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sexta-feira, 31 de março de 2017
CONTA-NOS UMA HISTÓRIA _PARTICIPAÇÃO DA EB D. CARLOS I
No âmbito das comemorações da Semana da Leitura 2017, decidimos participar no concurso "Conta-nos uma história".
O concurso “Conta-nos uma história!” é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI).
Esta iniciativa propõe fomentar a dinamização de projetos desenvolvidos pelas escolas, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo e a produção colaborativa de uma história original ou no reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).
Esta iniciativa propõe fomentar a dinamização de projetos desenvolvidos pelas escolas, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo e a produção colaborativa de uma história original ou no reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).
Deste modo, a turma do 3.º e 4.º A da EB1 D. Carlos I recontou a história de Os Apaixonados, álbum gráfico de Rébecca Dautremer, que já tinham trabalhado na Hora do Conto.
Também, o reconto em forma de diálogo dramatizado, e na categoria de língua Portuguesa, fez recurso a meios digitais - áudio e vídeo - e decorreu de uma atividade colaborativa com as turmas do 1.º A e 1.º B da EB1 D. Carlos I que ilustraram a adaptação do livro.
Sem dúvida que alcançámos os objetivos de promover a apropriação da tecnologia digital no desenvolvimento das literacia; desenvolver e aprofundar, nos alunos participantes a competência de leitura expressiva; e promover a utilização dos recursos educativos e a utilização da Biblioteca Escolar,
Também, ao divulgarmos o nosso trabalho estamos também a cumprir o objetivo de divulgar e partilhar com a Comunidade Educativa os recursos educativos desenvolvidos nas várias escolas.
No final do mês de maio saberemos quem foram os felizes vencedores. No entanto, e atendendo ao exposto, consideramos que este é já um projeto vencedor.
A BECRE D. Carlos I agradece ainda aos Professores destes alunos a possibilidade que nos deu de falar do Amor na escola... ou perguntar sobre ele!
No final do mês de maio saberemos quem foram os felizes vencedores. No entanto, e atendendo ao exposto, consideramos que este é já um projeto vencedor.
A BECRE D. Carlos I agradece ainda aos Professores destes alunos a possibilidade que nos deu de falar do Amor na escola... ou perguntar sobre ele!

"O que significa amar, quando se tem 4, 5, ou 6 anos? As múltiplas definições surgem em Apaixonados, um livro magnífico sobre as primeiras interrogações inquietantes dos mais pequenos. O Ernesto gosta de implicar com a Salomé, mas não sabe bem porquê... Assim se resume esta história, onde se vai dando voz às dúvidas das crianças, que vão exprimindo diferentes opiniões sobre o assunto.
Trata-se de um texto sobre a linguagem, a que as ilustrações dão vida. Representam crianças que parecem minúsculas ao lado de adultos alongados, como se quisessem mostrar que os pequenos ainda não têm a experiência necessária nesta matéria...
Mas cativante mesmo são as frases integradas nessas ilustrações, que dançam e volteiam em reviravoltas, seguindo o movimento das crianças num mundo desenhado à sua medida.
Há livros que valem pela história e livros que valem pela ilustração. Este vale pelas duas coisas. Até os adultos o manuseiam com ternura, com delicadeza. Porque ficam mesmo assim... Apaixonados."
VENCEDORAS DO CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA SEMANA DA LEITURA 2017
Divulgamos as vencedoras do Concurso de Escrita Criativa da Semana da Leitura 2017, que este ano apresentava como particularidade o facto de os concorrentes puderem participar de modo totalmente livre, escolhendo entre a prosa ou a poesia.
O Laboratório Secreto
Assim sendo, a grande vencedora do 1.º Ciclo foi a aluna Mónica Espírito Santo, do 3.º e 4.º A da EB1 D. Carlos I, que nos contemplou com um texto cheio de aventura e suspense e pelo qual está realmente de parabéns.
Depois de lermos o laborório secreto da promissora escritora, ficamos já com vontade de ler o próximo episódio com acesso direto à porta para o passado...
O Laboratório Secreto
Num belo dia de Inverno, lá para Coimbra,
nevava tanto que não se conseguia ver as belas pontas das montanhas do vale. Era
um dia especial porque era véspera de Natal. E a família Costa estava toda
junta num dos quartos do hotel de Coimbra. Naquele dia jantaram, e à meia-noite
em ponto, todos abriram as suas prendas. A mãe da Raquel, da Laura e do Pedro
começou por abrir as prendas.
– Esta é para a Rosinha! – disse a mãe
para a sua sobrinha que tinha dois anos.
– Raquel esta é tua!
– Obrigada mãe, e o que será? – perguntou
Raquel com curiosidade.
– Não sei, abre! – respondeu a mãe.
E assim, ora era prenda para a mãe, ora
era prenda para o pai, ou era para os avós de Raquel, Laura, Pedro e Rosinha,
ou era para a tia ou para o tio, ou para a Laura. E assim passaram uma hora e
meia a abrir prenda daqui e dali.
Depois disso tudo, os irmãos foram para
um quarto dormir porque já era muito tarde. Por volta das três da manhã do dia
de natal, vinte e cinco de dezembro, Laura, a irmã mais nova, acordou de
sobressalto, pois começou a ouvir passos de metal. Saiu da cama e foi acordar
os irmãos.
– Raquel acorda, acorda, acorda!
– Vai-te deitar Laura! Ainda não são
oito e meia da manhã!
– Não consigo, tenho medo!
– Tens medo do quê?
– Dos passos de metal.
– Que passos de metal?
– Ouve! – respondeu Laura tremendo.
Aí, Raquel também saiu da cama e ambas
foram acordar o Pedro.
– Pedro acorda, acorda, acorda!
– O que é que foi?
– Ouve! – disseram as duas irmãs em
coro.
– O que é isto? – perguntou Pedro também
muito assustado.
– São passos de… metal. – respondeu a
irmã do meio, a Raquel.
Pedro saltou da cama para baixo e foi em
direção à porta, abrindo-a.
– Não consigo ver nada, dêem-me uma
lanterna.
– Toma, aqui tens Pedro. – disse Raquel.
Pedro pegou na lanterna e começou a
andar, mas claro que quem ia atrás do Pedro eram as suas irmãs. Pedro, com medo
que acontecesse alguma coisa às irmãs e ele não visse, pegou num fósforo que
tinha no bolso e começou a acender as velas que estavam penduradas junto das
porta dos quartos. Quando já tinha acendido as duzentas e cinquenta velas do
hotel, olhou para trás para ver se as suas irmãs estavam bem, e de repente viu
uma coisa peluda e branca a passar. Pedro correu atrás daquela coisa peluda e
branca, mas, Laura e Raquel deram a volta, e as duas chocaram contra Pedro e a
coisa peluda e branca.
– Apanhei-a. – gritou Laura.
– Então agarra-a bem. – ordenou Pedro.
No meio desta conversa uma porta
abriu-se. “Quem seria?” – interrogavam-se todos. Ora nem mais nem menos era do
que a Senhora Constança.
– O que é isso que vocês trazem aqui? – perguntou
a Senhora Constança.
– É um coelho fofinho! – disse Laura com
uma voz de espanto.
– Ááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááhhhhh
um COELHO
felpudo!
–gritou subindo para cima de uma cadeira a Senhora Constança.
– Não é um coelho felpudo, é um coelho
fofinho! – disse Raquel com uma vontade enorme de se rir.
– É a mesma coisa, seja fofinho ou
felpudo! – resmungou a Senhora Constança. – Tirem-mo já daqui, que eu quero ir
dormir sem nenhum coelho felpudo!
– Não é felpudo, é fofinho… – disse
Pedro rindo-se.
– Acabou aqui a conversa e todos a
marcharem daqui pra fora. E já agora não se esqueçam de levar também esse
coelho.
Assim, os três irmãos foram devolver o
coelho fofinho à loja de animais de onde provavelmente teria fugido. EQuando regressavam
ao hotel, viram quem lá estava: o guarda! E para passarem por ele sem serem
vistos, tiveram que pôr-se de joelhos no chão e gatinhar até onde o guarda já
não os visse. Quando chegaram ao primeiro andar continuaram a sua investigação
dos passos de metal.
Os irmãos puseram-se todos em silêncio
para ver se consiguiam ouvir os passos de metal, quando de repente se deram
conta de que já não se ouviam passos de metal.
Ao que a Raquel comentou:
– Acho que isto está a ficar um pouco
mais assustador do que eu pensava. Se calhar devíamos ir dizer aos pais?
– Acho que não vale a pena. Eles não vão
conseguir compreender. Vão achar que nós estávamos a sonhar. – disse Pedro
soltando um suspiro.
– Tive uma ideia! – disse Laura a sorrir
– Venham cá todos. Então a minha ideia é a seguinte: irmos para o nosso quarto,
deixarmos as velas acesas e fingirmos que estamos a dormir. Depois os passos de
metal voltam e aí entramos em ação.
– Entramos em ação a fazer o quê? – perguntou
Raquel um bocado desconfiada.
– Tive uma ideia também para essa
situação, mas disso falaremos no quarto, ok? –disse Laura.
– Ok! – responderam os dois restantes
irmãos.
E então lá foram para o quarto. Deitaram-se
na cama e taparam-se com os lençóis.
– O plano é o seguinte: em primeiro
lugar o ser que está a fazer este barulho deve estar neste andar, por isso a
Raquel vai sair do quarto muito devagar e vai para a sala de controlo fechar as
portas que dão acesso aos outros andares. Assim o ser já não consegue ir para
os outros andares. Depois, o Pedro e eu saímos do quarto e vamos em busca do
ser que está a fazer este barulho. Por fim, eu ou o Pedro apanhamos o ser.
Concordam?
– Sim! – respondeu o Pedro.
– E tu, Raquel concordas? – perguntou
Laura.
– Sim, até concordo!
E assim fizeram tudo como previsto. A
Raquel saiu do quarto e foi para a sala de controlo fechar as portas
automáticas. Logo depois o Pedro e a Laura apanharam o ser que fazia aqueles passos
de metal.
– Traz….pum…. ca pum….
Só se ouvia as duas crianças e aquele
ser misterioso a caírem por umas escadas abaixo. Assim que Raquel ouviu aquilo
ficou preocupada com os irmãos e abriu as portas automáticas que iam dar aos
outros andares, e a correr foi ter com eles. No meio desse barulho todo, Raquel
ficou um bocado confusa porque não via os irmãos, quando também ela foi puxada pelas
escadas abaixo.
Quando os três aterraram viram que
estavam num laboratório cheio de poções. E também viram o homem fugitivo.
– Porque me seguem? – perguntou o homem
que falava com sotaque.
– Calma, nós somos pacíficos. – disse
Pedro para tentar que o homem se acalmasse.
– Está bem, vocês são pacíficos. Mas porque
me seguiam?
– Porque acordei por volta das três da
manhã. E acordei porque comecei a ouvir passos de metal. – Disse Laura
escondendo-se atrás do irmão.
– Oh, então peço as minhas desculpas. Eu
não vos queria acordar.
– Aceitamos as suas desculpas. Mas porque
tem um laboratório secreto, e logo por baixo do primeiro andar do hotel?
– Porque o meu sonho sempre foi ser um
inventor de poções, e uma noite quando fui beber água à cantina do hotel caí
aqui, após o que decidi montar secretamente o meu próprio laboratório.
– Desta vez sou eu que vou ter uma
ideia, mas para isso preciso que me diga se tem autorização para ocupar este
espaço? – disse Raquel sorrindo.
– Não! Não tenho autorização para estar
neste espaço. – respondeu o homem fugitivo.
– Ok, então os meus irmãos e eu estaremos
aqui no laboratório às nove da manhã em ponto. Pode ser?
– Pode, mas para quê? – perguntou o
homem.
– Para podermos ajudá-lo. E já agora
como se chama?
– Desculpem não me ter apresentado. Eu
sou o António Oliveira. E vocês como se chamam?
– Eu sou a Raquel.
– Eu sou a Laura.
– E eu sou o Pedro.
– Então fica combinado? – perguntou
Raquel outra vez.
– Sim, amanhã vocês cá estarão às nove
em ponto e eu também. Adeus a todos, e um resto de boa noite.
– Adeus. – disseram os três irmãos em
coro.
Assim os irmãos foram para o quarto
conversar sobre a ideia da Raquel.
– Raquel, qual é a tua ideia? – perguntou
Pedro com curiosidade.
– A minha ideia é: em vez de nos
levantarmos às oito e meia, levantamo-nos às oito, Vestimo-nos, comemos e vamos
ter com o dono do hotel. Depois perguntamos-lhe se o António Oliveira pode
continuar ali instalado. E depois logo vemos o que vai acontecer. Gostam da
minha ideia?
– Sim, eu pelo menos acho uma bela
ideia. – disse Pedro.
– Eu também. – concordou a Laura.
– Então hoje acordamos às oito, certo? –
perguntou Pedro mexendo no telefone para ir mudar o alarme.
– Certo. E agora toca todos a dormir
para amanhã termos força para acabar esta missão.
– Certo chefe. – disse Laura brincando
com a sua irmã.
– És mesmo tontinha.
Passadas cerca de duas horas, o alarme
do telefone do Pedro tocou.
– Pedro, desliga o telefone.
– Sim, é isso que estou a fazer.
Quando Pedro desligou o telefone, todos
se levantaram, vestiram-se e foram comer.
– Bem, já acabei de comer. Enquanto
vocês acabam de comer eu vou avisar a mãe e o pai que vamos falar com o dono do
hotel.
E lá foi.
– Mãe, Pai, os manos e eu vamos ter com
o dono do hotel, está bem?
– Está bem, mas, já tomaram o
pequeno-almoço?
– Sim Mãe.
– Então está bem. Podem ir. Mas voltem antes
do almoço e tomem conta da vossa irmã mais nova, ouviste?
– Obrigada Mãe! E vamos ter todo o
cuidado. – disse Raquel dando um beijinho à Mãe.
Raquel foi ter com os irmãos e todos
juntos foram falar com o diretor.
– Truz, truz, truz….– bateram à porta.
– Pode entrar! – disse o diretor.
– O que vos traz aqui?- perguntou.
– Viemos falar em nome de um amigo
nosso, o António Oliveira. – disse Raquel.
Assim passaram cerca de vinte minutos a
contarem toda aquela história ao diretor.
– E o que nós queríamos perguntar-lhe
era se o António podia ficar instalado naquele minilaboratório. Por favoooooor?
– pediu Raquel.
– Sim, acho que sim, também já nem me
lembrava daquele sítio. Só há três pequenas coisas que ele tem de cumprir. Primeiro:
não pode fazer barulho a partir das oito da noite até às oito da manhã.
Segundo: tem de me pagar todos os meses cem euros. E terceiro: quero que ele
consiga fazer o que ele sempre quis e que faça daquilo um museu de poções.
– Muito, muito obrigada, senhor diretor!
Vai ser uma grande surpresa para o António. – disseram em coro os três irmãos.
– De nada. Mas vocês acham que ele vai
conseguir cumprir aquelas três coisas?
– Claro que sim. Não se esqueça que o
laboratório sempre foi o sonho dele. – relembrou Pedro.
– Mana, temos de ir. Já são oito e
cinquenta! – disse Laura olhando para o relógio.
– Pois é! Adeus diretor.
– Onde vão? – Perguntou o diretor.
– Vamos ter com o António e contar-lhe
as novidades.
– Então esperem um bocadinho para eu
escrever o que ele tem de cumprir, para ele não se esquecer. E também porque eu
quero ir com vocês.
Passados cinco minutos o diretor disse:
– Pronto, já está. Podemos ir.
Lá foram os irmãos de elevador com o dono
do hotel, ter com o António.
– Peng…– fez o elevador quando chegou ao
primeiro andar.
– Estou um bocado confusa. O chão parece
sempre ser igual. – disse um bocado irritada a Raquel.
– Calma, já vai ver que o chão não é
todo igual. – disse o diretor.
Enquanto falavam e falavam e ao mesmo
tempo andavam, a Laura disse:
– Aqui o chão tem quatro rachas, ou seja,
faz um quadrado, por isso faz sentido que seja aqui. Certo? – perguntou Laura.
– Tens toda a razão. É aqui! – afirmou o
António abrindo o tampão.
– Entrem.
– Olá António. – saudaram todos.
– Eu sou o diretor do hotel. E sei o que
se passou esta noite.
– Por favor não me tire daqui.
– Calma amigo, eu deixo-o ficar aqui com
estas três condições. – disse o diretor dando-lhe o papel que tinha as três
condições.
– Aceito tudo, principalmente a terceira.
Mas quando é que posso construir o museu?
– Agora este sítio é seu. Começa quando
quiser. – disse o diretor.
– Muito, muito obrigado a todos. – agradeceu
o António.
– Eu não fiz nada, foi tudo graças as
estes três meninos. Realmente sem vocês nunca teria sido possível. – disse o
diretor dirigindo-se às crianças.
– Obrigado! - disse António mais uma vez.
– Agora tenho de me ir embora. Tenho
outros assuntos para resolver. – Disse o diretor.
Adeus a todos!
Após o diretor se ter ido embora, o
António guardou os papéis e as suas poções em duas grandes caixas.
– O que estás a fazer António? – perguntou
Raquel assustadíssima.
– Estou a guardar as minhas poções e os
papéis que o diretor me deu!
– Porquê? – perguntou Pedro.
– Porque vou fazer obras para transformar
este espaço num museu.
– Ah, está bem. Mas pregaste-me um
grande susto!
– Desculpa! E obrigado mais uma vez.
Os três irmãos contaram toda a aventura à
sua família e, assim, já tinham provas se eles não acreditassem. Mas o melhor de
tudo, é que, passado um mês, o António andava a distribuir convites para irem
ao museu que agora se chamava “Museu do Inventor”. E começou a chamar-se assim
porque afinal o António descobriu que não gostava só de inventar poções mas
também outras coisas, como a porta que ia dar ao passado...
Fim
Mónica Nunes do Espírito Santo
3º/4º A
Prof. Dulce Ferreira
Matilde Reis do 7.º B foi a grande vencedora do 3.º Ciclo e delicionou-nos com um fantástico poema sobre os seus sonhos. A escrever assim, desejamos que esta participante nunca deixe de pôr por escrito todos os sonhos que povoam a sua fértil imaginação. Parabéns Matilde!
Tive um sonho, outro dia,
Acordei toda assustada
Não é que o cão do vizinho
Queria dar-me uma dentada?
Tive um sonho, outro dia,
Acordei com muito frio
Estava num vale gelado
A nadar dentro de um rio.
Tive um sonho, outro dia,
Acordei muito admirada
Como é que as bruxas eram boas
E eu é que era a malvada?
Tive um sonho, outro dia,
Acordei com uma tontura
Era a mais baixa do mundo
Com dez metros e tal de altura?
Tive um sonho, outro dia,
Acordei com um calor
Pois alguém que eu não digo
Deu-me um beijo com amor.
Tive um sonho, nestes dias,
Com muito que contar
O que é que eu tenho na cabeça?
Em que é que ando a pensar?
Matilde Reis
7.º B
quinta-feira, 30 de março de 2017
PROJETO CRESCER SAUDÁVEL _2.º PERÍODO
Mais uma vez em parceria com o projeto “Crescer Saudável”, a Biblioteca Escolar D. Carlos I levou a cabo, ao longo do segundo período, em todas as salas do Jardim de Infância do Agrupamento variadas sessões de promoção da leitura e da literacia para a saúde.
Estas sessões contaram com a ajuda de uma "Ascaris Lumbricoides", mais conhecida por lombriga. que veio contar a todos os meninos a sua atribulada viagem até ao intestino e para fora dele.
Como atividade de pós-leitura, todas as crianças construíram, com pasta moldável, uma simpática lombriga e relembraram quais as medidas preventivas para evitarem o contágio destas criaturas invasoras.
Estas sessões, que tiveram portanto como pano de fundo hábitos de manutenção de uma boa saúde e de um crescimento saudável, decorreram nas seguintes datas: 21 de fevereiro – Salas 2 e 3 do JI da Várzea; 22 de fevereiro – Sala 1 da EB1 da Várzea; 2 março – JI de Morelinho; 7 março – Salas 1 e 2 do JI do Ral ; 9 março – Salas 1 e 2 do JI da EB1 D. Carlos I; 30 março – Salas 1 e 2 da EB1 de Lourel.
JARDIM DE INFÂNCIA DE MORELINHO:
JARDIM DE INFÂNCIA DA VÁRZEA:
JARDIM DE INFÂNCIA D. CARLOS I - SALAS 1 E 2:
JARDIM DE INFÂNCIA DE LOUREL:
POEMAS COM ARTE
No âmbito das comemorações da Quinzena da Leitura 2017 do AE D. Carlos I, os alunos do 6.º F e do 7.º G, a partir do que lhes foi sugerido pela observação dos quadros em exibição na exposição "SONHOS REPLICADOS", escreveram belíssimos poemas que seguem mais abaixo.
As suas produções foram apresentadas à comunidade educativa numa sessão realizada na Biblioteca Escolar no dia 30 de março e que se intitulou "POEMAS COM ARTE".
Na mesma sessão estiveram também presentes alguns Encarregados de Educação da turma F do 6.º ano, a quem desde já agradecemos a sua visita.
Gostaríamos ainda de destacar a participação da aluna Matilde Reis do 7.º B que colaborou voluntariamente nesta atividade.
As minhas botas velhinhas
Sujas de lama e poeira
Lembram-me as noites passadas
Aquecida p´la fogueira.
As minhas botas velhinhas
De pisarem a floresta
Lembram-me as árvores esguias
Os animais e giesta.
As minhas botas velhinhas
As minhas joias mais belas
Lembram-me a minha alegria
A cantar à luz das velas.
As minhas botas velhinhas
Sinto nelas tantos cheiros
Lembram-me o tempo passado
No meu grupo de escuteiros.
As minhas botas velhinhas
Mas que bom que foi revê-las
Pois lembraram-me o meu lema:
Do sofá não se veem estrelas.
POEMAS COM ARTE DO 7.º G:
As suas produções foram apresentadas à comunidade educativa numa sessão realizada na Biblioteca Escolar no dia 30 de março e que se intitulou "POEMAS COM ARTE".
Na mesma sessão estiveram também presentes alguns Encarregados de Educação da turma F do 6.º ano, a quem desde já agradecemos a sua visita.
Gostaríamos ainda de destacar a participação da aluna Matilde Reis do 7.º B que colaborou voluntariamente nesta atividade.
BOTAS
(A PAIR OF SHOES)DE VINCENT VAN GOGH
As minhas botas velhinhas
Sujas de lama e poeira
Lembram-me as noites passadas
Aquecida p´la fogueira.
As minhas botas velhinhas
De pisarem a floresta
Lembram-me as árvores esguias
Os animais e giesta.
As minhas botas velhinhas
As minhas joias mais belas
Lembram-me a minha alegria
A cantar à luz das velas.
As minhas botas velhinhas
Sinto nelas tantos cheiros
Lembram-me o tempo passado
No meu grupo de escuteiros.
As minhas botas velhinhas
Mas que bom que foi revê-las
Pois lembraram-me o meu lema:
Do sofá não se veem estrelas.
Matilde Reis / 7ºB / Nº27
Observem agora os magníficos poemas realizados por estes talentosos alunos.
POEMAS COM ARTE DO 6.º F:
Observem agora os magníficos poemas realizados por estes talentosos alunos.
POEMAS COM ARTE DO 6.º F:
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quarta-feira, 29 de março de 2017
MIGUEL BOIM APRESENTA “AS LENDAS DE SINTRA E OS RATOS DE BIBLIOTECA”
No âmbito das atividades da Quinzena da Leitura 2017 e com o objetivo de sensibilizar os alunos do 3.º Ciclo para a importância do património cultural de Sintra em contexto de Biblioteca Escolar, realizou-se no dia 29 março a sessão: As Lendas de Sintra e os Ratos de Biblioteca.

Esta iniciativa decorreu no âmbito das atividades de animação e leitura propostas pela CMS e pretendeu contribuir plenamente para promover de forma eficaz o livro e a leitura junto das crianças e jovens sintrenses, bem como para os sensibilizar para o imaginário sintrense de que o nosso fascinante património cultural se reveste.
A sessão foi conduzida por Miguel Boim, autor do livro Sintra Lendária: Histórias e Lendas do Monte da Lua e mais conhecido pelo peseudónimo de O Caminheiro de Sintra.

Esta iniciativa decorreu no âmbito das atividades de animação e leitura propostas pela CMS e pretendeu contribuir plenamente para promover de forma eficaz o livro e a leitura junto das crianças e jovens sintrenses, bem como para os sensibilizar para o imaginário sintrense de que o nosso fascinante património cultural se reveste.
A atividade partiu da ideia que se tem de Biblioteca para as lendas e factos históricos com contornos lendários da vila e serra de Sintra, fazendo recurso a imagens de séculos passados. Estas imagens pretenderam também sensibilizar para a importância da preservação dos monumentos de Sintra e do seu Parque Natural.
Miguel Boim contou, com imenso interesse, contos e lendas que preenchem o imaginário Sintrense enfatizando conteúdos lecionados nas disciplinas de História e Português.
O encontro desdobrou-se em dois momentos distintos, tendo estado presentes na primeira sessão os alunos do 9.º C - PCA, 9.º E e 9.º G.; e na segunda sessão os alunos do 7.º A, 7.º C - PCA e 7.º E.
Todos os alunos escutaram com notório interesse estas histórias que sob a capa da lenda, fazem, no entanto, parte iniludível da História de Portugal. Este interesse é tanto ou mais acrescido pelo facto de as mesmas serem contadas por alguém que mais do que pesquisar a história, iniciou uma vivência pessoal e concreta da história.
Foram duas sessões hipnotizantes e só nos resta desejar que Miguel Boim regresse em breve à nossa Biblioteca escolar para nos encantar novamente com mais pedaços da história de Portugal passada em Sintra.
Miguel Boim contou, com imenso interesse, contos e lendas que preenchem o imaginário Sintrense enfatizando conteúdos lecionados nas disciplinas de História e Português.
O encontro desdobrou-se em dois momentos distintos, tendo estado presentes na primeira sessão os alunos do 9.º C - PCA, 9.º E e 9.º G.; e na segunda sessão os alunos do 7.º A, 7.º C - PCA e 7.º E.
Todos os alunos escutaram com notório interesse estas histórias que sob a capa da lenda, fazem, no entanto, parte iniludível da História de Portugal. Este interesse é tanto ou mais acrescido pelo facto de as mesmas serem contadas por alguém que mais do que pesquisar a história, iniciou uma vivência pessoal e concreta da história.
Foram duas sessões hipnotizantes e só nos resta desejar que Miguel Boim regresse em breve à nossa Biblioteca escolar para nos encantar novamente com mais pedaços da história de Portugal passada em Sintra.
sexta-feira, 24 de março de 2017
MARIA INÊS DE ALMEIDA NA BECRE D. CARLOS I
A escritora do mês de Março, Maria Inês de Almeida, foi a convidada de honra da Biblioteca Escolar D. Carlos I para as celebrações da sua Quinzena da Leitura 2017.
Jornalista de formação, Maria Inês deAlmeida tem dedicado a sua atividade profissional à escrita de livros infantojuvenis. Parte do seu tempo é também dedicado à dinamização do BLOG ONDE VAMOS HOJE? - http://ondevamoshoje.blogs.sapo.pt/ - destinado a apresentar propostas diárias de diversão e ocupação dos tempos livres para as crianças.
Maria Inês deAlmeida é já uma escritora galardoada, tendo recebido o Prémio Revelação do Clube de Jornalistas, em 2005.
Este mesmo livro, que integra o Plano Nacional de Leitura, juntamente com Sabes onde é que os teus pais se conheceram? figuraram na lista "100 livros para o futuro" apresentada por Portugal como convidado de honra à Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha em 2012.
José vai ao médico, porque trabalhado na Hora do Conto em contexto de Biblioteca Escolar, foi
um dos favoritos mas também José vai à Praia e José
Come a sopa.
Em parceria com Joaquim Vieira, é coautora da colecção juvenil Duarte e Marta, que integram igualmente o Plano Nacional de Leitura, de que já foram publicados seis volumes.
Publicou ainda Contos Pouco Políticos, recolhendo histórias para crianças escritas por políticos. Escreveu cinco biografias (de Amália Rodrigues, Almeida Garrett, Michael Jackson, Amélia Rey Colaço e Almada Negreiros).
A primeira sessão decorreu na Biblioteca escolar D. Carlos I e contou com a presença dos alunos da Salas 1 e 2 do JI da EB D. Carlos I. O resto da manhã do dia 24 de março marcou o encontro com os alunos do JI do Ral do AE D. Carlos I.
A bonita e talentosa escritora encantou a pequenada com quem fez jogos de palavras e conversou sobre os seus livros e o seu processo de escrita.

Sabes que também podes ralhar com os teus pais? surpreendeu e divertiu e será mesmo de leitura obrigatório
para os pais e educadores de hoje em dia.
No final destes
encontros a escritora não teve mãos a medir com tantos pedidos de autógrafos e
manifestações de carinho por parte dos nossos jovens leitores.
Também para os mais velhinhos do 2.º e 3.º Ciclo - e já disponíveis para requisição domiciliária-, recomendamos as fabulosas biografias A admirável aventura de Malala contada aos mais jovens e A admirável aventura de Mandela contada aos mais jovens e A Última Árvore, uma história sobre a amizade entre um velho senhor e uma árvore e o fascínio e descoberta do mundo por parte de um rapazinho a lembrar a melhor tradição de O Principezinho.
MIÚDOS A VOTOS_RESULTADOS ELEITORAIS
No âmbito da iniciativa nacional "Miúdos a votos - Os livros mais fixes", decorreu no dia 24 de março a eleição dos livros preferidos dos alunos da EB D. Carlos I.
Após o apuramento dos resultados, que segue mais abaixo, verificou-se que os alunos que conseguiram mais votos para o livro que defenderam foram o Tiago Calaim, do 3.º e 4.º A, e a Sílvia Batista do 9.º A.
O prmeiro recebeu como prémio uma diciopédia e a segunda o livro A Cerejeira da Lua e outras histórias de António Torrado.
Todos os restantes candidatos receberam um diploma pela sua participação.
Conheçam aqui os resultados eleitorais:
MIÚDOS A
VOTOS
Apuramento dos Resultados
1.º
CICLO
Votos válidos
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LIVROS
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13
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A10 - "O Diário de um Banana:
Tudo ou Nada (Vol. 11)" de Jeff Kinney *
|
1.º LUGAR
|
10
|
A03 - "O Beijo da
Palavrinha" de Mia Couto *
|
2.º LUGAR
|
6
|
A27 - "O Senhor do Seu Nariz e
Outras Histórias" de Álvaro Magalhães *
|
3.º LUGAR
|
5
|
A23 - "Porque é que os Animais
não Conduzem?" de Pedro Seromenho *
|
|
4
|
A09 - "O Diário de um Banana
(Vol. 1)" de Jeff Kinney *
|
|
4
|
A24 - "O Principezinho" de
Antoine de Saint-Exupéry *
|
|
3
|
A22 - "Poemas da Mentira e da
Verdade" de Luísa Ducla Soares *
|
|
3
|
A31 - "O Tubarão na
Banheira" de David Machado *
|
|
1
|
A14 - "O Gigante Egoísta" de
Oscar Wilde *
|
|
1
|
A02 - "As Aventuras de
Pinóquio" de Carlo Collodi *
|
|
1
|
A06 - "Contos de Grimm" de
Jacob e Wilhelm Grimm *
|
|
1
|
A16 - "A Maior Flor do
Mundo" de José Saramago *
|
|
1
|
A20 - "O Meu Pé de Laranja
Lima" de José Mauro de Vasconcelos *
|
|
1
|
A21 - "A Ovelhinha Preta" de
Elizabeth Shaw *
|
|
1
|
A25 - "O Rapaz que Tinha
Medo" de Mathilde Stein e Mies Van Hout *
|
|
1
|
A26 - "O Segredo do Rio" de
Miguel Sousa Tavares *
|
|
1
|
A30 - "Trincas, o Monstro dos
Livros" de Emma Yarlett *
|
Apuramento dos Resultados
2.º CICLO
Votos válidos
|
LIVROS
|
|
14
|
B02 - "Avozinha Gangster" de
David Walliams *
|
1.º LUGAR
|
10
|
B05 - "O Diário de Anne
Frank" de Anne Frank *
|
2.º LUGAR
|
6
|
B19 - "História de uma Gaivota e
do Gato que a Ensinou a Voar" de Luís Sepúlveda *
|
3.º LUGAR
|
4
|
B03 - "Chocolate à Chuva" de
Alice Vieira *
|
|
4
|
B20 - "A Maior Flor do
Mundo" de José Saramago *
|
|
4
|
B27 - "O Principezinho" de
Antoine de Saint-Exupéry *
|
|
4
|
B33 - "A Viúva e o Papagaio"
de Virginia Woolf *
|
|
3
|
B11 - "O Diário de um Banana: Um
Dia de Cão (Vol. 4)" de Jeff Kinney *
|
|
3
|
B14 - "A Fada Oriana" de
Sophia de Mello Breyner Andresen *
|
|
2
|
B17 - "Harry Potter e a Pedra
Filosofal" de J. K. Rowling *
|
|
2
|
B18 - "Harry Potter e o Cálice de
Fogo" de J. K. Rowling *
|
|
1
|
B04 - "O Colégio das Quatro
Torres" de Enid Blyton *
|
|
1
|
B10 - "O Diário de um Banana: Ora
Bolas! (Vol. 8)" de Jeff Kinney *
|
|
1
|
B12 - "O Dragão" de Luísa
Ducla Soares *
|
|
1
|
B15 - "As Gémeas no Colégio de
Santa Clara (Vol. 1)" de Enid Blyton *
|
|
1
|
B28 - "O Rapaz de Bronze" de
Sophia de Mello Breyner Andresen *
|
|
1
|
B32 - "Ulisses" de Maria
Alberta Menéres *
|
3.º CICLO
Votos válidos
|
LIVROS
|
|
10
|
C10 - "A Culpa é das
Estrelas" de John Green *
|
1.º LUGAR
|
9
|
C27 - "O Rapaz do Pijama às
Riscas" de John Boyne *
|
2.º LUGAR
|
9
|
C19 - "Harry Potter e o Cálice de
Fogo" de J. K. Rowling *
|
|
7
|
C08 - "Chocolate à Chuva" de
Alice Vieira *
|
3.º LUGAR
|
6
|
C26 - "O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry *
|
|
5
|
C06 - "O Cavaleiro da Dinamarca" de Sophia de Mello Breyner
Andresen *
|
|
5
|
C21 - "Harry Potter e os Talismãs da Morte" de J. K.
Rowling *
|
|
4
|
C11 - "O Diário de Anne Frank" de Anne Frank *
|
|
4
|
C28 - "Robinson Crusoé" de Daniel Defoé *
|
|
4
|
C02 - "O Alquimista" de Paulo Coelho *
|
|
2
|
C22 - "História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a
Voar" de Luis Sepúlveda" *
|
|
2
|
C14 - "A Fada Oriana" de Sophia de Mello Breyner Andresen *
|
|
2
|
C15 - "O Fantasma de Canterville" de Oscar Wilde *
|
|
2
|
C05 - "Avozinha Gangster" de David Walliams *
|
|
2
|
C07 - "Cherub: O Recruta" de Robert Muchamore *
|
|
2
|
C12 - "O Diário de um Banana (Vol. 1)" de Jeff Kinney *
|
|
2
|
C16 - "As Gémeas no Colégio de Santa Clara (Vol. 1)" de
Enid Blyton *
|
|
2
|
C30 - "Ulisses" de Maria Alberta Menéres *
|
|
1
|
C01 - "Açor, O Cão de Ventura Terra" de Gisela Silva *
|
|
1
|
C03 - "Uma Aventura na Serra da Estrela" de Ana Maria
Magalhães e Isabel Alçada *
|
|
1
|
C04 - "Uma Aventura no Supermercado" de Ana Maria Magalhães
e Isabel Alçada *
|
|
1
|
C13 - "A Eneida de Virgílio Contada às Crianças e ao Povo"
de João de Barros *
|
|
1
|
C17 - "Harry Potter e a Criança Amaldiçoada" de J. K.
Rowling, John Tiffany e Jack Thorne *
|
|
1
|
C18 - "Harry Potter e a Pedra Filosofal" de J. K. Rowling *
|
|
1
|
C20 - "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban" de J. K.
Rowling *
|
|
1
|
C24 - "A Rapariga que Roubava Livros" de Markus Zusak *
|
|
1
|
C25 - "O Meu Pé de Laranja Lima" de José Mauro de
Vasconcelos *
|
|
1
|
C29 - "Se Eu Ficar" de Gayle Forman *
|
|
1
|
C31 - "Vanessa Vai à Luta" de Luísa Costa Gomes *
|
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