No início de mais um ano letivo, a Biblioteca associou-se às celebrações promovidas pela Organização das Nações Unidas e pela União Europeia, sensibilizando a comunidade educativa para o direito à paz e para o exercício de uma cidadania ativa e responsável.
Ser cidadão é participar na construção de um mundo mais justo, solidário, inclusivo e humano. Construir a paz significa lutar pelo fim das guerras, mas também promover o diálogo, o respeito, a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento sustentável, para que ninguém fique para trás.
A celebração do Dia Internacional da Paz coincidiu com o Dia da Bibliodiversidade, permitindo destacar a importância de bibliotecas que disponibilizam diferentes livros, temas, autores, culturas e perspetivas. A diversidade das leituras ajuda-nos a conhecer outras realidades, a compreender melhor os outros e a desenvolver valores essenciais à convivência democrática.
Neste dia, a Biblioteca tornou-se um espaço onde os livros ganharam vida e a leitura se transformou num exercício de cidadania e de literacia.
A turma do 1.º B, acompanhada pelo seu professor, escutou a história Mãos Pequenas, Coração Grande e conversou sobre os gestos de paz que cada criança pode praticar na escola. No final, os alunos deixaram o seu compromisso como pequenos construtores da paz, ilustrado e assinado com as suas mãos pequeninas.
Algumas turmas do 2.º ciclo também aceitaram o desafio de “investir na paz”. Depois de consultarem os livros selecionados pela Biblioteca sobre este tema, refletiram sobre atitudes capazes de melhorar a convivência escolar e criaram a sua própria Moeda da Paz.
Entre livros, palavras, desenhos e compromissos, recordámos que a paz não se constrói apenas em grandes decisões: começa nos pequenos gestos de cada dia. E uma biblioteca aberta à diversidade é também um lugar onde aprendemos a conhecer, a respeitar e a cuidar do outro.





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