sexta-feira, 30 de novembro de 2018
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
PELA SEGUNDA VEZ, BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO CONCURSO LITERACIA 3D
O Concurso Literacia 3D, da responsabilidade da Porto Editora, é um desafio nacional dirigido aos alunos do 7.º ano cujo objetivo é o de avaliar as competências dos alunos na dimensão da Leitura e Inglês, respetivamente.

Assim, vinte e nove alunos, selecionados de entre as várias turmas do 7.º e 8.º anos, realizaram a prova a nível local.
Todos os alunos participantes receberam um diploma de participação.
LITERACIA 3 D
PORTUGUÊS
1
|
Tatiana
Melnychuk
|
7.º H
|
2
|
Leonor
Garganta
|
7.º H
|
3
|
Vasco
Ramiro
|
7.º G
|
4
|
Rita Bom
|
7.º G
|
5
|
Matilde
Pereira
|
7.º B
|
6
|
Carolina
Morais
|
7.º B
|
7
|
Madalena
Callha
|
7.º F
|
8
|
Adriana
Vieira
|
7.º A
|
9
|
Beatriz
Oliveira
|
7.º A
|
10
|
Gonçalo Ferreira
|
7.º D
|
11
|
Joana
Gomes
|
7.º D
|
12
|
Martim
Bento
|
7.º D
|
13
|
Cátia
Martins
|
7.º C
|
14
|
Xavier
Leal
|
7.º C
|
INGLÊS
1
|
Luísa
Ferreira, nº 18
|
8.º A
|
2
|
Miriam
Tavares, nº 20
|
8.º A
|
3
|
Pedro
Moreira, nº 23
|
8.º A
|
4
|
Diogo
Macedo, nº1
|
8.º B
|
5
|
André
Leite, nº3
|
8.º B
|
6
|
Bernardo
Malaquias, nº 7
|
8.º B
|
7
|
André
Caetano, nº 2
|
8.º D
|
8
|
Rafael
Eufrásio da Silva, nº18
|
8.º D
|
9
|
Sara
Santos, n.º20
|
8.º D
|
10
|
Afonso
Marcelino, nº1
|
8.º E
|
11
|
Daniela
Santos; nº6
|
8.º E
|
12
|
Jaime
Antunes; nº14
|
8.º E
|
13
|
Jonatas
Anselmo, nº 17
|
8.º E
|
14
|
Martim
Cabral; nº22
|
8.º E
|
15
|
Tomé
sanfona, n.º
|
8.º E
|
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
BECRE D. CARLOS I PARTICIPA NO LISBON & SINTRA FILM FESTIVAL
Dando cumprimento às atividades do Plano Nacional de Cinema, pelo terceiro ano consecutivo implementado na EB D. Carlos I, no dia 21 de novembro de 2018, as duas salas do Jardim de Infância bem como todas as turmas do 9.º ano e Cursos de Educação e Formação da E.B. D. Carlos I, participaram no Lisbon & Sintra Film Festival.
Assim, para além da sua extensa programação, aberta ao público em geral, o LEFFEST organizou, do ensino pré-escolar ao ensino secundário, um conjunto de sessões especialmente dedicadas à comunidade no âmbito do projeto "Serviço Educativo".
Assumindo a sua importância e responsabilidade na formação e desenvolvimento do público infantil e juvenil, o festival pretende, através deste programa, proporcionar momentos de fruição, reflexão e discussão do cinema, estimular o gosto artístico e o pensamento crítico, encorajar a participação ativa da comunidade.
A proposta deste ano assentou na MAGIA DO CINEMA. Desde George Méliès, o pai do cinema fantástico e dos efeitos especiais, ao controverso e icónico Central do Brasil, com Walter Salles, passando pelas origens do cinema, com os Estúdios Bray, até se chegar à A Outra Margem de Luís Filipe Rocha.

A “ O Leiteiro” seguiu-se “Diplodocus” (1915), um plágio da famosa “dinossaura” Gertie de Winsor McCay.

Com o visionamento de “The Farmerette” ou “A Menina da Quinta”, foi visível a surpresa das crianças quando constataram que aqui, graças ao som sincronizado, as personagens já falavam e cantavam.
“The Tantalising Fly” ou “A Mosca chata” de Max Fleischer, em que o palhaço Ko-Ko tenta apanhar uma mosca que o próprio ilustrador não consegue alcançar, arrancou sonoras gargalhadas às crianças, provando a intemporalidade do cinema dos estúdios Bray, nascido por volta de 1913, em Manhattan, Nova Iorque.
A verdade é que a história dos desenhos animados, como prática de entretenimento, remonta ao primeiro desenho animado de John Randolph Bray, “The Artist’s Dream”, lançado em junho de 1913. Foi com esta peça fundamental da história da indústria do entretenimento em Nova Iorque, em que são introduzidas filmagens na própria ação, que terminou esta experiência cinematográfica para os mais pequenos.
Na tarde do mesmo dia, foi a vez de os alunos do 9.º ano assistirem a A Outra Margem de Luís Filipe Rocha, numa sessão que contou com a presença do próprio realizador. De frisar que A Outra Margem foi apresentado no Festival de Montreal onde Filipe Duarte e Tomás Almeida foram distinguidos ex aequo com o prémio de melhor ator pelas suas comovedoras interpretações.
O filme retrata a história de Ricardo (Filipe Duarte), um travesti que perdeu o gosto pela vida depois da morte do namorado. É então confrontado com a alegria de viver de Vasco (Tomás Almeida), o seu sobrinho, um adolescente com Síndrome de Down, que conhece quando regressa à cidade natal que abandonou há anos.
Após o visionamento deste filme repleto de sensibilidade, os alunos tiveram a oportunidade de estabelecer uma conversa com o realizador, onde deu, em primeira mão, a sua visão da obra e respondeu às muitas questões que lhe foram colocadas.
Segundo Luís Filipe Rocha, Vasco é o único que cruza a ponte entre as duas margens nos dois sentidos. A margem é o sítio para onde remetemos aquilo que consideramos diferente, anormal. As causas fraturantes são, na sua opinião, uma aldrabice. As formas de pensar e estar no mundo não se alteram. Só a educação pode mudar mentalidades. Se olharmos para a realidade de hoje, voltámos a viver uma intolerância maior do que há doze anos, por exemplo. A superestrutura legal avançou, mas a capacidade de aceitar o outro, quando ele é diferente, mantém-se. O realizador, que se exilou no Brasil em 1973 e nunca pensou que a ditadura acabasse tão depressa, considerou que, interiormente, o ser humano não se alterou. Um grego de há 1700 anos não se alterou. Apaixonado pelo ser humano concreto, o mesmo acredita que só podemos mudar individualmente.
O realizador de filmes como A Passagem da Noite e Adeus, Pai, discorreu ainda sobre as artes narrativas como a literatura, o teatro e o cinema, dizendo que não se consegue viver sem contar histórias. Assumindo-se como um contador de histórias, confessou ainda que, frequentemente, tem a ideia de que há histórias que o escolhem para serem contadas.
A Outra Margem foi um destes casos que resultam dos acasos da vida. Perdeu um amigo – a quem dedica este filme - e viu-se obrigado a reconstruir a alegria de viver. O filme parte dessa dor. Também, por um acaso da vida, deparou-se com a banda portuguesa Os Corvos num dia em que foi a Telheiras ver um lançamento de um livro na Biblioteca Orlando Ribeiro. Num outro acaso, conheceu o Grupo de Teatro Crinabel. Em suma, coisas que andavam dispersas dentro de si, juntaram-se e culminaram na dedicatória do filme.
Luís Filipe Rocha adiantou que muitos dos seus filmes partem de coisas que não percebe e quer perceber, o que é um bom ponto de partida. As histórias vêm de não se sabe onde mas depois é preciso encontrar quem nos ajude a percebê-las. Também a estrutura dos seus filmes é circular. O Volkswagen poderia dar a curva e continuar a história.
O realizador terminou a sua intervenção com a sua interpretação pessoal desta história. Na sua visão da história, o regresso de Filipe acaba por confrontá-lo com um passado, do qual fugiu, e leva-o a conhecer o sobrinho. O sobrinho é a alegria, a capacidade de deixar luz por onde passa, e isso vai limpando a dor. Através do sobrinho consegue cumprir o desejo do namorado de ficar na planície Alentejana. E ao fazê-lo, reencontra a continuidade da vida.
O Vasco sempre sonhou com um pai. Quando conhece o tio, acaba por encontrar também um tutor para dar um passo decisivo: abandonar a ruralidade e entrar para um grupo de teatro como a Crinabel. O Vasco transforma a vida das pessoas por onde passa. Tem uma carga de luz e de energia que contagia até “cínicos como ele”.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
EXPOSIÇÃO ROSAS DOS VENTOS
Decorreu na Escola Básica D. Carlos I um concurso organizado pelos Professores de H.G.P. e de Geografia dos 5º e 7º anos.
Os alunos, sozinhos ou em grupos, tinham de construir, até ao dia 5 de novembro, uma Rosa dos Ventos, para ser exposta, votada, e poderem ganhar um prémio surpresa.
Os trabalhos foram expostos junto à Biblioteca Escolar na galeria Almada Negreiros.
Surgiram cerca de uma centena e meia de Rosas dos Ventos com ideias muito criativas e originais. Os alunos usaram diversos materiais recicláveis e existem trabalhos feitos por exemplo com rolhas, flores, conchas, palhinhas, elásticos e até massa de fazer pão.
Cada aluno dos 5º e 7º anos votou na sua Rosa dos Ventos preferida e os grandes vencedores foram o Duarte Domingos do 5.º D e os alunos Ana Rita Matos, Beatriz Moreira e Martim Bento do 7.º D..
Isabel Gomes, 5ºD
Profª Dora Esteves
terça-feira, 13 de novembro de 2018
ESTENDAL DOS DIREITOS HUMANOS
Respondendo ao repto lançado pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Sintra Ocidental, e no âmbito da Comemoração do Aniversário da Convenção dos Direitos da Criança, a Biblioteca Escolar D. Carlos I dedicou a manhã do dia 13 de novembro ao desenvolvimento de atividades que tiveram por objectivo sensibilizar para tomada de consciência das crianças, jovens e toda a comunidade sobre a convenção dos direitos das crianças.
Assim, a partir da exploração do livro Os Direitos das Crianças de Luísa Ducla Soares, os alunos do 5.º B tiveram a oportunidade de dar a sua opinião e tirar dúvidas sobre o conteúdo dos 54 artigos da Convenção Internacional dos Direitos da Criança.
Os mesmos alunos foram alertados para o facto de que esta convenção, que visa proteger bebés, crianças e adolescentes até aos 18 anos, foi aprovada há apenas 29 anos, a 20 de novembro de 1989.
Nesta sessão foi ainda frisada a existência do dia 18 de novembro, dia Europeu para proteção das crianças contra a exploração sexual e o abuso sexual (art. 34 da Convenção dos Direitos da Criança e Convenção de Lanzarote).
Na segunda parte da atividade e com vista à criação de um ESTENDAL DOS DIREITOS, cada um dos alunos ilustrou um dos direitos da criança definidos pela pena criativa de Pedro Strecht, médico de Psiquiatria da Infância e da Adolescência, e designados por “Alguns direitos, muitas ingenuidades”.
A Equipa de Intervenção Precoce, também participante neste desafio, juntou as suas roupinhas às elaboradas pelo 5.º B, tornando este estendal ainda mais apelativo.
“Alguns direitos, muitas ingenuidades”
da autoria de Pedro Strecht
“Todas as
crianças com mais de cinco anos têm direito a desabafar.
Todas as
crianças até aos onze ou doze anos têm direito a andar grátis no Carrocel
quando estão de férias.
Todas as
crianças que andam na Escola têm direito a serem alegres, terem amigos e a
brincarem com os outros. Têm direito a ter uma Professora que não grite com
elas.
Todas as
crianças têm direito a ver o mar verdadeiro, especialmente em dia de maré
vazia.
Todas as
crianças têm direito a, pelo menos uma vez na vida, escolher um chocolate que
lhes apeteça.
Todas as
crianças têm direito a terem orgulho na sua existência.
Todas as
crianças têm direito a pensar e a sentir como lhes manda o coração, até serem
velhas, aí com uns vinte anos.
Todas as
crianças têm direito a terem em casa o Pai e a Mãe, os irmãos, se houver, e
comida. Se o Pai e Mãe não conseguirem viver juntos têm direito a que cada um
deles respeite o outro.
Todas as
crianças têm direito a deitarem-se no chão para ver as nuvens passar,
imaginando formas de todos os bichos do Mundo combinadas com as coisas que
quiserem (por exemplo, um cão a andar de patins ou uma girafa de orelhas
compridas).
Todas as
crianças têm direito a começarem uma coleção não interessa de quê.
Todas as
crianças têm direito a chupar o dedo indicador que espetaram num bolo acabado
de fazer ou então lamber a colher com que raparam a taça em que ele foi feito.
Todas as
crianças têm direito a tentarem manter-se acordadas até tarde numa noite de
Verão, na esperança de verem uma estrela cadente e pedirem três desejos (a
justiça devia fazer acontecer sempre pelo menos um).
Todas as
crianças têm direito a escrever ou a falar uma linguagem inventada por elas (ou
que julgam inventada por elas), como por exemplo a «linguagem dos pês»:
«apalinpingupuapagempem dospos pêspês».
Subscrever:
Mensagens (Atom)