O Dia Internacional da Internet Segura e cujo tema deste ano é “ONLINE PELOS DIREITOS HUMANOS”celebrou-se no passado dia 5 de fevereiro de 2019.
Com o objetivo de promover a utilização segura da Internet e consciencializar os jovens e adultos para os possíveis riscos na sua utilização, a Professora Florbela Ribeiro dinamizou quatro sessões de sensibilização “Internet Segura”, dirigida às turmas do 6.º ano.
Duas dessas sessões foram realizadas na BECRE D. CARLOS I nos dias 7 de fevereiro (6.º H) e 22 de fevereiro (6.º A + 6.º D), com o convite feito aos Pais/Encarregados de Educação e ao Pessoal docente e não docente.
Nas sessões, estiveram presentes quatro Pais/Encarregados de Educação e um avô que demonstraram um grande interesse e preocupação sobre esta temática.
No dia 5 de fevereiro de 2019, comemora-se o Dia da Internet mais segura, a que a RBE se associa.
As bibliotecas escolares têm um papel fundamental na abordagem dos temas da segurança digital entre alunos, professores, assistentes operacionais, encarregados de educação e pais. Assim, espera-se que desenvolvam atividades nesta área ao longo do mês de fevereiro.
Nesta semana em que se alerta para a segurança na Internet, aconselhamos-te a visitar o site da SeguraNet
A Seguranet foi criada com o objetivo de promover uma utilização esclarecida, crítica e segura da Internet, quer pelas crianças e jovens, quer pelas famílias, trabalhadores e cidadãos no geral.
No site da SeguraNet podes encontrar muita informação e atividades sobre a utilização segura da Internet.
Clica nestas imagens e testa aqui os teus conhecimentos sobre Segurança na Internet!
JOGOS SeguraNet para o 1.º e 2.º Ciclos
JOGOS SeguraNet para o 3.º Ciclo
JOGOS SeguraNet para os PAIS e ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
A Rede de Bibliotecas Escolares à qual a BECRE D. Carlos I pertence desde 2007, deu início a uma colaboração com a Amnistia Internacional, como forma de promover ações no âmbito da Cidadania e em articulação com a disciplina “Cidadania e Desenvolvimento”.
Assim sendo, e pelo segundo ano consecutivo, a Biblioteca Escolar D. Carlos I, decidiu dar continuidade a esta colaboração, organizando uma Maratona de Cartas em articulação com a Amnistia Internacional e promovendo sessões sobre as defensoras dos direitos humanos e objeto da Maratona de Cartas de 2019.
Nas referidas sessões, que tiveram lugar em todas as turmas do 9.º ano ao longo do 2.º período, foi clarificada o papel da Amnistia Internacional não como uma mera organização mas como um movimento global de mais de 7 milhões de pessoas em mais de 150 países e territórios. Este movimento luta para que todas as pessoas no mundo possam usufruir em pleno dos direitos humanos. A sua missão é investigar e agir de modo a prevenir e a pôr fim a abusos de direitos humanos e exigir justiça para aqueles cujos direitos tenham sido violados.
Na busca de um mundo melhor, os ativistas da Amnistia Internacional trabalham no sentido de melhorar a vida das pessoas através de campanhas e da solidariedade internacional. A sua missão consiste em investigar e gerar ações no sentido de prevenir e acabar com as graves violações dos direitos humanos e no sentido de exigir justiça para aqueles cujos direitos foram violados.
A campanha da Amnistia Internacional “Maratona de Cartas” é precisamente uma destas campanhas que têm como objetivo fazer pressão para a mudança de leis opressivas e falar por todos aqueles cuja liberdade ou dignidade foram ameaçadas. A mesma decorre todos os anos, no último trimestre de cada ano, e celebra-se com maior ênfase por volta do dia 10 de dezembro, dia dos Direitos Humanos (em que se comemora o dia em que a Declaração Universal de Direitos Humanos foi adotada em 1948).
No final destas sessões de educação para os Direitos Humanos que contemplou a apresentação de casos de vítimas de tortura, prisioneiros de consciência, pessoas que enfrentam a pena de morte ou outras violações dos direitos humanos, e onde foram ainda dados exemplos concretos de algumas das vitórias conseguidas no ano de 2018 - graças à mobilização de pressão pública através de manifestações, vigílias e lóbi direto, bem como através de campanhas online e offline -, os alunos, com mais de catorze anos, foram incentivados, no caso de concordarem com os casos apresentados, a assinar petições que buscam chamar a atenção pública e apoiar a pressão aos governos levada a cabo por esta e outras organizações de defesa dos direitos humanos.
Este ano as petições incidiram sobre cinco mulheres muito especiais: Atena Daemi: presa por se manifestar contra a pena de morte; Nonhle Mbuthuma: perseguida por defender a sua terra ancestral; Vitalina Koval: atacada violentamente por defender os direitos LGBTI; Geraldine Chacón: perseguida por capacitar jovens a defenderem os seus direitos na Venezuela; e Marielle Franco: assassinada por defender os direitos humanos.
Porque é que os casos são só mulheres? Bem, um pouco por todo o mundo, as mulheres estão a liderar a resistência. Estão na linha da frente, a desafiar a discriminação, os desalojamentos, a opressão. Elas desafiam os padrões normativos e discriminatórios ao contestarem leis, práticas corruptas, uso abusivo de força, entre outras violações de direitos humanos e assim, estão a liderar o avançar do extremismo que se está a fazer sentir um pouco por todo o planeta.
Caso não tenha tido a oportunidade de participar numa destas maratonas levadas a cabo em todo o mundo, não se esqueça de que poderá sempre participar online de forma muito simples. Basta assinar em:
E no caso de pensar que uma mera assinatura pode ser uma mera migalha, basta observar os resultados destas campanhas que têm sido verdadeiramente impressionantes. Não só as taxas de participação são muito elevadas como têm obtido uma enorme eficácia: há acusações que caem; há casos em que o tratamento se torna menos agressivo; existem leis ou regulamentos que dizem respeito ao problema que são introduzidos; existem pessoas que são libertadas.
A sessão culminou com a leitura do poema do Pastor Martin Niemöller, um dos combatentes do nazismo, que nos alerta para ofacto de que em situações de injustica ou de violação dos direitos humanos, não podemos ficar de braços cruzados.
Como diria Martin Luther King, preocupante não é o grito dos maus mas o silêncio dos bons. E segundo o lema da Amnistia Internacional, há que encarar a injustiça como uma afronta pessoal!
“É MELHOR ACENDER UMA VELA DO QUE AMALDIÇOAR A ESCURIDÃO”
PETER BENENSON
Não sobrou ninguém
Quando vieram buscar os comunistas, eu não disse nada ; eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais - democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social - democrata.
Quando vieram buscar os sindicalistas, eu não me importei ; eu não era um sindicalista.
Quando vieram buscar os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era judeu.
Quando eles me vieram buscar, já não havia ninguém que pudesse falar por mim.
Inês de Almeida Figueira e Maria Leonor Silva Vicente, ambas alunas do 6.º A, foram as ilustres vencedoras a nível do Agrupamento D. Carlos I para selecionar o aluno participante na fase de município do Concurso Nacional de Leitura 2019.
Este segundo momento do Concurso Nacional de Leitura terá lugar no próximo dia 6 de fevereiro, durante a manhã, no Centro Cultural Olga Cadaval.
A prova será realizada em Socrative com entre 20 a 25 perguntas de escolha múltipla e com uma questão aberta no final.
Não te Afastes de David Machado foi a obra selecionada para esta fase para os alunos do 2.º Ciclo. A mesma foi já adquirida pela Biblioteca escolar D. Carlos I para que as nossas pequenas grandes leitoras tenham todas as hipóteses de representar da melhor forma o Agrupamento D. Carlos I.
Parabéns Inês e Leonor e boa sorte para esta nova etapa!
Faz agora um ano, o Sr. Marques andava feliz, dando os últimos retoques na sua última criação, uma estrela com cauda feita de materiais reciclados e eletrificada por dentro. Não se lhe via o sorriso por detrás do bigode hirsuto, mas os olhos lançavam impercetíveis faíscas de riso. A estrela continua cá, erguida, viva, acesa, à entrada do bloco principal… mas o Sr. Marques já não se encontra. Jamais se voltará a sentir a sua presença leve e a sua cortesia afável.
Que triste é a nossa condição humana, que desesperante é este “caminho entre dois túmulos”. Mas a sua luz, a sua incomensurável ternura, permanecerão, nesta estrela ou noutra que brilhe agora acima de nós.
Como diz o poeta, “temos braços longos para os adeuses” e “para a esperança no milagre” fomos feitos, e por isso, da morte renasceremos, “imensamente”.
Ao Sr. Marques - que não sendo professor, dava lições de bondade - dedicamos este poema.
Poema de Natal
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
Os alunos, professores, assistentes operacionais educativos, pais, familiares e amigos, todos juntos, foram construindo e ajudando a tornar possível, revisitar memórias, contar histórias, brincar com palavras, papéis, tintas, colas e outros materiais. Todos foram chamados a participar e assim…
Aconteceu… O Natal na nossa Escola !
Com a construção e exposição de presépios , árvores e enfeites de Natal na
EbI/Ji D. Carlos I
A obra fica para deleite de quem queira disfrutar…
Os presépios do JI
1.º A
2.º/4.º A
3.º B
4.º A
3.º A
1.º B
2.º A
O Sr. Paulo Oliveira fez um aproveitamento sustentável das
garrafas de plástico e está de parabéns!