sexta-feira, 1 de junho de 2018

EXPOSIÇÃO CIÊNCIA PELA ARTE

“Ciência pela Arte” é um projeto de Ciências Experimentais iniciado no passado ano letivo com algumas turmas do 4º ano do nosso Agrupamento e que teve continuidade este ano com as turmas do 1º ano da Escola EBI da Várzea e duas turmas da Escola EBI D. Carlos.

Este projeto pretende promover nos alunos o gosto pela Ciência e incentivar a capacidade de questionar o meio que os rodeia, encontrando respostas através das mais variadas atividades experimentais como forma de compreender os processos naturais.


A criatividade é estimulada através da realização de desenhos e outras formas de explorar e comunicar o que descobrem.


O tema deste ano foi “As plantas”, tendo os alunos observado e estudado a variedade de formas, cores e tamanho das folhas e seus vasos condutores, as sementes, a germinação e o desenvolvimento da planta condicionado por alguns factores como a luz. Foram ainda realizadas pinturas com tintas naturais de plantas e elaborado um herbário com plantas da escola e com folhas de papel que os alunos reciclaram. 


Alguns dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos foram expostos no final do ano letivo a toda a comunidade escolar no átrio da BECRE, com materiais criados pelos alunos durante o seu processo de aprendizagem.

Professoras Ana Fonseca e Elsa Florêncio 













quarta-feira, 30 de maio de 2018

VENCEDORES BIBLIOCONCURSOS MAIO 2018


PROJETO CRESCER SAUDÁVEL E O COELHINHO BRANCO

No âmbito do Projeto Crescer Saudável e mais concretamente nos dias 22 e 30 de maio, foi a vez de os alunos da Sala 2 e 1, respetivamente, conheceram a história de O Coelhinho Branco de António Torrado



No final de um teatrinho de fantoches que tinha como protagonista um coelhinho que gostava muito de caldinhos, chegou a altura de aprender a confecionar um bolo de cenoura com cobertura, porque nem só de caldinho vivem os coelhos.

De referir que este era um muito pouco calórico bolo de cenoura e que incluía ingredientes saudáveis: açúcar amarelo, em vez do açúcar branco refinado, e cacau, em vez do habitual chocolate de leite em pó,  e um legume. 

Assim, cada menino recebeu um conjunto de ingredientes que teve de colocar nos sítios certos consoante a quantidade necessária para cada um. 




A sessão culminou com a canção do coelhinho e uma divertida coreografia ideal para gastar as calorias de qualquer bolo de cenoura. 



segunda-feira, 23 de abril de 2018

DIA MUNDIAL DO LIVRO_VENCEDORA DO CONCURSO "MIÚDOS A VOTOS" 2018

Realizou-se no passado dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, a eleição dos livros defendidos pelos alunos participantes no concurso da Visão Júnior "Miúdos a votos: Vota nos livros mais fixes!":

A aluna cuja campanha eleitoral lhe rendeu mais votos foi a aluna Joana Ramiro, do 5.º C. A mesma recebeu uma enciclopédia juvenil ilustrada pela sua participação.

Parabéns Joana! Nunca te esqueças de ler, e também, de continuar a defender aquilo em que acreditas!








segunda-feira, 16 de abril de 2018

EB D. CARLOS I NA FASE REGIONAL DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2018

A leitura e a escrita melhoram as aprendizagens, a participação social e a cidadania ativa.


Decorreu no passado dia 16 de abril a segunda fase do Concurso Nacional de Leitura. O aluno que representou a escola – Gonçalo Ferraz Antunes – ficou em 1.º Lugar Suplente. 

O mesmo obteve 100% na prova. Todavia e para efeitos de desempate, o Júri selecionou outra aluna da EB António Sérgio através da análise da pergunta de desenvolvimento.


De todas as formas, o Guilherme Pires Ferraz Antunes, aluno do 4.º B da EB 1 D. Carlos I, está de Parabéns e representou a nossa escola como gente grande!








Há dias assim de Margarida Fonseca Santos foi a obra selecionada para esta fase para os alunos do 1.º Ciclo.





sexta-feira, 23 de março de 2018

DIA DA CIDADANIA NA BECRE

"Assinar uma petição, salvar uma vida! - Defesa dos Direitos Humanos
com a Amnistia Internacional"
“Cidadania e Desenvolvimento”

A Rede de Bibliotecas Escolares à qual a BECRE D. Carlos I pertence desde 2007, deu início a uma colaboração com a Amnistia Internacional, como forma de promover ações no âmbito da Cidadania e em articulação com a disciplina “Cidadania e Desenvolvimento”. 


Assim sendo, e para este primeiro dia - 23 de março de 2018 - dedicado à Cidadania e Desenvolvimento na EB D. Carlos I, a Biblioteca Escolar em articulação com as Diretoras de Turma do 9.º B, Armanda Alves, e 9.º G, Margarida dos Santos, promoveu a atividade "Assinar uma petição, salvar uma vida! - Defesa dos Direitos Humanos com a Amnistia Internacional".

Milhões de pessoas em todo o mundo assinam petições em prol de pessoas e comunidades em risco. Esta iniciativa teve por isso mesmo como objetivo chamar a atenção para estes casos, o que poderá resultar numa melhoria das condições de pessoas e comunidades em risco.


Para além de terem exposto cartazes e apresentado vídeos sobre os direitos humanos, os alunos tiveram a oportunidade de participar numa sessão orientada pelo jornalista e ativista Fernando Sousa,  representante da Amnistia Internacional em Sintra , Grupo 19, e a quem muito agradecemos por ter partilhado connosco a sua experiência e deixado um exemplo de grande cidadania. 


No final desta Sessão de Educação para os Direitos Humanos que contemplou a apresentação de casos de vítimas de tortura, prisioneiros de consciência, pessoas que enfrentam a pena de morte ou outras violações dos direitos humanos, os alunos foram incentivados, no caso de concordarem com os casos apresentados, a assinar petições online que buscam chamar a atenção pública e apoiar a pressão aos governos levada a cabo por esta e outras organizações de defesa dos direitos humanos.

A participação online é tão simples! Todas as pessoas poderão assinar em /https://www.amnistia.pt/peticao/

Os resultados destas campanhas têm sido impressionantes. Não só as taxas de participação são muito elevadas como têm obtido uma enorme eficácia: há acusações que caem; há casos em que o tratamento se torna menos agressivo; existem leis ou regulamentos que dizem respeito ao problema que são introduzidos; existem pessoas que são libertadas. 

A sessão culminou com a leitura do poema do Pastor Martin Niemöller, um dos combatentes do nazismo, que veicula a mensagem do quanto é nocivo ficarmos de braços cruzados perante as injustiças, ou parafraseando Martin Luther King, preocupante não é o grito dos maus mas o silêncio dos bons.


E já sabe, assine uma petição e salve uma vida!








quinta-feira, 22 de março de 2018

ATELIERS DE ESCRITA CRIATIVA COM BASE EM CURTAS METRAGENS

Pelo terceiro ano consecutivo, a Biblioteca Escolar D. Carlos I participou no Plano Nacional de Cinema. 

O Plano Nacional de Cinema (PNC) está previsto como um plano de literacia para o cinema e de divulgação de obras cinematográficas nacionais junto do público escolar e pretende formar públicos escolares, despertando nos jovens o hábito de ver cinema, bem como valorizá-lo enquanto arte junto das comunidades educativas.



No âmbito do Plano Nacional de Cinema e no 7.º ano, a Professora Cristina Didelet, elemento da Equipa PNC da EB D. Carlos I, dinamizou seis “ATELIERS DE ESCRITA CRIATIVA COM BASE EM CURTAS METRAGENS” nas seguintes datas: 26 outubro (7.º A); 23 novembro  (7.º B); 14 dezembro (7.º C);25 de janeiro (7.º D); 22 fevereiro (7.º E); e 22 março (7.º F). 
A metodologia usada foi a de mostrar o início de uma curta-metragem, suspender o seu visionamento no que em cinema se costuma apelidar de cliff hanger, e depois pedir aos alunos para desenvolverem o resto das histórias. No final da produção escrita os alunos comparavam a sua história com o enredo original do filme, dando origem a uma análise do filme e da sua mensagem.

As curtas-metragens usadas foram Kismet Diner ou Cupido, Uma História de Amor de Mark Nunnuley; A Caixa de Jeziel Bueno;  História Trágica com Final Feliz de Regina Pessoa e The Missing Dog da Globe Telecom. 


Eis algumas dessas produções escritas:



Escrita criativa: kismet Diner de Mark Nunnuley

O filme Kismet Diner ou Cupido, Uma História de Amor de Mark Nunnuley fala-nos de uma jovem e bonita empregada de café que todas as noites canta para os seus clientes que adoram ouvi-la. Um dia apaixona-se por um cliente que durante as suas atuações se mantem impávido e sereno.
Não percebendo a razão da sua indiferença, e para que ele repare nela, decide então levar uma vida profissional perfeita, não dar nas vistas, mas sobretudo estabelecer contacto de alguma forma com esse homem misterioso.

Entretanto, Paulo, o indivíduo apenas interessado nos seus livros e desinteressado em Laura, tinha sabedoria literária profunda mas precisava de saber como era aproveitar a vida, conhecer o livro em que ele era o escritor e onde tinha de escrever o rumo da sua própria história.
Havia passado uma semana, sem frutos do esforço da jovem Laura, que estava agora ciente que apenas tinha de ser ela própria para impressionar este homem, não com a personalidade de outra pessoa, mas sim com a sua única e maravilhosa personalidade.

Paulo continuava na sua prisão, na prisão feita por si mesmo para o prender e separar da vida, até que a voz de Laura derrubasse as ditas grades.
Era a noite, a noite da grande atuação para que Laura havia treinado e se tinha esmerado para que corresse perfeitamente, a noite onde iria ter a bênção do Cupido. Então, após a asua atuação, e como que por magia, um amor intenso despertou em Paulo. Estava “livre” e tinha-se apaixonado!
No dia seguinte, já o mundo literário era passado e já a relação com Laura estava viva e iria durar longos anos.
                                                                                       Martim Cabral 7ºE


Escrita criativa: História Trágica com Final Feliz de Regina Pessoa





O filme Historia Trágica com Final Feliz fala-nos de uma menina cujo coração batia tão forte que perturbava o dia-a-dia de todos os que o ouviam. Este barulho, segundo a menina, devia-se ao facto de ela ter um coração de pássaro. E se de início este barulho incomodava toda a gente, rapidamente se tornou tão habitual que já ninguém reparava nele.

Um dia a menina sentiu-se triste pois já ninguém reparava nela. Decidiu então partir com a sua bicicleta, como costumava fazer antigamente, só que desta vez sem volta.
A menina com coração de pássaro enfrentou ventos e chuvas. Não sabia quando iria voltar mas sabia que quando voltasse iria ser uma pessoa mudada. Disso tinha ela a certeza! Ela estava sempre a pensar em quando chegaria ao seu destino. Era cada vez mais difícil suportar aqueles ventos.
Passaram alguns dias. Ela já estava cansada de andar de bicicleta, já estava com feridas nos pés e nas mãos de tanto andar, e não havia água para beber, quando avistou ao longe uma luz. Como não sabia o que era, decidiu ir ver.
Quando lá chegou encontrou uma cabana abandonada com armários partidos e coisas velhas. Ela procurou uma caixa de primeiros socorros e encontrou-a. Desinfetou as feridas. Como já tinha escurecido, a menina ficou ali até de madrugada. Depois pegou nas suas coisas e partiu.
Nesse mesmo dia chegou ao seu destino, o castelo do Feiticeiro, a quém pediu que a transformasse num pássaro e este assim fez.
Ela bateu as asas e voou, sentindo-se finalmente livre!
                                                                                                            Inês Teles, 7ºD


Escrita criativa- “A Caixa” de Jeziel Bueno

O filme A caixa fala-nos de uma jovem que, um dia, estando no seu quarto, se apercebe que a caixa que está no seu quarto produz um barulho estranho. Aproxima-se, curiosamente, para tentar perceber o que se passa, deitando objetos para dentro da caixa que, aparentemente, são engolidos por esta.
Então ela, curiosa e corajosa, meteu a mão dentro da caixa para ver o que lá teria ou simplesmente para descobrir até onde iria o buraco com o qual se intrigava. O buraco era frio e húmido. Ela cada vez enfiava mais e mais o braço…ate que encontrou finalmente uma coisa … ERA OUTRA MÃO!!!  Ela continuava a puxar e a puxar e foi saindo, não só a mão mas também o braço, e o corpo e a cabeça! ERA UMA PESSOA!!! Essa pessoa tinha uma máscara que lhe tapava o rosto…mas faltava-lhe tirar um braço. Enquanto lentamente a pessoa ia tirando o seu braço, a jovem apercebeu-se de que ele teria uma coisa na mão…que era…um pastel de feijão. E ele muito educadamente deu-lhe o tal pastel.
Ela agradeceu e convidou-o a sair da caixa, mas havia um problema… É que a pessoa da máscara não tinha pernas, logo não iria conseguir sair. Mas ele sugeriu outra hipótese, que seria a de ser ela a entrar na sua caixa. Não lhe dando margem para dúvidas, agarrou-a e puxou-a com força para dentro da caixa. A caixa era muito escura, fria e húmida, mas de alguma maneira ela sentia-se bastante confortável ao sentir um ventinho quando estava a ser puxada para baixo.
    Até que houve um fim nesse buraco infindável. Bateu com força nesse chão e desmaiou… Quando acordou estava em casa, no sofá onde minutos antes jogava no seu telemóvel… Teria tudo sido um sonho? Só sabia que não estava lá nenhuma pessoa… mas esperem… o que é aquilo que se esconde por debaixo da mesa onde está a caixa? … É… é… a pessoa!!!

                                                              André Travassos Leite 7.º B

Escrita criativa- The Missing Dog

O filme The Missing Dog fala-nos de um senhor que, um dia, estando a passear num parque encontra um cãozinho perdido. Aproxima-se deste e leva-o para sua casa. O tempo vai passando e o senhor trata dele afetuosamente, como se de uma criança se tratasse. O Natal aproxima-se, e o senhor, sempre na companhia do cãozinho, trata alegremente da casa e da árvore de Natal, preparando a época festiva que se aproxima.
Mais tarde, ao passear pelo parque depara-se com um cartaz com a fotografia do “seu” cão, apercebendo-se de que alguém procurava pelo seu novo amigo.
Decide então ir a casa da senhora que o procurava e devolver o cãozinho. Quando chega a casa da senhora, vê-a e é amor à primeira vista.
Ao ver o seu cãozinho, ela diz:
_ O meu cão!!!
_ Sim, tome. Achei que era o melhor a fazer - responde o homem.
O homem, a partir daí, todos os dias vai ver o cão, mas no fundo só ia visitar o cãozinho para poder vê-la. Até que um dia, a dona do cãozinho convida-o para um jantar em sua casa e para o qual o senhor vestiu o seu melhor fato.
Quando entrou em casa surpreendeu-se porque esta tinha uma casa luxuosa. Comeram arroz de pato com vinho do Porto e depois um soufflé. Quando se preparava para sair de casa da dona do cãozinho, reparou numa fotografia em que a senhora estava no Vietname.
_ Minha querida Anabela! És tu?!_ Exclamou ele ao perceber que ela era a pretendente que deixou no Vietname antes de poder pedi-la em casamento.
Decide então pedi-la imediatamente em casamento. E ela, ao lembrar-se dos tempos passados da sua juventude, aceita. E viveram felizes para sempre… com o cãozinho!

                                                                    Rodrigo Rocha, 7.º C

terça-feira, 20 de março de 2018

CONCURSO CONTA-NOS UMA HISTÓRIA!

No âmbito das comemorações da Semana da Leitura 2018, a Biblioteca Escolar D. carlos I decidiu mais uma vez participar no concurso "Conta-nos uma história".

A 9.ª edição do concurso "Conta-nos uma história!" é uma iniciativa do Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027), em parceria com a Microsoft, a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) e a Rádio ZigZag.

A mesma propõe fomentar a dinamização de projetos desenvolvidos pelas escolas, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo e a produção colaborativa de uma história original ou no reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).

Deste modo, alunos do 3.º A e do 1.º e 4.º A da EB1 D. Carlos I juntaram-se à Professora Bibliotecária da escola sede para recontar a história de "O Peixinho Arco-Íris". O reconto em forma de diálogo dramatizado, e na categoria de língua Portuguesa, fez recurso a meios digitais - áudio e vídeo - e decorreu de uma atividade colaborativa entre os alunos Monitores da BECRE e os alunos do Jardim de Infância. 

Pretendeu-se com esta participação promover a apropriação da tecnologia digital no desenvolvimento das literacia; desenvolver e aprofundar, nos alunos participantes a competência de leitura expressiva; e promover a utilização dos recursos educativos e a utilização da Biblioteca Escolar.

Também, "O ato de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos destes níveis de educação e ensino, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores quer nas atividades de caráter mais lúdico."



De igual modo, ao apresentarmos o nosso trabalho, estamos também a cumprir o objetivo de divulgar e partilhar com a Comunidade Educativa os recursos educativos desenvolvidos nas várias escolas.

No final do mês de maio saberemos quem foram os felizes vencedores. No entanto, e atendendo ao exposto, consideramos que este é já um projeto vencedor.

Elenco:

Narrador 1: Joana Botelho, 1.º e 4.º A

Narrador 2: Duarte Calains, 3.º A

Narrador 3: Professora-Bibliotecária

Peixe Arco-Íris: Guilherme Nunes, 1.º e 4.º A

Peixinho Azul: Duarte Calains, 3.º A

Estrela: Micaela Rodrigues, 1.º e 4.º A

Polvo: Lourenço Peres, 3.º A

Peixe 1: Beatriz Bragança, 3.º A

Peixe 2: Catarina Rocha, 3.º A

Peixe 3: Chantelle White, 1.º e 4.º A

Peixe 4: Lara Godinho, 3.º A

Peixe 5: Patrícia Vieira, 3.º A

Peixe 6: Pedro Salgueiro, 3.º A

Peixe 7: Rafael Mano, 3.º A 

segunda-feira, 19 de março de 2018

CONCURSO "SPELLING BEE" NA EB D. CARLOS I

O Subdepartamento de Inglês da EB D. Carlos I realizou no dia 19 de março de 2018 a primeira edição do concurso “Spelling Bee” para todos os alunos do 5.º ao 9.º ano.




Da parte da manhã fizeram parte do Júri as Professoras Maria Mendes Matos, Fátima Silva e Marisa Almeida e participaram os alunos do 5.º, 6.º e 7.º anos.

No período da tarde fizeram parte do Júri as Professoras Armanda Alves, Sandra Pratas e Marisa Almeida e participaram os alunos do 8.º e 9.º anos.


O concurso, que constituiu uma novidade para a Comunidade Educativa, teve por base o Concurso Nacional de Soletração levado a cabo anualmente nos Estados Unidos da América.


Milhares de jovens norte-americanos participam todos os anos neste concurso em que várias crianças têm de soletrar corretamente as palavras propostas por um Júri – muitas delas desconhecidas até para adultos. O que começou por ser um concurso educativo tornou-se um fenómeno desportivo nacional.

O evento já conta com mais de 90 edições desde que, em 1925, Frank Neuhauser, de 11 anos, ganhou o primeiro torneio ao acertar nas letras exatas da palavra “gladiolus” (gladíolo). Só não se realizou em dois anos – 1943 e 1945 – por conta da Segunda Guerra Mundial.

O evento parece ter colhido igual sucesso na EB D. Carlos I, com alunos a pedirem para que o mesmo se volte a repetir já no próximo ano. Atendendo ao cunho pedagógico que o mesmo encerrou, essa é uma forte possibilidade, podendo este ter sido o início de uma tradição do subdepartamento de Inglês.
E as grandes vencedoras foram:

5.º Ano. 1.º lugar ex aequo: Chloe Ann Climpson Romão do 5.º H e
                                                    Mariana Diogo Arouca Baptista 5.º C
6.º Ano. 1.º lugar: Carolina Torres Morais 6.º B
7.º Ano. 1.º lugar: Luísa de Teves Costa Ferreira 7.º A
8.º Ano. 1.º lugar ex aequo: Beatriz Sofia Sobral Cláudio do 8.º D e Madalena da Costa Ramalho 8.º G
9.º Ano. 1.º lugar: 9.º Ana Matilde Guerreiro de Alcobia do 9.º G




Vejam aqui os vídeos: