! Aliás, como se diz no livro, quem pensa mas não concretiza as suas ideias é apenas um idiota.

Depois de debatidos estes novos conceitos os alunos tiveram ainda de seleccionar situações empreendedoras através de um jogo [Pensar_Agir_ Empreender] que está também disponível no site da Academia do Empreendedorismo e em que cada parte explora uma das competências trabalhadas.


Esta foi mais uma das actividades inseridas nas comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares da BECRE D. Carlos I e que certamente em muito terá contribuído para o desenvolvimento das competências literácitas dos nossos alunos.

EB1 da Várzea:



EB1 de Lourel:

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

RICHARD TOWERS NA BECRE D.CARLOS I

No âmbito das comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares, a BECRE D. Carlos I recebeu a visita de Richard Towers, o genial criador do livro objeto.

Ao longo do dia 15 de outubro de 2015, o escritor e editor esteve à conversa com os alunos do 7.º E; 7.º G; 8.º A; 8.º B; 8.º C; 8.º F, 8.º G; e 8.º E. 


Richard Towers é não somente escritor como também músico, editor, artista e mentor da​ Neoma Produções. Para além de tudo isto​,​ Richard Towers é o responsável por um conceito inovador no mundo da edição: o livro-objeto. ​ O livro-objeto tem por princípio definidor a atribuição de dupla funcionalidade ao livro, fazendo deste um objeto com utilidade para lá do seu principal objetivo: a leitura. 



Os alunos tiveram a oportunidade de saber mais sobre este conceito e aguçaram a sua curiosidade sobre o conteúdo dos fantásticos livros apresentados pelo escritor convidado.


Richard Towers voltará brevemente à nossa escola, mas agora para um encontro com os alunos do 1.º Ciclo onde apresentará o seu mais recente projeto destinado ao público infantil:


Também ele um livro objeto - é um magnífico livro-relógio que, para além de conter uma fantástica história, pode ser utilizado como relógio de parede. Se quiserem ficar a saber mais sobre este novo projeto cliquem nesta imagem!



Já disponível na nossa biblioteca!




quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Formação de Utilizadores para todos os 5.º s anos

No âmbito das atividades do Mês das Bibliotecas escolares e a exemplo de anos anteriores decorreram na Biblioteca Escolar, de 6 a 14 de outubro de 2015, três sessões de Formação de Utilizadores dirigidas a todas as seis turmas do 5.º ano da EB D. Carlos I.

A partir da distribuição e exploração do documento Guia do Utilizador,  os alunos ficaram a conhecer as várias zonas funcionais da Biblioteca Escolar bem como os serviços e recursos que a mesma disponibiliza.

Os alunos tiveram ainda a oportunidade de conhecer as regras de comportamento e de utilização da Biblioteca Escolar e, através da realização de um jogo de caça ao livro, conhecerem de forma simplificada a organização da Biblioteca por cores e números de acordo com as regras de CDU - Classificação Decimal Universal.

Para além da formação de utilizadores, os alunos do 5.º ano foram conduzidos numa viagem no tempo até aos primórdios das Bibliotecas na antiga Mesopotâmia, mais especificamente em Ninive, passando pela mítica biblioteca de Alexandria, e de volta às mais avançadas bibliotecas digitais da era contemporânea.


Todos os alunos foram ainda informados das atividades mensais dinamizadas pela Biblioteca Escolar dirigidas a este ciclos de ensino, nomeadamente “A caça ao Erro”; “O Problema do Mês”; " Quebra-Cabeças"; “O Escritor do Mês”, para além das atividades periódicas tais como as exposições, os concursos de escrita criativa e tantos outros.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Encontro com Rodolfo Castro, o pior contador de histórias do mundo!

"A leitura e a narração oral colocam enormes desafios para quem lê e quem conta, e estes desafios estimulam o desenvolvimento da imaginação, qualidade essencial para a dinâmica social, laboral e cultural de uma comunidade em crescimento.


A leitura é um bem e um direito, e ouvir e contar contos faz parte essencial da cultura humana. A leitura dá-nos olhares e ferramentas para uma melhor interpretação da realidade e ajuda-nos a ser mais analíticos e mais críticos.
A narração oral transforma o facto lido ou narrado num acontecimento significativo, lúdico e comunicativo de primeira ordem." 
Rodolfo Castro


Ao fim de duas sessões a contar histórias num silêncio só pontuado pelo soltar das gargalhadas, Rodolfo Castro, comprovou as suas palavras e demonstrou que ler e contar histórias são de facto, a nossa maior hipótese de construção do conhecimento.

Apresentando-se como o pior contador de histórias do mundo, feito que tentou e não conseguiu, é difícil fugir à ideia de que Rodolfo Castro é sem dúvida o melhor contador de histórias do mundo, pelo menos do mundo que conhecemos, com a sua expressividade ímpar aliada a um trabalho corporal e vocal burilado pelas muitas e muitas histórias que tem contado ao longo dos anos.

Com uma plateia ao rubro Rodolfo Castro prometeu voltar. Assim, no dia 18 de dezembro e em jeito de prenda de Natal antecipada, serão os alunos dos Cursos EFA do Estabelecimento Prisional de Sintra os felizes contemplados com a presença desta figura que esperamos que nunca desapareça das nossas comunidades, a do contador de histórias, já que, como diz Rodolfo Castro, educar sem histórias é educar mal. 


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) 2015

"Aproxima-se outubro, o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) e, com ele, mais uma oportunidade para as bibliotecas demonstrarem amplamente a importância que têm na vida das crianças e jovens, pelo trabalho que desenvolvem nas áreas da leitura e das literacias, no acesso à cultura e no desenvolvimento da cidadania.
O tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para 2015 é: 

A Biblioteca Escolar é super! 

(tradução adotada pela Rede de Bibliotecas Escolares).

O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 26 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, para 2015."

Conheçam agora o cartaz daBECRE D. Carlos I para o mês de outubro recheado com muitas leituras e muitos encontros com livros e escritores!


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

APRESENTAÇÃO DA BECRE AOS NOVOS ALUNOS DO 5.º ANO

Decorreu no dia 18 de Setembro a já habitual apresentação da Biblioteca Escolar do Agrupamento D. Carlos I aos alunos do 5.º ano.

Tal como no ano anterior, esta primeira visita integrou-se num périplo organizado especialmente para que estes novos alunos tomassem conhecimento das instalações e serviços fornecidos pela escola. Em cada uma das estações os alunos foram convidados a participar numa pequena atividade lúdico-didática.

Sendo na sua maior parte novos alunos da EB D. Carlos I, muitos traziam uma lágrima escondida ou alguma ansiedade torcia-se nas mãos transpiradas. O melhor remédio para estes males de alma foram nada mais nada menos do que música e pó de estrelas!

De olhos, ouvidos e coração aberto, os pequenos convidados ouviram a história encantadora de uma fada musical que queria saber por que motivo chorava a lua. No fim desta história mágiva, intercalada com a audição de Mozart, Beethoven e Chopin, os nossos convidados foram abençoadas com estrelas mágicas que alguns chegaram mesmo a guardar no estojo para durarem até ao fim do ano letivo, estrelas para não ter medo, estrelas para fazer amigos, estrelas para estar com atençaõ, estrelas para ter vontade de estudar, estrelas para ter conhecimento, e muitas estrelas para sonhar e ser feliz!

Um bom ano, cheio de proveitosas leituras, é pois o desejo da equipa da BECRE D. Carlos I!



quarta-feira, 8 de julho de 2015

PARLAMENTO DOS JOVENS 2015 _ REPORTAGEM DE VÍTOR MACIAS DO 9°D

O programa Parlamento dos Jovens, da iniciativa da Assembleia da República, dirigida às escolas e alunos de todo o país, teve este ano como tema “Combater o Insucesso Escolar” e decorreu, como habitualmente, em três fases/sessões distintas: a Sessão Escolar (com a eleição de deputados jovens por cada escola e a aprovação de um Projeto de Recomendação sobre o tema em debate), a Sessão Distrital e, finalmente, a Sessão Nacional, que se realizou na Assembleia da República nos dias 4 e 5 de maio de 2015.

Os objetivos principais do programa Parlamento dos Jovens são os seguintes:

Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política;
Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetam o seu presente e o futuro individual e coletivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político;
Dar a conhecer o significado do mandato parlamentar e o processo de decisão da Assembleia da República, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses;
Incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria.

No decorrer da edição deste ano, que comemorou os 20 anos do Parlamento dos Jovens, e após um processo eleitoral em que participaram diretamente 60 candidatos a deputados jovens, distribuídos por 6 listas, foram eleitas à Sessão Distrital as alunas Rita Marques (8º F) e Catarina Almeida (9ºF), que foram acompanhadas pelo aluno Gonçalo Homem (8ºE), eleito numa reunião distrital para a Mesa da Sessão Distrital. Graças à qualidade do Projeto de Recomendação aprovado na Sessão Escolar, e ao brilhantismo do seu desempenho, as alunas Rita Marques e Catarina Almeida obtiveram o 1º lugar na Sessão Distrital e,  desse modo, foram eleitas para a Sessão Nacional, que se realizou na Assembleia da República, sobre a qual se publica a reportagem anexa, elaborada pelo aluno/jornalista Vítor Macias (9ºD).


Professor Ricardo Silva



Mais detalhes e informações sobre o programa Parlamento dos Jovens em: http://app.parlamento.pt/webjovem2015/index.HTML



terça-feira, 16 de junho de 2015

UMA TENDA DE HISTÓRIAS ...NO ARRAIAL DA EB D. CARLOS I 2015

O dia 12 de junho de 2015 foi a data escolhida para a EB D. Carlos I celebrar a sua festa de final de ano, o já habitual Arraial.
A BECRE aliou-se a esta celebração dinamizando uma Tenda de Histórias. Ao contrario de muitas barraquinhas onde se adquiriam peças de artesanato, produtos agrícolas, bolos caseiros e muitas outras iguarias, aqui tudo era de graça. "Quanto custa ouvir uma história? Nada?! Então quero ouvir duas se faz favor! E depois também posso fazer um desenho?"

O Arraial da D. Carlos I fechou com chave de ouro um ano de muito trabalho mas de muitas recompensas. Agora, resta-nos desejar a todos os nossos estimados leitores umas ótimas férias de verão com muitas e inesquecíveis leituras!




sexta-feira, 5 de junho de 2015

LUÍSA DUCLA SOARES NA EB D. CARLOS I

Dia cinco de junho, sexta-feira dourada, os alunos da EB1 da D. Carlos I receberam finalmente a tão aguardada visita da grande escritora Luísa Ducla Soares. Apesar de agora estar reformada, não encontra descanso, passando a maior parte dos seus dias nas escolas e nas bibliotecas escolares, e hoje, apesar de ser sexta-feira, dia de estar com os seus netos, não queria desapontar as crianças. A visita consistiu num périplo pelas salas de aula dos alunos do 1.º Ciclo da EB D. Carlos I e culminou numa longa sessão de autógrafos. 

Na sala da Professora Paula Antunes os alunos presentearam-na com uma leitura encenada de A Menina Verde e com uma profusão de ilustrações sobre a história trabalhada. 


Os alunos do 1.º e 2.º A juntamente com a Professora Susana Diniz, a partir do seu famoso livro Abecedário Maluco, criaram rimas divertidas com os seus nomes que depois ilustraram ao sabor da sua imaginação.


Os alunos da Professora Dulce Ferreira por sua vez, leram em voz alta a história de “A Fada Palavrinha”, uma história inventada por eles e que tinha por personagem principal uma menina que sonhava ser como a grande e talentosa Luísa Ducla Soares. 
Depois desta história que a deixou visivelmente emocionada - “Gostei muito e fiquei muito comovida!”-, os alunos ofereceram-lhe um pequeno livrinho com a ilustração da história narrada. A escritora exclamou “Está uma maravilha. Lindo, lindo!”, aproveitou para contar-lhes a origem da história de A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas, e prometeu guardar a singela oferta com muito carinho no museu das coisas que lhe oferecem e que um dia talvez seja aberto ao público, para fazer companhia a uma Fada Palavrinha em açúcar que lhe ofereceram há muito tempo atrás e que se conserva admiravelmente até hoje.  

Num segundo momento e acompanhados por instrumentos musicais - muitos deles feitos pelos próprios com a ajuda da Professora de Educação Musical-, os alunos recitaram poemas em verso sobre a proteção dos animais. 


Depois deste momento musical que Luísa Ducla Soares considerou muito bonito, afirmando ter gostado das diversas estrofes e sobretudo do tema, já que é uma grande defensora dos direitos dos animais. Acrescentou ainda em tom de brincadeira que gosta tanto de animais que até podia viver no zoo, desde que não fosse numa jaula. 

Sendo este um tema muito querido à escritora, Luísa Ducla Soares relembrou aos mais pequenos que este planeta não é só dos homens, mas também dos animais. E das plantas! Acrescentou uma menina. Falou da extinção de muitos seres vivos e um aluno deu como exemplo o pássaro dodó – uma aprendizagem feita numa recente visita ao Oceanário de Lisboa. Luísa falou de golfinhos em vias de desaparecimento e relembrou com pena que já só existem cerca de trinta ursos panda no mundo inteiro. E também lembrou as crianças maltratadas, as crianças com fome, as crianças-soldado. “É tão triste assistir a animais maltratados. Seria tão bom que fôssemos amigos dos animais e das crianças! Exclamou por fim e com sentido pesar. 
No decorrer de algumas perguntas Luísa Ducla Soares explicou que os escritores são pessoas como as outras, que fazem o que as outras fazem, também fazem compras em hipermercados, mas que escrevem e leem, leem muito!”.  

À pergunta sobre o motivo pelo qual escrevia mais para crianças, Luísa respondeu com humor que era assim uma espécie de shampoo dois em um, escrevia para crianças porque gostava muito de escrever e gostava muito de crianças. E a sorrir explicou que gostar muito de ler foi o que a levou a ser escritora e também o querer fazer algo que interessasse os outros. 

Na sala do Professor Luís Malveiro, esperava-a uma adaptação em verso da famosa história de Os Ovos Misteriosos. Luísa Ducla Soares gostou muito das ilustrações e do texto e gostou sobretudo pela forma como a história foi contada, tendo mesmo felicitado os alunos por terem dado entoação às frases como verdadeiros atores. 




Também aqui falou um pouco de si e explicou que gosta muito das coisas com humor: “A boa disposição faz falta em tudo e ajuda a aprender”. E precisamente com muito humor respondeu que como era adulta também gostava de ler livros para os mais crescidos: Pessoa, Saramago, Gedeão, Eça de Queirós… Mas que obviamente também gosta de ler Sophia, Torrado, Mota, Pina, etc. Contou ainda que em pequena gostava muito de ler e por isso começou a escrever por volta dos dez anos... e que terá escrito cerca de trezentos livros, embora publicados só tenha aí uns cento e quarenta. Mas não foi só escritora, também foi jornalista , tradutora, professora de Inglês, e trabalhou trinta anos na Biblioteca Nacional que tem mais de três milhões de livros. “Ohhhhh… “ exclamaram os alunos!



Da parte da tarde e no auditório da D. Carlos I, Luísa Ducla Soares sentou-se entre os alunos do Jardim de Infância para assistir à leitura encenada de O Caranguejo Verde por parte dos alunos das Professoras Gracinda Bettencourt, Marta Rodrigues, Paula Francisco

Depois os alunos da Professora Paula Francisco recitaram ainda uma adaptação em verso do livro A Princesa da Chuva

Perante todos os presentes  Luísa Ducla Soares elogiou o trabalho dos pequenos grandes atores e chamou-lhes poetas, deixando professoras e alunos cheios de orgulho. 



No final de uma visita cheia de emoções, Luísa Ducla Soares não se escusou a assinar todos os autógrafos e desenhos que lhe iam pousando no colo e na mesa. Muitos quiseram autografar a sua mais recente aquisição - O Jantar dos Animais - e outros os muitos livros que trouxeram de casa. Meninos e meninas vieram ainda oferecer-lhe desenhos com muitos corações e beijinhos, retratos pueris da escritora com grandes olhos azuis e longos cabelos de oiro, e todos dedicados “à melhor escritora do mundo”!!!







A presença de Luísa Ducla Soares foi uma lição de simplicidade dada por uma grande senhora que continua a demonstar um genuíno prazer em estar com as crianças e em responder com sinceridade e infinita candura às suas muitas perguntas.

Obrigada Luísa Ducla Soares por ser a Fada Palavrinha de tantas e tantas crianças e de neste dia ter feito a felicidade das nossas. 





Sandra Pratas e Sousa
Professora Bibliotecária

segunda-feira, 1 de junho de 2015

DIA MUNDIAL NA CRIANÇA NA BECRE

O dia 1 de Junho de 2015, Dia Mundial da Criança, não poderia ter começado da melhor maneira na BECRE D. Carlos I. 

Sob a orientação do Professor Nuno Costa, docente de Educação Musical da EB D. Carlos I, os alunos do 5.º D, e com o objetivo de relembrar os direitos das crianças, confecionaram um conjunto de lindíssimas almofadas ilustrando os direitos inalienáveis das crianças que decidiram ofertar à Biblioteca Escolar.

Esta dádiva realizou-se ao som do tema "Somos crianças".




As mesmas foram oferecidas à BECRE e estarão em exposição no Arraial da EB D. Carlos I no dia 12 de Junho de 2015. 

A BECRE agradece muito esta oferta que certamente contribuirá para tornar ainda mais acolhedora a nossa sala do conto.




















De igual modo, e no período da tarde,as Professoras Dora Justino, Cristina Didelet e Sandra Pratas levaram novamente à cena as leituras encenadas para a Semana da Leitura mas agora para todos os alunos do 1.º Ciclo da EB D. Carlos I e para os Encarregados de Educação convidados. 

Com base na obra Príncipes, Rãs e Feiticeiros, a Professora Dora Justino com os seus alunos do 5.º A transportaram-nos para o misticismo e o colorido do Brasil a partir da história "Os Amores de Uirapuru-conto tradicional do Brasil".


Também a partir da mesma obra, a Professora Cristina Didelet, com a ajuda dos jovens atores do  7.º D, 7.º E e 7.º F, levou a plateia até aos ritmos e cheiros quentes de África com o conto "As Filhas de Faram - Conto tradicional da Guiné".

Por sua vez a a Professora Sandra Pratas e os alunos do 3.º e 4.º ano da EB D. Carlos I encenaram a leitura da "O Caranguejo Verde" da grande Luísa Ducla Soares.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

EXPOSIÇÃO DOS SMAS-SINTRA CONSCIENCIALIZAR | ALERTAR | SENSIBILIZAR

No âmbito da candidatura a um dos ateliers dos SMAS-SINTRA ganha pela BECRE D. Carlos I, a mesma foi ainda presenteada com uma exposição sobre a preservação da água intitulada "Consciencializar | Alertar | Sensibilizar" igualmente promovida pelos SMAS-SINTRA.


Esta exposição itinerante, patente entre 8 e 15 de maio na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I, norteou-se por três ideais, ponto de partida para uma exposição dividida em três áreas distintas que possibilitam Consciencializar, acerca da água e da reciclagem; Alertar, através da personagem Margot, que nos dá a conhecer a sua quarta aventura em livro; e Sensibilizar, pelos alunos das turmas de artes de duas escolas do concelho de Sintra através dos seus trabalhos, que nos levam a refletir sobre a água, seu consumo e preservação.

FAÇAMOS TODOS UM MUNDO MELHOR PARA UMA VIDA COM VALOR!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PEDRO SOROMENHO, O ENCANTADOR DE MENINOS

No dia 7 de maio de 2015 a BECRE D. Carlos I recebeu a visita do escritor e ilustrador Pedro Soromenha. Nesta sessão estiveram presentes três turmas: 7.º E, 7.º C-PCA, e 9.º C-PCA. 



Para além da sua mestria na arte da ilustração, o autor surpreendeu com os seus dotes de contador de histórias.

Com voz doce e tom de seda, Pedro Soromenho embalou alunos e professores num sonho encantado povoado pelas personagens que criou e pelo seu mundo de fantasia.

Depois respondeu às perguntas que os alunos lhe dirigiram e descreveu um pouco da trajetória da sua vida, um percurso que o trouxe das longínquas paisagens da antiga Rodésia até à cidade de Braga, e lembrou o sonho de menino de ser "pinteiro"- como a mãe lhe chamava- e que o levou a abandonar o seu emprego de economista - onde usava gravatas que não eram feitas de borboletas...





Os alunos das turmas convidadas ofereceram-lhe um girassol em alusão ao seu primeiro livro "A Nascente de Tinta" e a turma do 7.º C-PCA quis ainda oferecer-lhe um caderno ilustrado pelos alunos da turma e um marcador com um desenho do rei D. Carlos I. 

Sobretudo Pedro Soromenho encantou com a sua simpatia e deixou um pedacinho de si em todos os desenhos personalizados que fez em cada uma das obras adquiridas. 

Em 2016 esperamos voltar a vê-lo. Será sempre bem recebido na D. Carlos I. 



segunda-feira, 4 de maio de 2015

ATELIER "COMO NASCE UM LIVRO" COM A ESCRITORA MARINA PALÁCIO

No dia 4 de maio de 2015, as turmas do 7.º A e G participaram no Atelier "Como nasce um livro", dinamizado pela escritora e ilustradora Marina Palácio. A atividade, da responsabilidade da Professora Cristina Calado e devidamente integrada no Plano Anual de Atividades do Agrupamento D. Carlos I, decorreu no âmbito da articulação pedagógica da Biblioteca Escolar com a disciplina de Português e a Educação para a Cidadania. 


A atividade cumpriu mais do que plenamente os seus objetivos, que eram os de reconhecer a importância dos livros na comunicação humana; compreender o processo criativo de um livro; e motivar para a leitura e para a escrita. 

Fiquem com alguns destes momentos tão especiais e apreciem a criatividade dos nossos aprendizes de ilustração.