Decorreu de 11 a 18 de fevereiro na Biblioteca Escolar D. Carlos I a 2.ª edição da Semana dos Afetos. Para além da exposição de postais do Saint Valentine's Day, realizados pelos alunos do 1,º Ciclo na aula de Inglês com a professora Helena Carvalho, a BECRE divulgou livros alusivos ao tema do amor e dos afetos que se encontram disponíveis para requisição domiciliária.
Por sua vez, a entrada da BECRE foi abrilhantada com trabalhos realizados no âmbito da Educação Moral e Religiosa Católica sob a orientação do Professor João Balseiro. A Semana dos Afetos foi ainda animada pela já habitual Feira de Minerais da responsabilidade da Professora Isabel Mendonça.
No dia 9 de fevereiro de 2016, comemora-se o Dia da Internet mais segura, a que a RBE se associa.
As bibliotecas escolares têm um papel fundamental na abordagem dos temas da segurança digital entre alunos, professores, assistentes operacionais, encarregados de educação e pais. Assim, espera-se que desenvolvam atividades nesta área ao longo do mês de fevereiro.
Nesta semana em que se alerta para a segurança na Internet, aconselhamos-te a visitar o site da SeguraNet
A Seguranet foi criada com o objetivo de promover uma utilização esclarecida, crítica e segura da Internet, quer pelas crianças e jovens, quer pelas famílias, trabalhadores e cidadãos no geral.
No site da SeguraNet podes encontrar muita informação e atividades sobre a utilização segura da Internet.
Clica nestas imagens e testa aqui os teus conhecimentos sobre Segurança na Internet!
JOGOS SeguraNet para o 1.º e 2.º Ciclos
JOGOS SeguraNet para o 3.º Ciclo
JOGOS SeguraNet para os PAIS e ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
Na nossa árvore de Natal quisemos homenagear alguns dos escritores que já passaram pela BECRE D. Carlos I bem como outros anjos da Literatura Portuguesa.
Agradecemos também a colaboração dos alunos do 1.º Ciclo da Professora Helena Carvalho que, com os seus postais de Natal, acrescentaram magia às nossas celebrações.
VENDA DE NATAL
Para os que que ainda não fizeram todas as suas compras de Natal, visitem-nos e adquiram os livros dos escritores convidados no primeiro período. O embrulho é personalizado e decorado pela Professora Sandra Hormigo.
Desejamos a todos os nossos utilizadores um feliz e santo Natal e, claro, com muitas e cintilantes leituras!
Nos dias 2 e 11 de dezembro de 2015, as turmas do 2.º e 3.º A e do 4.º B do primeiro ciclo brincaram com fósforos na Biblioteca ...
Acalmem-se os nossos leitores, pois os fósforos que estiveram nas mãos dos nossos alunos não continham pólvora mas o poder extraordinário de deixar atrás de si uma esteira de poeira luminosa apenas visível no coração imaculado das crianças e apenas nesta época mágica do ano.
Com o objectivo explícito de levar os alunos a experimentar um espetro vasto de emoções e sentimentos como a comoção e a empatia e despertá-los para problemáticas de grande acuidade social tais como a pobreza, a desestruturação no seio familiar ou a exclusão social, foram dinamizadas várias sessões de promoção do livro e da leitura na já habitual Hora do Conto.
A obra escolhida foi a muito comovente história de "A menina dos fósforos" do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, tendo a mesma servido de ponte para uma reflexão conjunta do que podemos fazer, enquanto cidadãos, para evitar a pobreza, a indiferença pelo sofrimento do outro e combater outras chagas sociais.
No final da narração os alunos foram convidados a riscar um fósforo e a acender um sonho ou a visão de um mundo melhor. As visões que assombraram os nossos pequenos leitores foram no mínimo surpreendentes. Enquanto muitos se viam a enfeitar uma lindíssima árvore de Natal na companhia de familiares, outros vislumbraram cenas mais inusitadas. Houve alunos que, de olhos fechados e fósforo encostado à cabeça, sonharam com um mundo em que as pessoas se ajudam a si próprias e aos outros, um mundo sem pessoas a naufragar para fugirem da guerra, um mundo sem fome e sem maldade.
Num mundo que a par da perda progressiva dos bens materiais assiste a um declínio de valores morais, e onde se torna cada vez mais difícil sonhar, contamos com as crianças para ensinarem aos mais velhos que nós não somos o que possuímos, apenas possuimos o que somos!
Independentemente das nossas origens, dos bens que acumulámos, apenas valores imateriais nos podem definir enquanto pessoas.
Se tivermos de caminhar descalços sobre a neve, recordemos as riquezas das quais nada nem ninguém jamais nos poderão expoliar: a nobreza da alma, a honestidade dos sentimentos e, acima de tudo, a força do espírito!
Feliz Natal meninos e meninas! Nunca se esqueçam de sonhar, e se um dia mais tarde, quando já não acreditarem em fósforos mágicos, tiverem dificuldade em fazê-lo, releiam esta história com final trágico mas capaz de inundar com poesia o nosso imaginário.
Tal como prometera aos alunos do JI, do atual 1.º A, 2.º A e 2.º B do 1.º Ciclo e exatamente há um ano quando lhes viera contar a famosa e e inesquecível história de O Fantasma das Cuecas Rotas, a escritora Isabel Ricardo regressou à BECRE D. Carlos I para apresentar uma das suas mais recentes obras: O Coelhinho Avarento.
Depois de demonstrarem o seu conhecimento da obra, já trabalhada na Hora do Conto, os pequenos leitores fizeram perguntas como gente grande. Um menino quis saber se nunca se enganava quando escrevia - o que de facto aconteceu - e outra perguntou se antes de iniciar um livro fazia uma chuva de ideias!!!
A autora de A revolução da mulher das pevides elogiou a desenvoltura do seu jovem público, contou histórias e aventuras relacionadas com o processo de criação dos seus livros e, como não podia deixar de ser, contou novamente, a pedido muito insistente dos alunos, a história do fantasma das cuecas rotas.
No final de uma das duas sessões da manhã uma menina dirigiu-se à escritora para lhe dizer que a mãe se chamava Isabel e o pai se chamava Ricardo.
Vejam aqui os desenhos que os alunos da Educadora Ana Mendes prepararam para oferecer à nossa convidada:
Também os alunos da Professora Paula Francisco e Susana Diniz quiseram dar uma recordação destes momentos passados à volta de O Coelhinho Avarento:
Da parte da tarde o encontro foi com os alunos do 8.º C e com os alunos do Curso Vocacional de Apoio à Comunidade. Para além de responder às suas muitas e pertinentes perguntas, Isabel Ricardo contou as histórias e aventuras que estiveram na génese do enredo e das personagens que povoam os seus livros.
Isabel Ricardo ficou também agradavelmente surpreendida por ter sido eleita para decorar a nossa árvore de Natal dos escritores.
Os nossos votos são que volte sempre e que continue a brilhar no firmamento da Literatura Portuguesa.
Com o objetivo de melhorar os hábitos de leitura dos nossos alunos e continuar a promover o livro, realizou-se de 16 a 18 de novembro na EB1 da Várzea e de 18 a 20 de novembro na EB1 D. Carlos I a 1.ª FEIRA DO LIVRO INFANTIL.
A mesma foi levada a cabo através da + Cultura e o lucro obtido reverteu em livros para a nossa BECRE. Conheçam as nossas novidades, já disponíveis para requisição.
Vejam aqui a emoção das crianças à volta dos livros e da leitura!
No âmbito do Projeto Histórias Mágicas no JI, a Biblioteca Escolar D. Carlos I realizou no dia 17 de novembro de 2015 uma sessão de promoção do livro e da leitura na Sala 2 da EB1 da Várzea.
A obra trabalhada foi O Casamento da Gata de Luísa Ducla Soares. Depois de trabalhada a história através da ordenação dos vários momentos e da identificação das personagens, os jovens leitores foram conhecer o JIL.
Para quem não sabe, o JIL é uma plataforma online, denominada de “Jogos Interativos da Leitura”. Inclui oito histórias da autora Luísa Ducla Soares apresentadas em formato áudio e um conjunto de jogos digitais.
Trata de um programa de literacia familiar, que procura fomentar interações positivas entre pais e filhos em idade pré-escolar em torno da leitura de livros e que, por sua vez, sejam promotoras de hábitos de leitura em casa e ao longo da vida.
Assim, com a ajuda do simpático dinossauro JIL os dezanove meninos deste jardim realizaram muitos jogos de leitura digitais em que tiveram de encontrar antónimos, dividir sílabas, descobrir rimas e até conhecer o feminino das palavras, tudo de forma muito leve e divertida.
Caros Pais e Encarregados de Educação, se quiserem passar um bom momento com os vossos filhos e educandos, e conhecer melhor a obra da Luísa Ducla Soares, é só clicar na imagem. Bons jogos!
Da responsabilidade das Professoras Ana Falcão, Ana Jones, Luísa Feijó e Conceição Correia e à semelhança do ano transato, esteve patente de 9 20 de novembro de 2015 na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I a exposição e concuso "Rosas dos Ventos". A mesma teve como objetivos construir com criatividade uma Rosa dos ventos individualmente ou em grupo, utilizando materiais recicláveis; conhecer os pontos cardeais, colaterais e intermédios; participar em atividades de grupo; e planificar uma atividade em articulação vertical entre HGP de 5º ano e Geografia do 7º ano. Deste modo, os intervenientes foram todos os alunos do 5.º ano de de HGP e do 7º ano de Geografia.
Em contexto de sala de aula, na companhia da professora da disciplina, os alunos visitaram a exposição previamente montada pelas professoras dos grupos disciplinares envolvidos. Todos os alunos votaram na rosa dos ventos preferida, do 5º ano e do 7º ano, tendo sido apurados os seguintes resultados: 5º ano total de votos: 288; 7º ano total de votos: 286.
Aos alunos vencedores foram atribuídos prémios: livros e material escolar oferecido por editoras.
Na noite em que a Conspiração da Pólvora foi descoberta, 5 de Novembro de 1605, acenderam-se fogueiras para celebrar a segurança do Rei. Desde então, a noite desse dia passou a ser chamada de “Bonfire Night” ou Noite das Fogueiras.
O evento é comemorado todos os anos com fogo-de-artifício e com fogueiras onde é queimada a efígie do Guy Fawkes, o executante da Conspiração da Pólvora. As efígies são feitas com roupas velhas e enchidas com papel amassado de modo a que pareçam mesmo uma pessoa, neste caso, o Guy Fawkes.
VENCEDORES DA MELHOR EFÍGIE:
Francisco Santos, n.º 6, 6.º E
Gonçalo Rocha, n.º 8, 6.º E
Martim Nunes, n.º 14, 6.º E
Rodrigo Lopes, n.º 20, 6.º E
Estes “Guys” são depois queimados na fogueira. Antes do dia cinco de Novembro é costume as crianças andarem pelas ruas com o espantalho e pedirem “A penny for the Guy” ou seja, “Um tostãozinho para o Guy”. Com o dinheiro compram estalinhos e foguetes.
Deste modo, e novamente numa articulação entre o subdepartamento de Inglês e a Biblioteca Escolar, os alunos do segundo Ciclo foram convidados a dar vida a esta tradição participando num concurso de construção de efígies criativas e originais.
Guy Fawkes Day foi a festividade escolhida este ano pelo Subdepartamento de Inglês em detrimento do já habitual comemoração do Halloween.
A atividade dirigiu-se aos sextos e nonos anos e teve como objetivo divulgar a cultura e as festividades Anglo-saxónicas e incrementar o gosto pela aprendizagem da Língua Inglesa, através de um instrumento didático que se assume nos dias de hoje como uma nova forma de comunicação no campo educativo: o teatro na escola.
Para além da divulgação do episódio marcante da história de Inglaterra, a celebração consistiu na encenação da peça “A Conspiração, a Pólvora e o Ardil”, da autoria da Professora Bibliotecária do Agrupamento D. Carlos I no dia 5 de novembro de 2015 pelos alunos do 9.º E, e na realização de uma exposição intitulada "A penny for the Guy!" que estará patente na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I até ao final do mês de dezembro.
O espetáculo culminou com a apresentação do Hino Oficial da EB D. Carlos I pelos alunos do 6.º E e com orquestração do Professor Victor Santos.
Na mesma ocasião foi ainda chamado ao palco o vencedor do Concurso "O Hino da Minha Escola" - http://becredcarlosi.blogspot.pt/2014/10/participa-no-concurso-o-hino-da-minha.html-,
o Encarregado de Educação Paulo Lawson, onde teve oportunidade de escutar mais de duzentos alunos da escola - que também um dia frequentou - entoar o hino da sua criação.
EE Paulo Lawson e o Professor Victor Santos
A Sr.ª Diretora, Dr.ª Joana de Oliveira, felicita
Alunos e Professores pelo trabalho realizado
Depois deste momento tão emocionante, uma coisa é certa, dificilmente os que estiveram nesta atividade dificilmente poderão esquecer as famosas linhas: "Lembrai, lembrai o 5 de Novembro! A conspiração, a pólvora e a traição!"
Deste modo e numa semana em que se relembraram os defuntos, a E.B. D. Carlos I ressuscitou o terrível e sanguinário Guy Fawkes, através da recriação do momento em que um grupo de conspiradores tentou explodir com o Parlamento Inglês e matar o rei Jaime I. O executante desse ato hediondo foi precisamente Guy Fawkes, um soldado Inglês.
O impiedoso Sir Robert Catesby e o grupo de conspiradores:
A peça foi levada à cena pelos alunos do 9.º E no Centro Cultural Olga Cadaval que gentilmente disponibilizou o espaço e colaborou no apoio técnico a custo zero, e a quem desde já enviamos o nosso muito obrigado.
A carta para Lord Monteagle que iria denunciar a tentativa de regicídio:
Teatro na escola. Porquê?
Tomando em consideração que o teatro engloba as demais artes, sendo por isso a mais completa forma de expressão, o mesmo cria as condições necessárias para a maturação psicológica dos alunos e constitui-se indubitavelmente como um elemento fulcral na formação integral dos mesmos, nas vertentes intelectual, ética, moral, artística e social. O teatro é, antes de qualquer coisa, uma arte. Mas é uma arte que se associa à história do homem e à própria história da comunicação humana. Será pois sempre importante criar condições favoráveis ao desenvolvimento do pensamento lógico e da criatividade dos alunos e estimular a sua participação na representação de acontecimentos passados, já que a reflexão daí decorrente permite-lhes comparar e reformular os mesmos, assegurando-se deste modo a continuidade do processo cultural.
A educação e o teatro - em toda a sua multipliciadade e associado às diferentes expressões culturais tais como a literatura, a música ou a dança-, assumem-se, por conseguinte, como mecanismos primordiais de transmissão de cultura, e de ampliação de horizontes que podem levar os alunos a serem eles próprios agentes de transformação social. Quando bem utilizado, o teatro leva-nos a repensar a realidade e a querer por vezes alterar a ordem instituída.
O grupo de jovens atores do 9.º ano no camarim do CCOC
Provocar a reflexão - purificar, por meio de catarse, o espírito do homem- é e será sempre a primeira função do teatro. E este, com toda a sua magia, permite que os alunos analisem o mundo que os rodeia de forma crítica e reconheçam o seu papel enquanto cidadãos formados e condicionados pelo meio em que se inserem. Assim sendo, em termos mais filosóficos, o teatro também incomoda, ao obrigar-nos a pensar o mundo.Para além disso, a utilização de técnicas teatrais promove a integração e a cooperação do trabalho em grupo e o próprio jogo teatral contribui para o desenvolvimento do equilíbrio emocional, do pensamento crítico, do corpo e da mente e logo favorece a educação e o processo de ensino-aprendizagem.
A função da escola não é apenas a de ensinar conteúdos mas também, enquanto agente de formação, viabilizar formas de acesso ao lazer, à cultura, às práticas desportivas, e assim contribuir para uma integração plena dos alunos na sociedade. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola promove a formação integral do aluno, despertando o gosto pela leitura, promovendo a socialização e, principalmente, melhorando a aprendizagem dos conteúdos propostos pela escola. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola contribui para o sucesso educativo ao desenvolver características como a espontaneidade, a aceitação de regras, a criatividade, o autoconhecimento, o sentido crítico, o raciocínio lógico, a intuição, o conhecimento do grupo e de si próprio e de elementos de cultura.