segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
EXPOSIÇÃO INTERNET SEGURA 2016 NA GALERIA ALMADA NEGREIROS DA D.CARLOS I
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sábado, 30 de janeiro de 2016
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
VENDA DE NATAL
Na nossa árvore de Natal quisemos homenagear alguns dos escritores que já passaram pela BECRE D. Carlos I bem como outros anjos da Literatura Portuguesa.
Agradecemos também a colaboração dos alunos do 1.º Ciclo da Professora Helena Carvalho que, com os seus postais de Natal, acrescentaram magia às nossas celebrações.
VENDA DE NATAL
Para os que que ainda não fizeram todas as suas compras de Natal, visitem-nos e adquiram os livros dos escritores convidados no primeiro período. O embrulho é personalizado e decorado pela Professora Sandra Hormigo.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
HORA DO CONTO COM "A MENINA DOS FÓSFOROS"
Nos dias 2 e 11 de dezembro de 2015, as turmas do 2.º e 3.º A e do 4.º B do primeiro ciclo brincaram com fósforos na Biblioteca ...
Acalmem-se os nossos leitores, pois os fósforos que estiveram nas mãos dos nossos alunos não continham pólvora mas o poder extraordinário de deixar atrás de si uma esteira de poeira luminosa apenas visível no coração imaculado das crianças e apenas nesta época mágica do ano.
Com o objectivo explícito de levar os alunos a experimentar um espetro vasto de emoções e sentimentos como a comoção e a empatia e despertá-los para problemáticas de grande acuidade social tais como a pobreza, a desestruturação no seio familiar ou a exclusão social, foram dinamizadas várias sessões de promoção do livro e da leitura na já habitual Hora do Conto.
A obra escolhida foi a muito comovente história de "A menina dos fósforos" do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, tendo a mesma servido de ponte para uma reflexão conjunta do que podemos fazer, enquanto cidadãos, para evitar a pobreza, a indiferença pelo sofrimento do outro e combater outras chagas sociais.
No final da narração os alunos foram convidados a riscar um fósforo e a acender um sonho ou a visão de um mundo melhor. As visões que assombraram os nossos pequenos leitores foram no mínimo surpreendentes. Enquanto muitos se viam a enfeitar uma lindíssima árvore de Natal na companhia de familiares, outros vislumbraram cenas mais inusitadas. Houve alunos que, de olhos fechados e fósforo encostado à cabeça, sonharam com um mundo em que as pessoas se ajudam a si próprias e aos outros, um mundo sem pessoas a naufragar para fugirem da guerra, um mundo sem fome e sem maldade.
Num mundo que a par da perda progressiva dos bens materiais assiste a um declínio de valores morais, e onde se torna cada vez mais difícil sonhar, contamos com as crianças para ensinarem aos mais velhos que nós não somos o que possuímos, apenas possuimos o que somos!
Independentemente das nossas origens, dos bens que acumulámos, apenas valores imateriais nos podem definir enquanto pessoas.
Se tivermos de caminhar descalços sobre a neve, recordemos as riquezas das quais nada nem ninguém jamais nos poderão expoliar: a nobreza da alma, a honestidade dos sentimentos e, acima de tudo, a força do espírito!
Feliz Natal meninos e meninas! Nunca se esqueçam de sonhar, e se um dia mais tarde, quando já não acreditarem em fósforos mágicos, tiverem dificuldade em fazê-lo, releiam esta história com final trágico mas capaz de inundar com poesia o nosso imaginário.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
ENCONTRO COM A ESCRITORA ISABEL RICARDO
Tal como prometera aos alunos do JI, do atual 1.º A, 2.º A e 2.º B do 1.º Ciclo e exatamente há um ano quando lhes viera contar a famosa e e inesquecível história de O Fantasma das Cuecas Rotas, a escritora Isabel Ricardo regressou à BECRE D. Carlos I para apresentar uma das suas mais recentes obras: O Coelhinho Avarento.
A autora de A revolução da mulher das pevides elogiou a desenvoltura do seu jovem público, contou histórias e aventuras relacionadas com o processo de criação dos seus livros e, como não podia deixar de ser, contou novamente, a pedido muito insistente dos alunos, a história do fantasma das cuecas rotas.
No final de uma das duas sessões da manhã uma menina dirigiu-se à escritora para lhe dizer que a mãe se chamava Isabel e o pai se chamava Ricardo.
Vejam aqui os desenhos que os alunos da Educadora Ana Mendes prepararam para oferecer à nossa convidada:
No final de uma das duas sessões da manhã uma menina dirigiu-se à escritora para lhe dizer que a mãe se chamava Isabel e o pai se chamava Ricardo.
Vejam aqui os desenhos que os alunos da Educadora Ana Mendes prepararam para oferecer à nossa convidada:
Também os alunos da Professora Paula Francisco e Susana Diniz quiseram dar uma recordação destes momentos passados à volta de O Coelhinho Avarento:
Da parte da tarde o encontro foi com os alunos do 8.º C e com os alunos do Curso Vocacional de Apoio à Comunidade. Para além de responder às suas muitas e pertinentes perguntas, Isabel Ricardo contou as histórias e aventuras que estiveram na génese do enredo e das personagens que povoam os seus livros.
Isabel Ricardo ficou também agradavelmente surpreendida por ter sido eleita para decorar a nossa árvore de Natal dos escritores.
Os nossos votos são que volte sempre e que continue a brilhar no firmamento da Literatura Portuguesa.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
FEIRA DO LIVRO INFANTIL 2015 _EB1 VÁRZEA E EB1 D.CARLOS I
Com o objetivo de melhorar os hábitos de leitura dos nossos alunos e continuar a promover o livro, realizou-se de 16 a 18 de novembro na EB1 da Várzea e de 18 a 20 de novembro na EB1 D. Carlos I a 1.ª FEIRA DO LIVRO INFANTIL.
A mesma foi levada a cabo através da + Cultura e o lucro obtido reverteu em livros para a nossa BECRE. Conheçam as nossas novidades, já disponíveis para requisição.
Vejam aqui a emoção das crianças à volta dos livros e da leitura!
EB1 DA VÁRZEA:
EB1 D. CARLOS I:
A mesma foi levada a cabo através da + Cultura e o lucro obtido reverteu em livros para a nossa BECRE. Conheçam as nossas novidades, já disponíveis para requisição.
Vejam aqui a emoção das crianças à volta dos livros e da leitura!
EB1 DA VÁRZEA:
EB1 D. CARLOS I:
terça-feira, 17 de novembro de 2015
HISTÓRIAS MÁGICAS NO JI
No âmbito do Projeto Histórias Mágicas no JI, a Biblioteca Escolar D. Carlos I realizou no dia 17 de novembro de 2015 uma sessão de promoção do livro e da leitura na Sala 2 da EB1 da Várzea.
A obra trabalhada foi O Casamento da Gata de Luísa Ducla Soares. Depois de trabalhada a história através da ordenação dos vários momentos e da identificação das personagens, os jovens leitores foram conhecer o JIL.
Para quem não sabe, o JIL é uma plataforma online, denominada de “Jogos Interativos da Leitura”. Inclui oito histórias da autora Luísa Ducla Soares apresentadas em formato áudio e um conjunto de jogos digitais.
Trata de um programa de literacia familiar, que procura fomentar interações positivas entre pais e filhos em idade pré-escolar em torno da leitura de livros e que, por sua vez, sejam promotoras de hábitos de leitura em casa e ao longo da vida.
Assim, com a ajuda do simpático dinossauro JIL os dezanove meninos deste jardim realizaram muitos jogos de leitura digitais em que tiveram de encontrar antónimos, dividir sílabas, descobrir rimas e até conhecer o feminino das palavras, tudo de forma muito leve e divertida.
Caros Pais e Encarregados de Educação, se quiserem passar um bom momento com os vossos filhos e educandos, e conhecer melhor a obra da Luísa Ducla Soares, é só clicar na imagem. Bons jogos!
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
EXPOSIÇÃO "Rosa dos Ventos" na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I
Da responsabilidade das Professoras Ana Falcão, Ana Jones, Luísa Feijó e Conceição Correia e à semelhança do ano transato, esteve patente de 9 20 de novembro de 2015 na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I a exposição e concuso "Rosas dos Ventos". A mesma teve como objetivos construir com criatividade uma Rosa dos ventos individualmente ou em grupo, utilizando materiais recicláveis; conhecer os pontos cardeais, colaterais e intermédios; participar em atividades de grupo; e planificar uma atividade em articulação vertical entre HGP de 5º ano e Geografia do 7º ano. Deste modo, os intervenientes foram todos os alunos do 5.º ano de de HGP e do 7º ano de Geografia.
Em contexto de sala de aula, na companhia da professora da disciplina, os alunos visitaram a exposição previamente montada pelas professoras dos grupos disciplinares envolvidos. Todos os alunos votaram na rosa dos ventos preferida, do 5º ano e do 7º ano, tendo sido apurados os seguintes resultados: 5º ano total de votos: 288; 7º ano total de votos: 286.
Aos alunos vencedores foram atribuídos prémios: livros e material escolar oferecido por editoras.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Exposição e Concurso de efígies "A penny for the Guy!" na BECRE D. Carlos I
Na noite em que a Conspiração da Pólvora foi descoberta, 5 de Novembro de 1605, acenderam-se fogueiras para celebrar a segurança do Rei. Desde então, a noite desse dia passou a ser chamada de “Bonfire Night” ou Noite das Fogueiras.
O evento é comemorado todos os anos com fogo-de-artifício e com fogueiras onde é queimada a efígie do Guy Fawkes, o executante da Conspiração da Pólvora. As efígies são feitas com roupas velhas e enchidas com papel amassado de modo a que pareçam mesmo uma pessoa, neste caso, o Guy Fawkes.
Estes “Guys” são depois queimados na fogueira. Antes do dia cinco de Novembro é costume as crianças andarem pelas ruas com o espantalho e pedirem “A penny for the Guy” ou seja, “Um tostãozinho para o Guy”. Com o dinheiro compram estalinhos e foguetes.
O evento é comemorado todos os anos com fogo-de-artifício e com fogueiras onde é queimada a efígie do Guy Fawkes, o executante da Conspiração da Pólvora. As efígies são feitas com roupas velhas e enchidas com papel amassado de modo a que pareçam mesmo uma pessoa, neste caso, o Guy Fawkes.
VENCEDORES DA MELHOR EFÍGIE:
Francisco Santos, n.º 6, 6.º E
Gonçalo Rocha, n.º 8, 6.º E
Martim Nunes, n.º 14, 6.º E
Rodrigo Lopes, n.º 20, 6.º E
Francisco Santos, n.º 6, 6.º E
Gonçalo Rocha, n.º 8, 6.º E
Martim Nunes, n.º 14, 6.º E
Rodrigo Lopes, n.º 20, 6.º E
Deste modo, e novamente numa articulação entre o subdepartamento de Inglês e a Biblioteca Escolar, os alunos do segundo Ciclo foram convidados a dar vida a esta tradição participando num concurso de construção de efígies criativas e originais.
Confiram aqui outros magníficos trabalhos:
Alunos da D. Carlos I apresentam peça teatral no Centro Cultural Olga Cadaval.
Guy Fawkes Day foi a festividade escolhida este ano pelo Subdepartamento de Inglês em detrimento do já habitual comemoração do Halloween.
A atividade dirigiu-se aos sextos e nonos anos e teve como objetivo divulgar a cultura e as festividades Anglo-saxónicas e incrementar o gosto pela aprendizagem da Língua Inglesa, através de um instrumento didático que se assume nos dias de hoje como uma nova forma de comunicação no campo educativo: o teatro na escola.
Para além da divulgação do episódio marcante da história de Inglaterra, a celebração consistiu na encenação da peça “A Conspiração, a Pólvora e o Ardil”, da autoria da Professora Bibliotecária do Agrupamento D. Carlos I no dia 5 de novembro de 2015 pelos alunos do 9.º E, e na realização de uma exposição intitulada "A penny for the Guy!" que estará patente na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I até ao final do mês de dezembro.
O espetáculo culminou com a apresentação do Hino Oficial da EB D. Carlos I pelos alunos do 6.º E e com orquestração do Professor Victor Santos.
Na mesma ocasião foi ainda chamado ao palco o vencedor do Concurso "O Hino da Minha Escola" - http://becredcarlosi.blogspot.pt/2014/10/participa-no-concurso-o-hino-da-minha.html-,
o Encarregado de Educação Paulo Lawson, onde teve oportunidade de escutar mais de duzentos alunos da escola - que também um dia frequentou - entoar o hino da sua criação.
Depois deste momento tão emocionante, uma coisa é certa, dificilmente os que estiveram nesta atividade dificilmente poderão esquecer as famosas linhas: "Lembrai, lembrai o 5 de Novembro! A conspiração, a pólvora e a traição!"
O espetáculo culminou com a apresentação do Hino Oficial da EB D. Carlos I pelos alunos do 6.º E e com orquestração do Professor Victor Santos.
Na mesma ocasião foi ainda chamado ao palco o vencedor do Concurso "O Hino da Minha Escola" - http://becredcarlosi.blogspot.pt/2014/10/participa-no-concurso-o-hino-da-minha.html-,
o Encarregado de Educação Paulo Lawson, onde teve oportunidade de escutar mais de duzentos alunos da escola - que também um dia frequentou - entoar o hino da sua criação.
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| EE Paulo Lawson e o Professor Victor Santos |
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| A Sr.ª Diretora, Dr.ª Joana de Oliveira, felicita Alunos e Professores pelo trabalho realizado |
Deste modo e numa semana em que se relembraram os defuntos, a E.B. D. Carlos I ressuscitou o terrível e sanguinário Guy Fawkes, através da recriação do momento em que um grupo de conspiradores tentou explodir com o Parlamento Inglês e matar o rei Jaime I. O executante desse ato hediondo foi precisamente Guy Fawkes, um soldado Inglês.
A peça foi levada à cena pelos alunos do 9.º E no Centro Cultural Olga Cadaval que gentilmente disponibilizou o espaço e colaborou no apoio técnico a custo zero, e a quem desde já enviamos o nosso muito obrigado.
Teatro na escola. Porquê?
Tomando em consideração que o teatro engloba as demais artes, sendo por isso a mais completa forma de expressão, o mesmo cria as condições necessárias para a maturação psicológica dos alunos e constitui-se indubitavelmente como um elemento fulcral na formação integral dos mesmos, nas vertentes intelectual, ética, moral, artística e social. O teatro é, antes de qualquer coisa, uma arte. Mas é uma arte que se associa à história do homem e à própria história da comunicação humana. Será pois sempre importante criar condições favoráveis ao desenvolvimento do pensamento lógico e da criatividade dos alunos e estimular a sua participação na representação de acontecimentos passados, já que a reflexão daí decorrente permite-lhes comparar e reformular os mesmos, assegurando-se deste modo a continuidade do processo cultural.
A educação e o teatro - em toda a sua multipliciadade e associado às diferentes expressões culturais tais como a literatura, a música ou a dança-, assumem-se, por conseguinte, como mecanismos primordiais de transmissão de cultura, e de ampliação de horizontes que podem levar os alunos a serem eles próprios agentes de transformação social. Quando bem utilizado, o teatro leva-nos a repensar a realidade e a querer por vezes alterar a ordem instituída.
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| O grupo de jovens atores do 9.º ano no camarim do CCOC |
A função da escola não é apenas a de ensinar conteúdos mas também, enquanto agente de formação, viabilizar formas de acesso ao lazer, à cultura, às práticas desportivas, e assim contribuir para uma integração plena dos alunos na sociedade. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola promove a formação integral do aluno, despertando o gosto pela leitura, promovendo a socialização e, principalmente, melhorando a aprendizagem dos conteúdos propostos pela escola. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola contribui para o sucesso educativo ao desenvolver características como a espontaneidade, a aceitação de regras, a criatividade, o autoconhecimento, o sentido crítico, o raciocínio lógico, a intuição, o conhecimento do grupo e de si próprio e de elementos de cultura.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
VENCEDORES do Concurso de Desenho do Mês das BE 2015
Depois de um trabalho árduo de seleção, em virtude da qualidade dos trabalhos apresentados, eis que revelamos os primeiros lugares do concurso de Desenho do Mês das Bibliotecas Escolares 2015-2016.
Assim, o 1.º lugar do 1.º ano vai para a aluna Helena Jacinto do 1.º e 2.º V da Professora Rute Marques.
Muitos Parabéns!
O 1.º lugar do 2.º ano de escolaridade foi atribuído à aluna Isabel do 2.º V da Professora Ana Rita Brandão.
Muitos Parabéns!
No entanto, não resistimos a publicar os trabalhos apresentados pelas três turmas da EB1 da Várzea. Os trabalhos sobre uma Super Biblioteca estão absolutamente fabulosos. Se não acreditam, abram os livros digitais e comprovem!
Assim, o 1.º lugar do 1.º ano vai para a aluna Helena Jacinto do 1.º e 2.º V da Professora Rute Marques.
Muitos Parabéns!
O 1.º lugar do 2.º ano de escolaridade foi atribuído à aluna Isabel do 2.º V da Professora Ana Rita Brandão.
Muitos Parabéns!
No entanto, não resistimos a publicar os trabalhos apresentados pelas três turmas da EB1 da Várzea. Os trabalhos sobre uma Super Biblioteca estão absolutamente fabulosos. Se não acreditam, abram os livros digitais e comprovem!
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MÊS DAS BE 2015-16
CONCURSO DE DESENHO DO MÊS DAS BE 2014
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DO MÊS DAS BE 2015
No âmbito das Comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares decorreu no mês de outubro o habitual Concurso de Escrita Criativa subordinado ao tema "Uma Biblioteca muito interessante".
O Vencedor do Concurso foi o aluno Diogo Manuel Pinto de Sousa, n.º 24 do 5.º E, embora esta tenha sido muito uma vitória muito renhida ao nível da participação dos alunos do 5.º ano, como poderão constatar nestes deliciosos textos que não resistimos a partilhar.
A Super-Biblioteca
Na biblioteca da minha escola acontecem coisas de magia e de fantasia. Eu entro na biblioteca e “O Pássaro da Cabeça” anda à solta. E eu penso para mim: “Mas que raio se passa aqui?” E ao virar da esquina tenho a explicação: um menino sentado a ler “O Pássaro da Cabeça”!
Enquanto ele lia, outros poemas saíam para espalhar alegria e faziam a sua magia. Gargalhadas ouviam-se; é claro que o livro das anedotas fazia as crianças rir! Para elas não era trabalho, todos os livros só existem para divertir.
Quando os livros são fechados, as criaturas que lá vivem esperam que mais uma criança os vá ler.
Um menino medo do vilão tinha, mas os heróis lhe disseram:
- Os vilões não são maus, basta conhecê-los melhor e serão amigos.
E o menino lia e relia, via e voltava a ler e os poemas contentes a viver. Com um punhado de leitura derrotamos o aborrecimento.
Esta é a biblioteca da minha escola!
Diogo Manuel Pinto de Sousa, n.º 24, 5.º E
Vencedor do 1.º Lugar
Vencedor do 1.º Lugar
A Super-Biblioteca
Na minha escola existe um paraíso muito engraçado, a biblioteca…Quando eu cheguei a esta escola, conheci os meus amigos todos num lugar perfeito: a biblioteca. Quando eu vou lá, sinto que cresci lá, que estou a viver lá e que posso ser tudo o que eu quiser.
Hoje fui à biblioteca imprimir uma ficha e requisitar três livros: “A Avó da Biblioteca”, “A Assombrar a Biblioteca” e “A Minha Vida na Biblioteca”, estes livros são muito giros.
Ontem, quando fui à biblioteca vi um mocho, tudo da minha imaginação. Achei mágico! De repente a minha professora disse-me para ir para a Sala do Conto e eu fui. Vi lá um alce, umas borboletas e outras coisas que eu inventei, que quero inventar e disse para toda a gente ouvir que esta biblioteca era super-mágica! Conheci lá toda a gente que conheço desta escola maravilhosa… Quando toda a gente ficou a olhar,fiquei emocionada…
Hoje vou à biblioteca devolver os três livros que requisitei no outro dia e irei ficar por lá a sonhar, a imaginar, a olhar e a pesquisar coisas mágicas.
Eu vim há cinco anos a esta biblioteca e vi um dicionário que tinha borboletas, bolas e palavras esquisitas, como “fogaréu”, que quer dizer “chama grande; recipiente de metal para pôr fogo”.
Hoje adormeci na biblioteca, mas quando acordei o edifício estava a voar, a salvar o mundo e aí tornou-se a “Super-Biblioteca”.
Filipa Maria Silva de Abreu Vivaldo, n.5, 5.º E
A Super-Biblioteca
Adoro a biblioteca da minha escola! Quando lá entro os meus olhos enchem-se de cor, alegria e começo a pensar “Tantos livros por ler, tantas coisas para fazer!" Sento-me numa cadeira e tiro um livro da prateleira; abro-o e dentro dele vejo um novo mundo, uma nova aventura. Começo a lê-lo e entro, como por magia, noutro mundo, não penso em mais nada e vivo uma nova aventura! Quando acabo, ponho o livro no carrinho e passa a bibliotecária que me diz carinhosamente “Olá.” De repente lembro-me que tenho trabalhos de casa na mochila e começo a fazê-los, pois os conhecimentos também são importantes, e penso para mim mesma: “Se os acabar rapidamente, ainda posso ver um filme. Finalmente, acabo-os, passam os meus colegas e digo-lhes:
- Querem ver um filme?
Eles dizem que sim, inscrevemo-nos e vamos ver um filme.É assim que é uma biblioteca e a melhor mesmo é a da minha escola!
Filipa Esteves Quadrilheiro, n.º 11, 5.º E
A Super-Biblioteca
Esta é a história de uma biblioteca mágica. Como o próprio nome indica, ela é uma biblioteca cheia de magia. Aquela biblioteca é única, tem paredes de ouro e só eu, mas só eu, é que consigo entrar lá dentro. Eu adoro aquela biblioteca, passo lá dia e noite, é a minha casa.
Eu sempre gostei de ler e lá existe um número infinito de livros, todos ao meu gosto. Mas há uma coisa que ainda ninguém sabe, é que aquela biblioteca é mágica!
O meu livro preferido é “O Feiticeiro” e, sempre que eu o abro, aparece Mário, o feiticeiro. Mário diz que eu também sou um feiticeiro e, por isso e muito mais, ele sempre foi o meu companheiro. Na verdade ele é o meu melhor amigo e se alguém tentar entrar sequer naquela biblioteca, ele protege-me a mim e a todos os livros que lá existem, porque afinal ele é o guardião da biblioteca mágica.E é por isso que eu lhe chamo a “Super-Biblioteca”.
Beatriz Oliveira e Carmo Oliveira, n.º 3, 5.º E
A Super-Biblioteca
Olá! Eu chamo-me Matilde e gosto muito da minha escola nova. A biblioteca da minha escola é muito “fixe” e interessante; as senhoras ajudam-nos a procurar livros, se nós precisarmos, e até a fazer os TPC’s, se tivermos dúvidas. Eu e algumas amigas minhas vamos à biblioteca fazer trabalhos no computador e, muitas vezes, fazer mesmo os trabalhos da escola.
Na minha escola antiga, quando andava no primeiro ciclo, eu tinha lá uma biblioteca, mas era muito pequena. Quando passei para esta escola, para o segundo ciclo, disseram-me que havia uma biblioteca muito maior do que a que eu tinha na escola antiga.
A biblioteca tem uma Sala do Conto e muitos livros giros, mas o que eu gostei mais foi do “Pássaro da Cabeça”, é muito bonito.
E se querem um conselho, leiam todos os livros que puderem, porque são muito interessantes e faz muito bem ler.
Matilde de Campos Palha, n.º 16, 5.º E
A Super-Biblioteca
Gonçalo odiava tudo o que tivesse a ver com escola. Uma das suas maiores paixões era as guloseimas (bolos, rebuçados, bolachas, …) e, para não desmoralizar ia ao bar da escola todos os dias, onde podia seleccionar todos os petiscos que quisesse. Mesmo ao lado do bar da escola havia um sítio que Gonçalo achava medonho! Esse sítio era a biblioteca. O rapaz não sabia como, mas todas as pessoas que lá entravam saíam felizes. Todos os dias um pensamento amedrontava o pequeno rapaz: ele sentia que havia algo dentro de si que o levava a pensar que, pela primeira vez, tinha de experimentar ir à biblioteca; para ele aquele pensamento era inválido! Mas esquecia-se logo deste pensamento, saboreando um petisco inigualável.
Certo dia a sua professora de Português mandou-o fazer um trabalho tão extenso, tão extenso, tão extenso que Gonçalo estava desesperado, pois só havia um sítio em que podia fazer aquele trabalho: a
biblioteca!
Passados dois dias, Gonçalo, depois da hora do almoço, entrou na biblioteca. Lá estava a sua professora de Português, impassível. Entrando na biblioteca, lançou um sorriso tentando que parecesse o mais agradável possível. A professora olhou para ele e retribuiu-lhe o sorriso.
Então sentiu que ali poderia finalmente fazer o seu trabalho.
Martim Alves Cabral, n.º 25, 5.º E
A Super-Biblioteca
Há muitos anos Gustavo criou uma biblioteca. Decorou-a com muito cuidado, com luzes e bolas, até com uma árvore de Natal. No entanto havia uma senhora que desconfiava de tudo, era uma senhora muito má.Gustavo andava muito contente, porque logo no dia em que a biblioteca abriu fez mil euros.
Passados alguns dias a senhora já tinha tudo planeado. Eram seis horas da manhã quando se pôs a caminho da biblioteca. Quando chegou à porta, tentou entrar por um local escondido que só ela conhecia. Já dentro da biblioteca a senhora começou a mexer em tudo o que podia: mas luzes, nas bolas, nos livros… A única coisa em que ainda não tinha mexido era na árvore de Natal, porque esta tinha poderes mágicos;só Gustavo sabia o que podia acontecer e esse era o segredo da biblioteca.
Então a senhora, já com muitos livros na mão, estava a ir-se embora quando tropeçou, bateu com a cabeça na árvore e viu uma porta abrir-se ao seu lado. Entrou e voltou a mexer em tudo o que podia, até que encontrou o livro misterioso. Largou tudo o que tinha na mão e só ficou com esse livro. Voltou o mais depressa que podia e, quando chegou a casa, leu o livro milhares de vezes. Ao ler aquele livro, a senhora percebeu que a riqueza não interessava, o que interessava era ter amigos.
No dia seguinte foi falar com Gustavo e ele ficou ainda mais contente por alguém ter descoberto aquele livro. A senhora ficou a trabalhar com ele e, hoje em dia, aquela biblioteca é a melhor do mundo
Então a senhora, já com muitos livros na mão, estava a ir-se embora quando tropeçou, bateu com a cabeça na árvore e viu uma porta abrir-se ao seu lado. Entrou e voltou a mexer em tudo o que podia, até que encontrou o livro misterioso. Largou tudo o que tinha na mão e só ficou com esse livro. Voltou o mais depressa que podia e, quando chegou a casa, leu o livro milhares de vezes. Ao ler aquele livro, a senhora percebeu que a riqueza não interessava, o que interessava era ter amigos.
No dia seguinte foi falar com Gustavo e ele ficou ainda mais contente por alguém ter descoberto aquele livro. A senhora ficou a trabalhar com ele e, hoje em dia, aquela biblioteca é a melhor do mundo
Guilherme Beirão Paulo, n.º 12, 5.º E
A Super-Biblioteca
Uma biblioteca tem várias secções. Esta de que vou falar é constituída por muito interesse e estudo. Esta biblioteca tem umas nove secções, cada uma no seu cantinho; de um lado podem estar grandes livros e enciclopédias, mas do outro podem estar uns livros para crianças e jovens e, quem sabe, se não foram escritos por António Torrado, Sophia de Mello Breyner ou mesmo Luísa Ducla Soares.
Uma biblioteca também tem de ter uma secção de lazer, com televisão, filmes, sofás para descontrair um pouco a ver um filme de romance, comédia, terror, ação, aventura ou mesmo animação ou ficção
científica. Não pode deixar de ter a secção de informática, onde existem inúmeros computadores para as pessoas poderem desfrutar dos seus recursos.
Na minha biblioteca, também existe uma secção onde há enciclopédias, dicionários, jornais e revistas, que são vistos e revistos “tim tim por tim tim”. Em cada livro é posto um autocolante que depois vai
servir para identificar o livro na sua respetiva prateleira.
Bem, na verdade a “Super-Biblioteca” de que eu falei é a da minha escola!
Afonso Antunes Marcelino, n.º1 do 5.º E
A biblioteca do futuro e o diário do passado
Estava uma manhã soalheira e Anabela tinha acabado de acordar. Tinha que ir mais cedo para a escola, pois o pai tinha de substituir um colega que se constipara. Vestiu-se, tomou o pequeno-almoço e foi para o carro ter com o pai:
– Então Anabela, o que vais fazer nas próximas horas?
– Não sei, como só entro à uma e meia , talvez vá dar uma volta pela escola a ouvir música.
– Devias ir estudar… ou ler!
– Para quê? Matei-me a estudar este fim-de-semana, e ainda não entendi qual é a piada de ler. – Respondeu Anabela enquanto lhe dava um beijo rápido e se dirigia para o portão da escola.
Anabela entrou e ficou perplexa ao reparar que se esquecera de pôr o telemóvel a carregar. « Pôxa. Andar por aí vai ser uma seca» pensou. E nesse preciso momento lembrou--se de ir até à biblioteca. Nunca lá tinha estado, era aliás o único sítio da escola onde ela ainda não tinha entrado, para além dos balneários dos rapazes, claro.
Foi até ao pavilhão principal e reparou numa pequena inscrição na porta da biblioteca onde se podia ler: "Estamos em 2050 mas os livros continuam a viver na sua época". Para ela aquilo não fazia sentido… Pôs a mochila na prateleira e foi até às estantes, olhou para o relógio e reparou que ainda faltavam cinco horas para começarem as aulas, e foi então que reparou: no chão debaixo da estante, havia um caderno velho e gasto. Pegou-lhe, abriu a primeira página e reparou que afinal era um diário duma aluna do ano letivo de 2014/2015. A aluna chamava-se Bárbara Martins Saiote Ferreira. Enroscou-se e começou a ler. Quando acabou já tinham passado quatro horas e foi almoçar ao bar.
Pouco tempo depois as três melhores amigas de Anabela, Maria, Diana e Sara foram ter com ela e perguntaram-lhe:
- Bela, fizeste o trabalho p’rá stora de Português?-
-Qual trabalho? – perguntou Anabela aflita.
- O de leres um texto de um diário, fazeres um resumo da história e dares a tua opinião. – Respondeu Maria.
- É claro que não fez, ela nunca foi à Biblioteca e detesta ler! – disse Diana.
- Por acaso até fiz- argumentou Anabela.
Espantadas perguntaram-lhe que livro escolhera, mas Anabela não disse nada e foi com elas para a aula.
Quando acabaram de escrever o sumário, a professora chamou a Anabela, que era a primeira da lista, ao quadro para apresentar o seu trabalho.
- Hoje de manhã encontrei este caderno debaixo de uma das estantes da Biblioteca escolar, e descobri que este caderno é o diário de uma antiga aluna, do ano letivo de 2014-2015, chamada Bárbara Martins Saiote Ferreira e ela neste diário escreve que ... mas depois conseguiu que ... gostei muito porque assim percebi o modo de pensar de uma aluna de outros tempos, cá da escola. Descobri também que agora esta escola se chama TecnoAndroid mas antigamente se chamava D. Carlos I.
Anabela regressou ao seu lugar e pensou que no dia seguinte iria novamente à biblioteca escolar. Que outros tesouros do passado esperariam por ela nesta Super Biblioteca?
Sílvia Grilo do 7.º Ano
Uma biblioteca sem livros
Era uma vez, uma biblioteca onde não havia livros, estes tinham sido substituídos por tablets, neles estavam guardadas todas as obras literárias que existiam.
Há muitos anos que não havia livros nesta biblioteca. Aliás, os livros eram considerados peças de museu. O desaparecimento dos livros fez com que surgissem mesmo alergias ao papel pois as pessoas deixaram de o usar e em vez disso passaram a escrever e a desenhar nos tablets.
Isto foi um grande problema para as fábricas de papel, de material escolar, de livros…., a maioria das pessoas deixou de pintar, pois a telas eram muito caras. Deixou de haver aulas de Educação visual. As aulas de Português continuaram, mas já não eram a mesma coisa. Sem a caneta e o papel a caligrafia desapareceu, pois todos os tablets tinham escrita inteligente. Todos os que trabalhavam na fábrica de papel foram para a rua, o que fez com que a taxa de desemprego aumentasse brutalmente.
Os únicos a beneficiar disto foram as árvores, mas talvez a Humanidade merecesse este castigo por tudo o que lhes fizeram de mal e depois de tudo o que algumas sofreram com os seus comportamentos.
E cá estamos nós outra vez na biblioteca dos tablets, sem livros. Qual será o cheiro do papel? Como será tocar no papel? Não sei se algum dia saberei!
José Lourenço, n.º 12 do 9.º D
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CONCURSOS 2015_16,
MÊS DAS BE 2015-16
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Apresentação do livro Sr. Empreendedorismo nas EB1 da Várzea e Eb1 de Lourel
A convite da BECRE D. Carlos I e
sob orientação da Betweien, decorreram dia 21 de novembro de 2015 duas sessões de
apresentação do livro O Sr. Empreendedorismo de Narciso
Moreira com ilustrações de Ana Sofia Leite, a primeira na EB1 da Várzea e a
segunda na EB1 de Lourel.
EB1 da Várzea:
EB1 de Lourel:
Depois de um pequeno jogo em que
os alunos soletraram a difícil e comprida palavra EMPREENDEDORISMO, e de
seguida a colaram no quadro juntando sílabas coloridas, chegou o momento de,
através de uma história muito simples, compreender noções algo complexas como a
ideia de competências – o que nos ajuda a fazer melhor as coisas; como ter
iniciativa – limpar o quarto antes de os pais nos pedirem-; ou ter capacidade
de liderança – ser quem decide as brincadeiras.
Ao longo de uma conversa simples entre
o Sr. Empreendedorismo e Maria Menina, conceitos como resiliência, inovação, determinação,
trabalho em equipa, gestão do risco, tornaram-se facilmente acessíveis para
alunos do 3.º e 4.º anos.
E afinal o que é o Empreendedorismo?
Ser empreendedor não passa só por
abrir uma empresa, é uma forma de estar na vida e de ser. Ser empreendedor é
ser capaz de pensar e fazer acontecer! Aliás, como se diz no livro, quem pensa
mas não concretiza as suas ideias é apenas um idiota.
Depois de debatidos estes novos
conceitos os alunos tiveram ainda de seleccionar situações empreendedoras
através de um jogo [Pensar_Agir_ Empreender] que está também disponível no site
da Academia do Empreendedorismo e em que cada parte explora uma das
competências trabalhadas.
Esta foi mais uma das actividades
inseridas nas comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares da BECRE D. Carlos
I e que certamente em muito terá contribuído para o desenvolvimento das
competências literácitas dos nossos alunos.
EB1 da Várzea:
EB1 de Lourel:
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
RICHARD TOWERS NA BECRE D.CARLOS I
No âmbito das comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares, a BECRE D. Carlos I recebeu a visita de Richard Towers, o genial criador do livro objeto.
Ao longo do dia 15 de outubro de 2015, o escritor e editor esteve à conversa com os alunos do 7.º E; 7.º G; 8.º A; 8.º B; 8.º C; 8.º F, 8.º G; e 8.º E.
Richard Towers é não somente escritor como também músico, editor, artista e mentor da Neoma Produções. Para além de tudo isto, Richard Towers é o responsável por um conceito inovador no mundo da edição: o livro-objeto. O livro-objeto tem por princípio definidor a atribuição de dupla funcionalidade ao livro, fazendo deste um objeto com utilidade para lá do seu principal objetivo: a leitura.
Richard Towers voltará brevemente à nossa escola, mas agora para um encontro com os alunos do 1.º Ciclo onde apresentará o seu mais recente projeto destinado ao público infantil:
Também ele um livro objeto - é um magnífico livro-relógio que, para além de conter uma fantástica história, pode ser utilizado como relógio de parede. Se quiserem ficar a saber mais sobre este novo projeto cliquem nesta imagem!
Já disponível na nossa biblioteca!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Formação de Utilizadores para todos os 5.º s anos
No âmbito das atividades do Mês das Bibliotecas escolares e a exemplo de anos anteriores decorreram na Biblioteca Escolar, de 6 a 14 de outubro de 2015, três sessões de Formação de Utilizadores dirigidas a todas as seis turmas do 5.º ano da EB D. Carlos I.
A partir da distribuição e exploração do documento Guia do Utilizador, os alunos ficaram a conhecer as várias zonas funcionais da Biblioteca Escolar bem como os serviços e recursos que a mesma disponibiliza.
Os alunos tiveram ainda a oportunidade de conhecer as regras de comportamento e de utilização da Biblioteca Escolar e, através da realização de um jogo de caça ao livro, conhecerem de forma simplificada a organização da Biblioteca por cores e números de acordo com as regras de CDU - Classificação Decimal Universal.
Para além da formação de utilizadores, os alunos do 5.º ano foram conduzidos numa viagem no tempo até aos primórdios das Bibliotecas na antiga Mesopotâmia, mais especificamente em Ninive, passando pela mítica biblioteca de Alexandria, e de volta às mais avançadas bibliotecas digitais da era contemporânea.
Todos os alunos foram ainda informados das atividades mensais dinamizadas pela Biblioteca Escolar dirigidas a este ciclos de ensino, nomeadamente “A caça ao Erro”; “O Problema do Mês”; " Quebra-Cabeças"; “O Escritor do Mês”, para além das atividades periódicas tais como as exposições, os concursos de escrita criativa e tantos outros.
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