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quarta-feira, 25 de maio de 2022

ALUNOS DO 4.º ANO PARTICIPAM NO PROJETO NEWTON GOSTAVA DE LER

Da biologia à física, da química à biologia ou à matemática, as leituras e as experiências vão-se entrelaçando e colhem de espanto alunos e professores, atraindo grupos-turma à biblioteca.”


Decorreram nos dias 18 e 25 de maio de 2022, mais duas sessões do projeto “Newton Gostava de Ler” e que teve como pano de fundo o módulo “Cristaliza esta ideia!”. 



A metodologia foi a já habitual neste projeto, partindo-se da leitura e exploração de um recurso literário, criam-se pontes para a realização de pequenas experiências científicas., os alunos começaram por ouvir a narração da lenda “Castigo de Sal” extraída da obra Lendas do Mar, de José Jorge Letria
Esta lenda remete-nos para o princípio dos tempos em que quem mandava era o grande Deus das Águas, senhor de um imenso território povoado por criaturas belas e pacíficas. A história centra-se na mais rebelde e irrequieta das suas filhas, a Água, que tinha o hábito reprovável de invadir o espaço dos seus irmãos e de se apropriar do que lhes pertencia. 

Ao desrespeitar sucessivamente os avisos do seu poderoso pai, a obstinada Água foi sendo alvo de pequenos castigos. Mas no dia em que decidiu estender os braços e as pernas e invadir a terra, espraiando-se por continentes e ilhas, a Água que era bela e doce e quem a levasse aos lábios logo matava a sede, sofreu o terrível castigo de se tornar salgada até ao fim dos tempos. 

A narração da história deu o mote perfeito para a procura de uma explicação científica para a questão: Por que é que a água do mar é salgada?

Ao contrário do que muita gente pensa, o sal não “surge” no mar, ele encontra-se presente nas rochas. Por isso, quando a água do próprio mar desgasta as rochas litorâneas, elas vão-se fragmentando e dividindo em pequenas partículas, incluindo os sais minerais que se encontram nelas. A água do mar contém porconseguinte uma grande quantidade de iões dissolvidos: cloro, sódio, sulfato, magnésio, cálcio, potássio, etc., que são extraídos quando a água passa nas rochas. E 90% dos sais dissolvidos corresponde a cloreto de sódio (NaCl) ou seja, sal.

Ainda durante este segundo momento, os alunos tiveram ainda a oportunidade de aprender o modo de obtenção do sal de cozinha com recurso à água do mar, pela evaporação do solvente, ou através de jazidas subterrâneas em antigas bacias marítimas.  

O terceiro momento deste encontro consistiu na explicação do fenómeno de cristalização dos sais, numa viagem através da história sobre o hábito do banho, e uma curta introdução às propriedades terapêuticas dos sais de banho.

No último momento deste encontro, e após a divisão da turma em grupos, os alunos aventuraram-se na realização de um frasco de sais de banho. Para a realização dos mesmos necessitaram de cloreto de sódio, umas gotas de óleos essenciais - alfazema, coco ou jasmim -, corante alimentar e umas colheradas de folhas de alfazema. 

De frasquinho na mão decorado a rigor, foi visível a satisfação dos alunos que numa única sessão beneficiaram de uma experiência de leitura, história e ciência. 

Esta divertida e perfumada atividade experimental veio novamente comprovar como a Biblioteca Escolar pode promover a autonomia e as aprendizagens ao longo da vida.

DIA 18 DE MAIO DE 2022







DIA 25 DE MAIO DE 2022






quarta-feira, 11 de maio de 2022

NEWTON GOSTAVA DE LER ENSINA A FAZER CANDEEIRO DE LAVA

“Da biologia à física, da química à biologia ou à matemática, as leituras e as experiências vão-se entrelaçando e colhem de espanto alunos e professores, atraindo grupos-turma à biblioteca.”


A Biblioteca Escolar D. Carlos I tem como princípio orientador a melhoria de formação dos seus utilizadores, trabalhando para isso no sentido de criar contextos aprendentes, que integrem diversos recursos e que contribuam para elevar os níveis de literacia. Assim sendo, pelo segundo ano letivo decidiu aliar-se ao projeto “Newton Gostava de Ler”. 

O mesmo projeto resultou de um convite que a Rede de Bibliotecas Escolares fez à Universidade de Aveiro para desenharem em conjunto um projeto que aliasse a promoção da leitura à experimentação científica e fosse possível de pôr em prática nas bibliotecas escolares integradas na RBE. De referir que o mesmo foi iniciado em Aveiro, em 2010-2011 e contou com o apoio do Ministério da Educação e Ciência através da Rede de Bibliotecas Escolares. 

Foi assim criado um programa anual de leitura de livros que abre as portas a todos os que pretendem experimentar e aprender ciência. Ou seja, a partir da leitura de um recurso literário, é possível criar pontes para a realização de pequenas experiências científicas. 

O projeto parte de duas conceções: a de que o conhecimento científico é decisivo para o avanço civilizacional e a de que a biblioteca escolar garante condições para emanar ciência. A seu favor apresenta ainda o facto de não implicar custos elevados e de ser facilmente replicável. 

Assim, no dia 11 de maio coube aos alunos do 3.º ano virem à Biblioteca Escolar participar neste magnífico projeto. 


A primeira parte da atividade iniciou-se com a leitura dramatizada por parte das professoras bibliotecárias do fabuloso texto "A senhora duquesa quer leite" integrado na obra Livro com Cheiro a Morango de Alice Vieira.

Depois de debaterem esta história cheia de fina ironia e crítica social, os alunos aprenderam a construir um candeeiro de lava caseiro, demonstrando enorme surpresa com as reações químicas produzidas por ingredientes tão simples. 

Uma vez finalizado o candeeiro de lava, os pequenos cientistas aprenderam alguns conceitos sobre o chá e os efeito da temperatura nos ingredientes e deitaram mãos á massa para cozinhar um muito simples bolo de caneca. 

Para a realização da segunda atividade experimental cada grupo apenas necessitou de um micro-ondas, uma colher de sopa, uma faca, uma caneca, um prato, um copo de café, uma colher de café, chocolate em pó, farinha para bolos com fermento, um pouco de açúcar e um ovo. 

A sessão terminou com uma gulosa prova dos bolos e do chá confecionados. 










quarta-feira, 27 de abril de 2022

ALUNOS DO 1.º ANO PARTICIPAM NO PROJETO NEWTON GOSTAVA DE LER

“Da biologia à física, da química à biologia ou à matemática, as leituras e as experiências vão-se entrelaçando e colhem de espanto alunos e professores, atraindo grupos-turma à biblioteca”.


A Biblioteca Escolar D. Carlos I tem como princípio orientador a melhoria de formação dos seus utilizadores, trabalhando para isso no sentido de criar contextos aprendentes, que integrem diversos recursos e que contribuam para elevar os níveis de literacia. Assim sendo, pelo segundo ano letivo decidiu aliar-se ao projeto “Newton Gostava de Ler”. 



O mesmo projeto resultou de um convite que a Rede de Bibliotecas Escolares fez à Universidade de Aveiro para desenharem em conjunto um projeto que aliasse a promoção da leitura à experimentação científica e fosse possível de pôr em prática nas bibliotecas escolares integradas na RBE. De referir que o mesmo foi iniciado em Aveiro, em 2010-2011 e contou com o apoio do Ministério da Educação e Ciência através da Rede de Bibliotecas Escolares. 

Foi assim criado um programa anual de leitura de livros que abre as portas a todos os que pretendem experimentar e aprender ciência. Ou seja, a partir da leitura de um recurso literário, é possível criar pontes para a realização de pequenas experiências científicas. 


O projeto parte de duas conceções: a de que o conhecimento científico é decisivo para o avanço civilizacional e a de que a biblioteca escolar garante condições para emanar ciência. A seu favor apresenta ainda o facto de não implicar custos elevados e de ser facilmente replicável. 


Deste modo, a primeira parte da atividade prendeu-se com a leitura e exploração da obra A Galinha Ruiva de António Torrado com ilustração de Tânia Clímaco. 

Depois de debaterem esta história cheia de sabedoria sobre a importância da cooperação, chegou a hora de descobrir mais sobre o chá e os efeito da temperatura nos ingredientes. 

Para a realização desta atividade experimental cada grupo apenas necessitou de um micro-ondas, uma colher de sopa, uma faca, uma caneca, um prato, um copo de café, uma colher de café, chocolate em pó, farinha para bolos com fermento, um pouco de açúcar e um ovo. 


Foi com bocas de espanto que os pequeninos cientistas assistiram ao fenómeno da transformação da massa. 

Depois de desafiados a repetirem a experiência para o Dia da Mãe que se aproximava, a sessão terminou com a prova dos bolos e do chá que tinham confecionado. 


ALUNOS DO 1.º ANO /27 DE ABRIL DE 2022