sábado, 25 de novembro de 2017

LES CATHERINETTES NA D. CARLOS I

No dia 28 de novembro houve um desfile maravilhoso onde todos os alunos do 7ºano puderam mostrar a sua criatividade, trabalho e personalidade, pois os chapéus refletem o que cada um é. Houve chapéus de toda a forma e feitio, uns melhores outros piores, mas cada um fez o que pôde.

No dia 25 de novembro celebra-se em França o dia de “Santa Catarina” onde mulheres, com idade até 25 anos, desfilam com o seu chapéu, reflectindo a sua personalidade, para encontrar marido para casar. Isto tentou-se reproduzir na escola, só que obviamente ninguém estava à procura de marido!

Acho que o desfile veio alegrar um pouco a escola, pois todos os alunos e professores se juntaram para ver os seus colegas e alunos desfilar. Acho que devia haver mais eventos e iniciativas como esta na escola.

Filipa Esteves Quadrilheiro nº10 7ºD


O desfile Les Catherinettes foi um êxito. Foram mais de vinte e cinco alunos do 7º ano a desfilar pela rampa da escola D.Carlos I. Havia chapéus de todos os feitios. Alguns alunos pareciam ter uma horta na cabeça, outros pareciam que bebiam enquanto desfilavam, foi uma grande diversão!
No desfile havia música. Estava lá presente a Diretora da escola que elogiou a professora Paula Ponte (a Professora Paula Ponte foi quem organizou o desfile com a ajuda dos alunos e de alguns Professores). Havia fitas amarelas e verdes por todo lado a decorar a rampa da escola, a entrada do desfile, nos chapéus dos alunos e em muitos outros locais da escola. Os alunos estavam vestidos de preto (calças, camisola e ténis), e usavam chapéus verdes e amarelos na cabeça. 
Pela felicidade dos alunos do 7º ano percebeu-se que este tinha sido o melhor desfile de sempre. Mais de metade da escola assistiu ao desfile e alguns alunos arrependeram-se de não participar, ou queriam participar mas não eram do 7º ano.
Existem rumores que dizem que os alunos, embora envergonhados, querem repetir o desfile, por terem gostado tanto do primeiro.

Beatriz Teixeira nº4 7ºD


Eu chamo-me Matilde e venho dar a minha opinião sobre o desfile " Les Catherinettes ". Eu não participei, por minha livre vontade, mas estive o tempo todo lá a filmar. Para mim acho que foi giro e criativo pois os alunos fizeram os seus próprios chapéus ou compraram-nos e personalizaram-nos. Mas o que interessa é que toda a gente fez os seus próprios chapéus! Os chapéus foram feitos pelos alunos do 7°ano e alguns por alunos do 8°ano.
A Professora Paula Ponte esteve muito bem ao ter tanta paciência e carinho para fazer esta festa sobre uma festividade Francesa e ter arranjado músicas Francesas. Esta festa comemora-se em França para as pessoas que estão solteiras com mais de 25 anos. Neste desfile a Professora de Educação Visual também participou, fazendo flores com os seus alunos do 7°ano.

Matilde Palha nº24 7ºE


No dia 28 de novembro, ocorreu o mais magnífico desfile de chapéus “Les Catherinettes” de sempre. Os alunos do 7º ano fizeram chapéus muito bonitos para o desfile. O desfile foi preparado pelos alunos e pela excelentíssima Professora Paula Ponte. Muitos dos alunos que fizeram os chapéus desfilaram, como foi o meu caso.
O desfile começou à uma da tarde e os alunos desfilaram no meio dos quatro pavilhões numa rampa que há na escola e que foi enfeitada com as mesmas cores dos chapéus: amarelo e verde. Enquanto decorria o desfile a Professora Paula Ponte passou várias músicas Francesas. 
Na minha opinião adorava que este desfile magnífico* acontecesse mais vezes. Foi uma ideia maravilhosa. Obrigado professora Paula Ponte!

Jaime Antunes nº14 7ºE


Olá! Eu sou o Gonçalo Taborda e hoje estou aqui para descrever o desfile que aconteceu ontem, dia vinte e oito de outubro pelas 13h 15min. Eu adorei e gostaria que se voltasse a repetir. As professoras de Francês e E.V. prepararam muito bem o desfile e fizeram uma bela apresentação do que íamos representar.

Nós, os alunos, ficámos encarregues de escolher os chapéus que queríamos utilizar para fazermos o desfile. A Professora de Francês utilizou músicas francesas e nós interpretamo-las muitos bem. O desfile das Catherinettes festeja-se todos os anos no dia 25 de novembro. As mulheres solteiras com mais de 25 anos desfilam com os chapéus que fazem com bastante empenho. Adorei e será uma brincadeira que nunca me irei esquecer!  


                                                                                                    Gonçalo Taborda 7ºE Nº10





Olá eu sou o Tomás e estou aqui para exprimir os sentimentos que tive quando estava a desfilar. Antes de mais parabéns à minha professora Paula Ponte que teve um trabalho e uma ideia fantástica. 

Eu adorei aquele momento em que usei o chapéu que fiz. Foi um momento de alegria em que também senti um pouco de fama, porque não é todos os dias que tens montes de pessoas a verem-te a descer uma rampa com um chapéu. Foi uma experiência única e fantástica. É daqueles momentos que ficam na tua cabeça e tu nunca mais te esqueces. 

Tive colegas meus que não quiseram desfilar com vergonha. Qual vergonha? Nós somos todos crianças! Temos é que nos saber divertir e brincar. Eu adorei e acho que foi “brutal”. Adorei foi algo que nunca irei esquecer. Foi sem dúvida uma experiência fantástica. Obrigado!!!

Volto a reforçar a ideia que os meus colegas que tiveram vergonha não deviam ter, porque isto pode ter sido uma experiência que eles nunca mais poderão voltar a ter! Mais uma vez volto a agradecer à Professora por nos dar esta oportunidade de alegria, fama e felicidade.

Tomás Carvalho Caravaca Nº26 7ºE









As Catherinettes comemoram-se em França no dia 25 de novembro, mas a escola D.Carlos I comemorou esta data no dia 28, pois dia 25 foi um sábado. Neste dia as raparigas com mais de 25 anos de idade saem à rua com um chapéu verde e amarelo e procuram arranjar marido.
A escola D.Carlos I fez um desfile com todos os sétimos anos em que cada aluno tinha que fazer um chapéu verde e amarelo para o desfile, embora alguns chapéus não apresentassem estas cores. 
A música foi alegre e muito bem escolhida. Estiveram muitas pessoas a assistir e adoraram.

          Carolina Teles nº6 7ºE

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO LISBON & SINTRA FILM FESTIVAL

No dia 22 de novembro e no âmbito do Lisbon & Sintra Film Festival, as turmas do 8.º A, 8.º B, 8.º C, 8.º D, 8.º E, 8.º F e 8.º G, deslocaram-se ao Centro Cultural Olga Cadaval a fim de participaram numa sessão especial reservadas a Alunos e Professores.


Assim, para além da sua extensa programação, aberta ao público em geral, o LEFFEST organizou,  do ensino pré-escolar ao ensino secundário, um conjunto de sessões especialmente dedicadas à comunidade no âmbito do projeto "Serviço Educativo".

Assumindo a sua importância e responsabilidade na formação e desenvolvimento do público infantil e juvenil, o festival pretendeu, através do programa desenvolvido, proporcionar momentos de fruição, reflexão e discussão do cinema, estimular o gosto artístico e o pensamento crítico, encorajar a participação ativa da comunidade. 

Com base nessa premissa, os alunos do 8.º ano da EB D. Carlos I aceitaram este repto participando numa sessão exclusiva que teve  como ponto de partida a questão: Poderá a magia de um festival de cinema ser capaz de evocar os tempos áureos da sétima arte a uma geração que cresceu com ela?

Após o visionamento de um dos melhores filmes portugueses do ano, Todos os Sonhos do Mundo, que acompanha as aventuras de uma jovem rapariga pertencente à segunda geração de emigrantes em França, a sessão foi seguida de uma conversa dinamizada por Catarina Claro, Educadora Artística e Mediadora de Leitura.


TODOS OS SONHOS DO MUNDO
Portugal, 2017, 108’
um filme de LAURENCE FERREIRA BARBOSA

com Paméla Constantino Ramos, Rosa da Costa, António Torres Lima
Mélanie Pereira, Lola Vieira, Alexandre Prince, David Murgia

[Paméla é uma jovem portuguesa da segunda geração, nascida em França.
No emaranhado das suas contradições, dos seus insucessos e do amor absoluto pela
sua família, sente-se perdida e parece estar incapacitada de imaginar como poderia
viver a sua vida... Sobretudo porque só gosta de tocar piano e patinar no gelo.
Vai, contudo, desbravar o seu próprio caminho entre França e Portugal.]

BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO CONCURSO LITERACIA 3D

O Concurso Literacia 3D, da responsabilidade da Porto Editora, é um desafio nacional dirigido aos alunos do 7.º ano cujo objetivo é o de avaliar as competências dos alunos na dimensão da leitura. 


Com base em provas interativas disponibilizadas através da plataforma online Escola Virtual, o desafio decorre durante o ano letivo em três fases – local, distrital e nacional. 

Assim, e após uma sessão de preparação para a prova realizada no dia 21 de novembro entre as 11.45h e as 13.15h, nove alunos selecionados de entre as várias turmas do 7.º ano, realizaram a prova a nível local. 

A mesma realizou-se na Biblioteca Escolar D. Carlos I, no dia 22 de novembro de 2017, entre as 10.50h e as 11.35h e foi supervisionada pela Coordenadora das Bibliotecas Escolares do AE D. Carlos I. Todos os alunos participantes receberam um diploma de participação. 







Em breve saberemos quem dos nove magnifícos representará a escola  a EB D. Carlos I a nível distrital!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

CONCURSO MEDIAÇ@O

Sucede ao anterior 7 Dias, 7 Dicas sobre os Media o concurso Media@ção.

Este novo concurso na área da educação para os media apresenta os mesmos objetivos de fomentar o uso crítico, responsável e criativo dos media.

Descobre no Regulamento Media@ção 2018, todas as novidades: a criação de narrativas em vez de dicas e exclusivamente em formato vídeo, spot publicitário ou podcast; os temas a tratar em 2017-2018; e a possibilidade de cada Escola/ Agrupamento candidatar o n.º de trabalhos que entender.

A data limite para envio dos trabalhos é o dia 23 de março de 2018. Qualquer esclarecimento deve ser solicitado através do endereço <media@mail-rbe.org>.



Conhece AQUI o regulamento do Concurso Media@ção 2018!

HORA DO CONTO COM "A FILHA DO GRUFALÃO"








terça-feira, 31 de outubro de 2017

VENCEDORES DO CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DO MIBE 2017

Divulgamos os vencedores do Concurso de Escrita Criativa do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares 2017, obrigatoriamente subordinado ao tema “LIGANDO COMUNIDADES E CULTURAS”. 

Assim sendo, as grandes vencedoras do 3.º Ciclo foram as alunas Beatriz Teixeira do 7.º D  - que nos contemplou com um texto escrito em Português e em Inglês e vos deixará certamente com água na boca - e Débora Martins do 9.º C - que nos demonstra, através de um texto muito pessoal, como a sua religião também faz parte da sua cultura. 

A vitória no segundo ciclo foi atribuída ao aluno Afonso Calazans do 5.º C!



“LIGANDO COMUNIDADES E CULTURAS”

Numa tarde, um avião acabara de aterrar em Portugal e quatro pessoas, duas raparigas e dois rapazes, saíram do avião. Todos eles eram aspirantes a master chefs. Uma das raparigas era a Chahna. Era morena de olhos castanhos cor de mel e vinha da índia. A outra era a Nicole. Era loira de olhos azuis e vinha da Austrália. Um dos rapazes era o Cristovan. Era moreno de olhos verdes e vinha da Colômbia. O outro era negro de olhos pretos, vinha de Angola e chamava-se Bandele.
O Cristovan disse “Hola!”, mas ninguém percebeu, por isso apresentou-se em Inglês:
-Hi! I’m Cristovan!
- Hi! I’m Chahna!
-Hello! I’m Nicole.
-Hello! I’m Bandele.
Passaram-se vários minutos de conversa, até que Bandele se lembrou de perguntar:
-Where are we going to sleep?
-Surprise! - Disse a Nicole – I have rented a house for the four of us!
-Good idea! – exclamou Chahna.
E lá foram eles para a casa acabadinha de alugar. Ficaram lá quatro dias e no quinto de manhã foram-se embora.
Os quatro amigos combinaram que todos os dias cada um falaria das melhores e mais saborosas comidas do seu país.
Assim, no primeiro dia o Cristovan disse:
-In Colombia we eat ajiaco, coconut rice and patacones. We eat more things, but these are just traditional. – Comentou o Cristovan .
Como todos ficaram impressionados com as comidas típicas da Colômbia, pediram ao Cristovan que fosse ele a cozinhar ao almoço e ao jantar. O Alex cozinhou o “ajiaco” e arroz de coco.
No dia seguinte Bandele falou de Angola:
-In Angola we eat calulo, funge and beans with palm oil. We eat a lot more things but this is the typical food.
Todos ficaram de boca aberta. Bandele percebeu que eles queriam provar as iguarias típicas de Angola, por isso ele cozinhou-lhes também o almoço e o jantar. Todos adoraram o “calulo” e o feijão com óleo palma.
Na terceira noite Chahna falou da Índia:
-In India we eat Samosa, biryani, thali and pani puri. These are just four typical dishes, but in India there are so many more!
Todos ficaram a adorar a Índia depois de provarem alguns destes pratos tradicionais ao almoço e ao jantar daquele dia.
No quarto dia a Nicole falou da Austrália:
-If you ever make it to Australia, you cannot get out of it without tasting meat pie, reas lamb and Australian puree.
O Cristovan até se babou e por isso a Nicole fez-lhes o famoso borrego com puré Australiano e tarte de carne.
No quinto dia de manhã todos se despediram e voltaram aos seus países, prometendo voltar dali a um ano para continuarem a partilhar muitas e deliciosas receitas!
Até lá teriam de se contentar com a Internet para continuarem a sua amizade além-fronteiras!

Beatriz Teixeira
7.º D



“LIGANDO COMUNIDADES, CULTURAS E RELIGIÕES”

O meu nome é Débora e tenho dezasseis anos. Nasci em África e sou cristã. As pessoas viram-se para mim e perguntam: Católica? E eu digo: Não, cristã! Qual é a diferença? Não é a mesma coisa? Persistem elas. 
Depois de uma hora de explicações, elas dizem que percebem, mas pelas caras que fazem vê-se logo que não entendem nada. Mas até eu, que sou cristã, me questiono às vezes. O que significa realmente ser cristão? Fiz algumas pesquisas, perguntei a certas pessoas, li algumas histórias da Bíblia. Depois de obter a informação que precisava, consegui ter uma resposta e quero partilhá-la com todos os que têm dúvidas ou estão simplesmente curiosos.
Ser cristão não é simplesmente fazer o bem e evitar o mal, crer em Deus, cumprir com determinados ritos, aceitar algumas verdades, seguir uma tradição ou preparar-se para a vida eterna. Ser cristão é seguir Jesus, reconhecê-lo como Senhor, aceitar o seu projecto, seguir o seu estilo evangélico, fazer parte da sua comunidade, viver sob a força do Espírito Santo! 
Sinto que nos tempos em que vivemos, principalmente os mais jovens, têm medo, e vergonha, de dizer aos amigos ou às pessoas em geral, que são cristãos, que acreditam em Deus. E o meu conselho para eles é: Não tenhas vergonha daquilo que és e daquilo em que acreditas! Na Bíblia, na história de Pedro 4:16 pode ler-se: “Se porém, padecer como cristão, não se envergonhe; pelo contrário, glorifique a Deus por ter este nome.”

Débora Martins
9.º C

“LIGANDO COMUNIDADES E CULTURAS”

Um espanhol chamado Alonso foi viver para França porque o pai tinha sido promovido no seu trabalho.

      Quando o Alonso chegou estava muito nervoso porque não sabia os costumes franceses nem como seria a sua integração escolar.

     Na escola conheceu o Philippe, um miúdo pacato que se disponibilizou a ajudá-lo no que precisasse. 

      Alonso aceitou e concordaram aprender os costumes e culturas de cada país. Passado esse momento iam para a biblioteca todas as tardes estudarem sobre o país um do outro.

      Eles, quando chegavam a casa, diziam aos pais o que tinham aprendido e, é claro, os adultos também gostam de aprender coisas novas.

     O Alonso e o Philippe guardaram esta grande amizade para todo o sempre.

Afonso Calazans
5.º C

Parabéns e continuem a concorrer!!!

LEITURAS MALDITAS NA BECRE

Desde tempos ancestrais que se realizam diversos cultos de celebração da vida dos antepassados. O Halloween, uma exportação dos Estados Unidos que popularizaram a comemoração, é uma reminiscência de tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C.


Originalmente, o Halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão"). 

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos.

Na Biblioteca Esolar D. Carlos I e no dia 31 de outubro, os alunos Monitores quiseram dar vida a esta tradição, tendo para isso organizado um "Chá com Letras Malditas na BECRE".  

Os alunos leram a história de Jack o'Lantern ou Jack da Lanterna - quando o pobre Jack alumiava o caminho com uma vela dentro dum nabo algures nos caminhos sombrios da Irlanda por ter enganado o diabo - e ficaram a conhecer a origem Europeia do "Dia das Bruxas".

Alguns monitores leram lendas aterradoras sobre a Serra de Sintra e outros houve que contaram histórias de terror. 

Para além da componente pedagógica de promoção da leitura, este Chá com Letras constituiu-se como um momento de partilha e de reforço dos laços de amizade entre todos os alunos Monitores da Biblioteca Escolar. Sem dúvida contribuiu também para aumentar o seu sentido de presença a esta comunidade escolar e à família D. Carlos I. 












VENCEDORES DOS BIBLIOCONCURSOS DE OUTUBRO 2017

VENCEDORES DO CONCURSO DE DESENHO DO MIBE 2017_2018

Luana Machado Coutinho e Francisco Alves de Almeida, ambos do 2.º A da EB1 D. Carlos I, alcançaram o 1.º lugar ex-equo do Concurso de Desenho realizado no âmbito das celebrações do Mês das Bibliotecas Escolares 2017.



Parabéns pelos vossos magnifícos desenhos que tão bem ilustram o tema proposto este ano pela IASL - Ligando Comunidades e Culturas!




segunda-feira, 23 de outubro de 2017

EXPOSIÇÃO "NO INÍCIO ERA A SEMENTE" DO CCVS

EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO CENTRO DE CIÊNCIA VIVA “NO INÍCIO ERA A SEMENTE” ESTEVE PATENTE NA BECRE D. CARLOS I

Toda a vida vegetal nasce de uma semente


O Centro de Ciência Viva de Sintra realiza ao longo do ano diversas atividades de divulgação da ciência, nas suas instalações, em escolas ou noutros locais mediante solicitação. Deste modo, entre as iniciativas preparadas para apresentação nas escolas estão as exposições temáticas interativas que incluem as chamadas atividades de mão na massa.


Assim, por iniciativa dos Professores da EB1 D. Carlos I, esteve patente na Biblioteca Escolar D. Carlos I, no período de 9 a 23 de outubro de 2017, a exposição “No início era a Semente” que conta a história de uma semente, desde a sua formação até se tornar numa planta adulta



A exposição, composta por módulos interativos, e apesar de convidarem à descoberta da ciência de forma muito simples e intuitiva, foi orientada pelos Professores Luís Malveiro junto de todos os alunos do 1.º Ciclo da escola sede, e pela Professora Bibliotecária da EB D. Carlos I junto dos alunos do Pré-Escolar e dos Cursos de Educação e Formação. 

Num périplo cheio de jogos e de elementos tácteis e audiovisuais, os alunos tiveram a oportunidade de ficar a conhecer mais sobre a polonização direta, indirecta e cruzada, distinguir entre sementes tratadas e não-tratadas, observar o processo de germinação das sementes até à formação da plântula e a sua evolução até à fase adulta, voltando-se de novo à formação da nova semente e à continuidade do ciclo da vida vegetal. Os alunos puderam ainda identificar diversos tipos de sementes e associar sementes a ingredientes usados na confeção de alimentos.  




Os alunos do JI também participaram:



Face ao sucesso da exposição "No início era a Semente", patente para mais de mais de 1067 alunos, dos quais 218 participaram em visitas guiadas, os Professores do 1.º Ciclo da escola sede irão promover a dinamização da Exposição “Há vida na terra/ Plantas/ Luz / Solo”. A mesma, novamente através de atividades de mão na massa, ajudará os pequenos cientistas a compreender como o solo é um recurso indispensável à vida humana e vegetal; como a vida na terra depende da energia da luz solar; e como, por sua vez, as plantas transformam a energia solar em energia química. 

Por fim, e dando continuidade pedagógica à atividade, os alunos do 1.º Ciclo irão, com a ajuda do Professor Luís Malveiro, construir diversos tipos de germinadores caseiros. Esperamos em breve partilhar aqui os resultados das suas experiências científicas!