Mariana Magalhães, Artista Residente do AE D. Carlos I
terça-feira, 18 de junho de 2024
TEATRO PARA GRAÚDOS COM MARIANA MAGALHÃES
sexta-feira, 14 de junho de 2024
BIBLIOTECA ESCOLAR ESTEVE PRESENTE NO ARRAIAL DA EB D. CARLOS I
No dia 14 de junho de 2024, a Biblioteca Escolar participou, como faz sempre, no Arraial anual da EB D. Carlos I, e pelo segundo ano consecutivo com uma "Feira do Livro Usado".
Na azáfama de participar em todas as atividades lúdicas, visitar as exposições ou comprar iguarias nas mais variadas barraquinhas, os visitantes não deixaram de adquirir, a preços simbólicos, os livros usados mas como novos que tínhamos à venda. As férias grandes estão à porta e há mais tempo para lazer e prazer de ler.
Foi mais um dia muito feliz para toda a comunidade escolar e educativa e no qual a Biblioteca Escolar D. Carlos I não poderia deixar de estar presente!
segunda-feira, 10 de junho de 2024
PROJETO BIBLIOTECA AO LEME DA INFORMAÇÃO
Ao longo deste ano letivo, a BE/CRE D. CARLOS I organizou e realizou várias sessões do Projeto "Biblioteca ao Leme da Informação" cujo foco foi precisamente a literacia da informação.
sexta-feira, 7 de junho de 2024
OFICINA ARTÍSTICA DO PROJETO "O MUSEU AQUI E AGORA E O FUTURO QUE LÁ MORA!"
No
âmbito do projeto “O Museu Aqui e Agora e o Futuro que lá Mora”, decorreu no
dia 7 de junho de 2024 uma oficina orientada pela Ilustradora Joana Paz e na qual participou o Núcleo de Consolidação com Desenvolvimento da EB D. Carlos I.
A observação e os registos dos fósseis, feitos no Museu de História Natural de Sintra, bem como o material de inspiração visual impresso, foram o ponto de partida para as pinturas das placas de um totem. Assim, em cada placa de cartão distribuída, cada um dos alunos participantes representou a imagem de uma criatura selecionada, inserindo deste modo os animais no ambiente em que viviam — no mar, na terra ou no ar.
No seu conjunto, o totem resultante acabou por constituir uma timeline ilustrada onde se pode observar a evolução da vida na terra
Antes do dia da atividade, foi feita uma recolha de material visual para facilitar e suportar as representações visuais. No caso dos nossos alunos, e tendo sido escolhido o Museu de História Natural de Sintra, recorreu-se sobretudo a imagens/ilustrações de caráter científico, tendo estas referências visuais ficado colocadas nas mesas ao lado das placas.
A turma foi dividida em grupos e essa divisão correspondeu às eras do Museu de História Natural de Sintra, ou seja, um grupo ficou com o tema da Terra primitiva e a origem da vida, ilustrando o planeta Terra em chamas a ser invadido por meteoritos; um outro grupo de alunos ficou com o tema da explosão de vida no Paleozóico, ilustrando a vida que surge na água, os seres marinhos primitivos e as criaturas que começam a sair da água; um terceiro grupo ficou com o tema do Mesozóico, a era dos dinossauros; e finalmente um quarto grupo ficou com era dos grandes mamíferos e dos primeiros hominídeos, o Cenozóico.
Os pratos de tinta e os frascos ficaram no centro das mesas de trabalho As tintas acrílicas foram dispostas em pratos de papel, em pequenas quantidades, organizadas segundo a rodas das cores.
O
primeiro registo a ser feito foi alusivo à COMPOSIÇÃO, de forma a que os alunos
ganhassem consciência do espaço que a
prancha oferece, levando também em consideração os cortes de encaixe das
placas.
Como
os alunos não podiam utilizar lápis de carvão ou outro tipo de material de
desenho para o esboço - apenas eram permitidas as tintas acrílicas – o mesmo
foi inicialmente feito com recurso à tinta amarela, diluída em água para ficar
mais clara. Posteriormente essas linhas foram integradas na pintura, acabando
por desaparecer.
Deste
modo, os alunos procuraram fazer um desenho que ocupasse a área disponível da
placa, pensando-se na composição a partir do seu centro.
A
ilustradora Joana Paz orientou os alunos no sentido de refletirem sobre o desenho que iriam fazer, delineando suavemente com tinta amarela a
figura central, assim como outros pormenores relevantes para a composição.
Ainda, as
figuras deveriam ser representadas com cores que fizessem contraste com os
respetivos fundos. Por exemplo, sobre fundos azuis foi sugerida a utilização
de castanhos e laranjas para a figura central, de forma a criar-se um bom
contraste entre fundo e figura.
Depois
da figura levemente delineada, sugeriu-se trabalharem o fundo com os tons de
referência, incentivando-se deste modo os alunos mais tímidos a avançarem com a
pintura do fundo enquanto a figura se ia tornando mais evidente. Por outro lado
puderam criar texturas de cor, utilizando diferentes tonalidades.
Após a pintura dos fundos, os alunos passaram para a pintura das figuras centrais, com as cores escolhidas. No final, retocaram toda a zona fronteira entre figura e fundo, assim como alguns pormenores. Nesta fase puderam recorrer ao branco para criar pontos de luz e a tons mais escuros para criar zonas de sombra.
A
utilização do preto foi desaconselhada pois facilmente contamina as outras
cores, criando borrões de cinzas e negros que não se conseguem corrigir. Os
alunos foram incentivados a utilizar um azul muito escuro ou um castanho muito
escuro para substituir o preto.
Um das estratégias implementadas foi a de incentivar os alunos a encontrar a sua própria expressão em vez de se limitarem a copiar uma expressão plástica.
Sequencialmente, na ordem da timeline, começando-se pelas placas que representam a Terra incandescente, depois as placas do período Paleozóico, etc., cada aluno trouxe a sua placa, apresentou-a à turma explicando o que pintou e acrescentou-a ao totem.
A sessão terminou com uma breve conversa com os alunos para se perceber quais as dificuldades com que se depararam e o que mais gostaram de fazer, o que funcionou como uma celebração do trabalho efetuado.