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quinta-feira, 20 de abril de 2017

MIÚDOS A VOTOS_DIVULGAÇÃO DOS LIVROS VENCEDORES A NÍVEL NACIONAL

"Em cerimónia realizada no dia 20 de abril, data escolhida pela proximidade do Dia Mundial do Livro, foram divulgados os livros preferidos das crianças e jovens portugueses.

Foram apresentados dados estatísticos desta eleição, imagens e reportagens de todo o processo e estiveram presentes alunos e professores de muitas escolas de diversas regiões do país, que, replicando uma grande variedade de ações de campanha realizadas, demonstraram a dimensão e o impacto desta iniciativa.

Para além de muitos convidados e dos representantes de todos os parceiros (Pordata, Comissão Nacional de Eleições, Plano Nacional de Leitura e Rádio Miúdos), a cerimónia com a presença dos Senhores Ministro e Secretário de Estado da Educação. 

Para alegria de todos, estiveram também presentes os escritores Luísa Ducla Soares, António Torrado, Pedro Seromenho e David Machado.


Nas páginas do Facebook da RBE e da Visão Júnior estão disponíveis vídeos da cerimónia."



1.º CICLO

              

2.º CICLO

              

3.º CICLO

O principezinho

de A. de Saint-Éxupéry

Avozinha Gângster

de David Walliams

A culpa é das estrelas

de John Green

Porque é que os animais não conduzem

de Pedro Seromenho

Harry Potter e a Pedra Filosofal

de J. K. Rowling

O diário de Anne Frank

de Anne Frank

O tubarão na banheira

de David Machado

O principezinho

de A. de Saint-Éxupéry

O rapaz do pijama às riscas

de John Boyne













in http://www.rbe.min-edu.pt/np4/1918.html

sexta-feira, 31 de março de 2017

VENCEDORAS DO CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA SEMANA DA LEITURA 2017

Divulgamos as vencedoras do Concurso de Escrita Criativa da Semana da Leitura 2017, que este ano apresentava como particularidade o facto de os concorrentes puderem participar de modo totalmente livre, escolhendo entre a prosa ou a poesia. 



Assim sendo, a grande vencedora do 1.º Ciclo foi a aluna Mónica Espírito Santo, do 3.º e 4.º A da EB1 D. Carlos I, que nos contemplou com um texto cheio de aventura e suspense e pelo qual está realmente de parabéns. 

Depois de lermos o laborório secreto da promissora escritora, ficamos já com vontade de ler o próximo episódio com acesso direto à porta para o passado...



         

O Laboratório Secreto

Num belo dia de Inverno, lá para Coimbra, nevava tanto que não se conseguia ver as belas pontas das montanhas do vale. Era um dia especial porque era véspera de Natal. E a família Costa estava toda junta num dos quartos do hotel de Coimbra. Naquele dia jantaram, e à meia-noite em ponto, todos abriram as suas prendas. A mãe da Raquel, da Laura e do Pedro começou por abrir as prendas.
– Esta é para a Rosinha! – disse a mãe para a sua sobrinha que tinha dois anos.
– Raquel esta é tua!
– Obrigada mãe, e o que será? – perguntou Raquel com curiosidade.
– Não sei, abre! – respondeu a mãe.
E assim, ora era prenda para a mãe, ora era prenda para o pai, ou era para os avós de Raquel, Laura, Pedro e Rosinha, ou era para a tia ou para o tio, ou para a Laura. E assim passaram uma hora e meia a abrir prenda daqui e dali.
Depois disso tudo, os irmãos foram para um quarto dormir porque já era muito tarde. Por volta das três da manhã do dia de natal, vinte e cinco de dezembro, Laura, a irmã mais nova, acordou de sobressalto, pois começou a ouvir passos de metal. Saiu da cama e foi acordar os irmãos.
– Raquel acorda, acorda, acorda!
– Vai-te deitar Laura! Ainda não são oito e meia da manhã!
– Não consigo, tenho medo!
– Tens medo do quê?
– Dos passos de metal.
– Que passos de metal?
– Ouve! – respondeu Laura tremendo.
Aí, Raquel também saiu da cama e ambas foram acordar o Pedro.
– Pedro acorda, acorda, acorda!
– O que é que foi?
– Ouve! – disseram as duas irmãs em coro.
– O que é isto? – perguntou Pedro também muito assustado.
– São passos de… metal. – respondeu a irmã do meio, a Raquel.
Pedro saltou da cama para baixo e foi em direção à porta, abrindo-a.
– Não consigo ver nada, dêem-me uma lanterna.
– Toma, aqui tens Pedro. – disse Raquel.
Pedro pegou na lanterna e começou a andar, mas claro que quem ia atrás do Pedro eram as suas irmãs. Pedro, com medo que acontecesse alguma coisa às irmãs e ele não visse, pegou num fósforo que tinha no bolso e começou a acender as velas que estavam penduradas junto das porta dos quartos. Quando já tinha acendido as duzentas e cinquenta velas do hotel, olhou para trás para ver se as suas irmãs estavam bem, e de repente viu uma coisa peluda e branca a passar. Pedro correu atrás daquela coisa peluda e branca, mas, Laura e Raquel deram a volta, e as duas chocaram contra Pedro e a coisa peluda e branca.
– Apanhei-a. – gritou Laura.
– Então agarra-a bem. – ordenou Pedro.
No meio desta conversa uma porta abriu-se. “Quem seria?” – interrogavam-se todos. Ora nem mais nem menos era do que a Senhora Constança.
– O que é isso que vocês trazem aqui? – perguntou a Senhora Constança.
– É um coelho fofinho! – disse Laura com uma voz de espanto.
– Ááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááhhhhh um COELHO felpudo! –gritou subindo para cima de uma cadeira a Senhora Constança.
– Não é um coelho felpudo, é um coelho fofinho! – disse Raquel com uma vontade enorme de se rir.
– É a mesma coisa, seja fofinho ou felpudo! – resmungou a Senhora Constança. – Tirem-mo já daqui, que eu quero ir dormir sem nenhum coelho felpudo!
– Não é felpudo, é fofinho… – disse Pedro rindo-se.
– Acabou aqui a conversa e todos a marcharem daqui pra fora. E já agora não se esqueçam de levar também esse coelho.
Assim, os três irmãos foram devolver o coelho fofinho à loja de animais de onde provavelmente teria fugido. EQuando regressavam ao hotel, viram quem lá estava: o guarda! E para passarem por ele sem serem vistos, tiveram que pôr-se de joelhos no chão e gatinhar até onde o guarda já não os visse. Quando chegaram ao primeiro andar continuaram a sua investigação dos passos de metal.
Os irmãos puseram-se todos em silêncio para ver se consiguiam ouvir os passos de metal, quando de repente se deram conta de que já não se ouviam passos de metal.
Ao que a Raquel comentou:
– Acho que isto está a ficar um pouco mais assustador do que eu pensava. Se calhar devíamos ir dizer aos pais?
– Acho que não vale a pena. Eles não vão conseguir compreender. Vão achar que nós estávamos a sonhar. – disse Pedro soltando um suspiro.
– Tive uma ideia! – disse Laura a sorrir – Venham cá todos. Então a minha ideia é a seguinte: irmos para o nosso quarto, deixarmos as velas acesas e fingirmos que estamos a dormir. Depois os passos de metal voltam e aí entramos em ação.
– Entramos em ação a fazer o quê? – perguntou Raquel um bocado desconfiada.
– Tive uma ideia também para essa situação, mas disso falaremos no quarto, ok? –disse Laura.
– Ok! – responderam os dois restantes irmãos.
E então lá foram para o quarto. Deitaram-se na cama e taparam-se com os lençóis.
– O plano é o seguinte: em primeiro lugar o ser que está a fazer este barulho deve estar neste andar, por isso a Raquel vai sair do quarto muito devagar e vai para a sala de controlo fechar as portas que dão acesso aos outros andares. Assim o ser já não consegue ir para os outros andares. Depois, o Pedro e eu saímos do quarto e vamos em busca do ser que está a fazer este barulho. Por fim, eu ou o Pedro apanhamos o ser. Concordam?
– Sim! – respondeu o Pedro.
– E tu, Raquel concordas? – perguntou Laura.
– Sim, até concordo!
E assim fizeram tudo como previsto. A Raquel saiu do quarto e foi para a sala de controlo fechar as portas automáticas. Logo depois o Pedro e a Laura apanharam o ser que fazia aqueles passos de metal.
– Traz….pum…. ca pum….
Só se ouvia as duas crianças e aquele ser misterioso a caírem por umas escadas abaixo. Assim que Raquel ouviu aquilo ficou preocupada com os irmãos e abriu as portas automáticas que iam dar aos outros andares, e a correr foi ter com eles. No meio desse barulho todo, Raquel ficou um bocado confusa porque não via os irmãos, quando também ela foi puxada pelas escadas abaixo.
Quando os três aterraram viram que estavam num laboratório cheio de poções. E também viram o homem fugitivo.
– Porque me seguem? – perguntou o homem que falava com sotaque.
– Calma, nós somos pacíficos. – disse Pedro para tentar que o homem se acalmasse.
– Está bem, vocês são pacíficos. Mas porque me seguiam?
– Porque acordei por volta das três da manhã. E acordei porque comecei a ouvir passos de metal. – Disse Laura escondendo-se atrás do irmão.
– Oh, então peço as minhas desculpas. Eu não vos queria acordar.
– Aceitamos as suas desculpas. Mas porque tem um laboratório secreto, e logo por baixo do primeiro andar do hotel?
– Porque o meu sonho sempre foi ser um inventor de poções, e uma noite quando fui beber água à cantina do hotel caí aqui, após o que decidi montar secretamente o meu próprio laboratório.
– Desta vez sou eu que vou ter uma ideia, mas para isso preciso que me diga se tem autorização para ocupar este espaço? – disse Raquel sorrindo.
– Não! Não tenho autorização para estar neste espaço. – respondeu o homem fugitivo.
– Ok, então os meus irmãos e eu estaremos aqui no laboratório às nove da manhã em ponto. Pode ser?
– Pode, mas para quê? – perguntou o homem.
– Para podermos ajudá-lo. E já agora como se chama?
– Desculpem não me ter apresentado. Eu sou o António Oliveira. E vocês como se chamam?
– Eu sou a Raquel.
– Eu sou a Laura.
– E eu sou o Pedro.
– Então fica combinado? – perguntou Raquel outra vez.
– Sim, amanhã vocês cá estarão às nove em ponto e eu também. Adeus a todos, e um resto de boa noite.
– Adeus. – disseram os três irmãos em coro.
Assim os irmãos foram para o quarto conversar sobre a ideia da Raquel.
– Raquel, qual é a tua ideia? – perguntou Pedro com curiosidade.
– A minha ideia é: em vez de nos levantarmos às oito e meia, levantamo-nos às oito, Vestimo-nos, comemos e vamos ter com o dono do hotel. Depois perguntamos-lhe se o António Oliveira pode continuar ali instalado. E depois logo vemos o que vai acontecer. Gostam da minha ideia?  
– Sim, eu pelo menos acho uma bela ideia. – disse Pedro.
– Eu também. – concordou a Laura.
– Então hoje acordamos às oito, certo? – perguntou Pedro mexendo no telefone para ir mudar o alarme.
– Certo. E agora toca todos a dormir para amanhã termos força para acabar esta missão.
– Certo chefe. – disse Laura brincando com a sua irmã.
– És mesmo tontinha.
Passadas cerca de duas horas, o alarme do telefone do Pedro tocou.
– Pedro, desliga o telefone.
– Sim, é isso que estou a fazer.
Quando Pedro desligou o telefone, todos se levantaram, vestiram-se e foram comer.
– Bem, já acabei de comer. Enquanto vocês acabam de comer eu vou avisar a mãe e o pai que vamos falar com o dono do hotel.
E lá foi.
– Mãe, Pai, os manos e eu vamos ter com o dono do hotel, está bem?
– Está bem, mas, já tomaram o pequeno-almoço?
– Sim Mãe.
– Então está bem. Podem ir. Mas voltem antes do almoço e tomem conta da vossa irmã mais nova, ouviste?
– Obrigada Mãe! E vamos ter todo o cuidado. – disse Raquel dando um beijinho à Mãe.
Raquel foi ter com os irmãos e todos juntos foram falar com o diretor.
– Truz, truz, truz….– bateram à porta.
– Pode entrar! – disse o diretor.
– O que vos traz aqui?- perguntou.
– Viemos falar em nome de um amigo nosso, o António Oliveira. – disse Raquel.
Assim passaram cerca de vinte minutos a contarem toda aquela história ao diretor.
– E o que nós queríamos perguntar-lhe era se o António podia ficar instalado naquele minilaboratório. Por favoooooor? – pediu Raquel.
– Sim, acho que sim, também já nem me lembrava daquele sítio. Só há três pequenas coisas que ele tem de cumprir. Primeiro: não pode fazer barulho a partir das oito da noite até às oito da manhã. Segundo: tem de me pagar todos os meses cem euros. E terceiro: quero que ele consiga fazer o que ele sempre quis e que faça daquilo um museu de poções.
– Muito, muito obrigada, senhor diretor! Vai ser uma grande surpresa para o António. – disseram em coro os três irmãos.
– De nada. Mas vocês acham que ele vai conseguir cumprir aquelas três coisas?
– Claro que sim. Não se esqueça que o laboratório sempre foi o sonho dele. – relembrou Pedro.
– Mana, temos de ir. Já são oito e cinquenta! – disse Laura olhando para o relógio.
– Pois é! Adeus diretor.
– Onde vão? – Perguntou o diretor.
– Vamos ter com o António e contar-lhe as novidades.
– Então esperem um bocadinho para eu escrever o que ele tem de cumprir, para ele não se esquecer. E também porque eu quero ir com vocês.
Passados cinco minutos o diretor disse:
– Pronto, já está. Podemos ir.
Lá foram os irmãos de elevador com o dono do hotel, ter com o António.
– Peng…– fez o elevador quando chegou ao primeiro andar.
– Estou um bocado confusa. O chão parece sempre ser igual. – disse um bocado irritada a Raquel.
– Calma, já vai ver que o chão não é todo igual. – disse o diretor.
Enquanto falavam e falavam e ao mesmo tempo andavam, a Laura disse:
– Aqui o chão tem quatro rachas, ou seja, faz um quadrado, por isso faz sentido que seja aqui. Certo? – perguntou Laura.
– Tens toda a razão. É aqui! – afirmou o António abrindo o tampão.
– Entrem.
– Olá António. – saudaram todos.
– Eu sou o diretor do hotel. E sei o que se passou esta noite.
– Por favor não me tire daqui.
– Calma amigo, eu deixo-o ficar aqui com estas três condições. – disse o diretor dando-lhe o papel que tinha as três condições.
– Aceito tudo, principalmente a terceira. Mas quando é que posso construir o museu?
– Agora este sítio é seu. Começa quando quiser. – disse o diretor.
– Muito, muito obrigado a todos. – agradeceu o António.
– Eu não fiz nada, foi tudo graças as estes três meninos. Realmente sem vocês nunca teria sido possível. – disse o diretor dirigindo-se às crianças.
– Obrigado! - disse António mais uma vez.
– Agora tenho de me ir embora. Tenho outros assuntos para resolver. – Disse o diretor.
Adeus a todos!
Após o diretor se ter ido embora, o António guardou os papéis e as suas poções em duas grandes caixas.
– O que estás a fazer António? – perguntou Raquel assustadíssima.
– Estou a guardar as minhas poções e os papéis que o diretor me deu!
– Porquê? – perguntou Pedro.
– Porque vou fazer obras para transformar este espaço num museu.
– Ah, está bem. Mas pregaste-me um grande susto!
– Desculpa! E obrigado mais uma vez.
Os três irmãos contaram toda a aventura à sua família e, assim, já tinham provas se eles não acreditassem. Mas o melhor de tudo, é que, passado um mês, o António andava a distribuir convites para irem ao museu que agora se chamava “Museu do Inventor”. E começou a chamar-se assim porque afinal o António descobriu que não gostava só de inventar poções mas também outras coisas, como a porta que ia dar ao passado...
     Fim
Mónica Nunes do Espírito Santo
 3º/4º A

Prof. Dulce Ferreira


Matilde Reis do 7.º B foi a grande vencedora do 3.º Ciclo e delicionou-nos com um fantástico poema sobre os seus sonhos. A escrever assim, desejamos que esta participante nunca deixe de pôr por escrito todos os sonhos que povoam a sua fértil imaginação. Parabéns Matilde!



Os Meus Sonhos


Tive um sonho, outro dia,
Acordei toda assustada
Não é que o cão do vizinho
Queria dar-me uma dentada?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com muito frio
Estava num vale gelado
A nadar dentro de um rio.

Tive um sonho, outro dia,
Acordei muito admirada
Como é que as bruxas eram boas
E eu é que era a malvada?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com uma tontura
Era a mais baixa do mundo
Com dez metros e tal de altura?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com um calor
Pois alguém que eu não digo
Deu-me um beijo com amor.

Tive um sonho, nestes dias,
Com muito que contar
O que é que eu tenho na cabeça?
Em que é que ando a pensar?

Matilde Reis
7.º B

domingo, 19 de março de 2017

CONCURSO DE DESENHO DA SEMANA DA LEITURA 2017: O CÓDIGO SECRETO

No âmbito das atividades da 11.ª Edição da Semana da Leitura, a BECRE D. Carlos I convida-te a participar neste concurso.

Para isso, e com base no texto vencedor do concurso de escrita criativa do Mês das Bibliotecas Escolares, entrega até ao final da Quinzena da Leitura, dia 31 de março de 2017, um desenho numa folha A4 ilustrado a teu gosto.

O vencedor será o aluno ou a aluna que apresentar o desenho mais original ou que estiver mais de acordo com o texto apresentado.




















CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA SEMANA DA LEITURA 2017. PARTICIPA JÁ!


sábado, 28 de janeiro de 2017

MIÚDOS A VOTOS: OS LIVROS MAIS FIXES

Com o objetivo de promover a leitura e a cidadania, a EB D. Carlos I aliou-se à iniciativa “Miúdos a Votos” organizada pela Rede de Bibliotecas Escolares e a Visão Júnior. A par de muitas outras crianças e jovens do 1.º ao 9.º ano de escolaridade em todo o país, os alunos da nossa escola vão ter a possibilidade inédita de votarem no livro de que mais gostaram até hoje.


O processo, já iniciado em dezembro de 2016 com o recenseamento a nível nacional dos livros preferidos, será muito idêntico ao de umas eleições políticas. Os alunos participantes terão de apresentar as suas candidaturas à Comunidade Escolar e defender publicamente, com unhas e dentes, o livro das suas vidas através de uma campanha eleitoral, podendo fazê-lo dentro da sala de aula, em sessões de esclarecimento ou através de comícios na Biblioteca Escolar ou na sala de alunos. Para convencer os seus eleitores os Candidatos poderão ainda desenvolver todo o tipo de material de propaganda, como cartazes, autocolantes, pins ou folhetos e divulgá-los na sala de aula, na Biblioteca ou noutro local público da escola. Poderão por fim organizar debates entre vários candidatos. 


Os Candidatos, se assim o desejarem, terão ainda tempo de antena à séria. Para além de poderem divulgar os seus trabalhos nas redes sociais e meios digitais da EB D. Carlos I, a VISÃO Júnior vai divulgar os materiais de campanha que as escolas enviarem, nos quais se incluem por exemplo cartazes ou textos. Por sua vez a VISÃO Júnior online assegurará o tempo de antena em vídeo, através da publicação dos vídeos de propaganda aos livros produzidos pelos alunos. Já a Rádio Miúdos encarregar-se-á de transmitir podcasts elaborados pelos alunos, sobre os livros. Outros media farão ainda a cobertura das ações de campanha mais significativas que decorram nas escolas.

Também como numa eleição regular, haverá lugar para um dia de reflexão e o grande dia de votações em urna fechada que terá lugar no dia 17 de março de 2017. Para esta votação será necessário escolher um presidente que supervisionará a urna no dia da votação. Deverão também ser constituídos grupos de alunos que acompanhem e ajudem à contagem de votos, tal como acontece numa verdadeira eleição política. 

O Dia Mundial do Livro, 20 de abril de 2017, foi o dia escolhido para dar a conhecer ao país a lista dos livros que as crianças e jovens portugueses mais apreciam, segundo o ciclo de ensino que frequentam. 

Ao participarmos nesta brilhante iniciativa, desejamos sobretudo que a mesma constitua um processo de aprendizagem importante em que os alunos interiorizem como se desenrola um processo eleitoral e que aprendam a ser parte fundamental de processos de decisão que lhe digam diretamente respeito, fazendo deste modo exercício pleno da sua cidadania. 

Aos Candidatos do 2.º e 3.º Ciclos da EB D. Carlos I desejamos uma boa campanha marcada por muito civismo e muitas e enriquecedoras leituras. Aos nossos Eleitores deixamos aqui o calendário da Campanha Eleitoral e fazemos votos de que conduzam à vitória os seus livros preferidos.




MIÚDOS A VOTOS
OS LIVROS MAIS FIXES

CALENDÁRIO
DEZEMBRO 2016

Inscrição dos Alunos junto da Professora Bibliotecária




DE 1 DE FEVEREIRO 2017
A
15 DE MARÇO
2017

CAMPANHA ELEITORAL
ALUNOS DO 2.º E 3.º CICLOS

Durante a campanha eleitoral, os alunos defenderão publicamente o livro de que mais gostam. Poderão fazê-lo dentro da sala de aula (equivalente a uma ‘sessão de esclarecimento’), na biblioteca escolar ou na sala de alunos (equivalente a um ‘comício’), através de cartazes afixados na sala de aula, na biblioteca ou noutro local público da escola (‘cartaz’) ou das redes sociais e meios digitais da escola (equivalente a ‘tempo de antena’). Poderão também organizar debates entre vários candidatos e desenvolver outro tipo de material de propaganda, como autocolantes, pins, folhetos, etc

DIVULGAÇÃO
DAS CAMPANHAS
A VISÃO Júnior vai divulgar os materiais de campanha que as escolas enviarem, nos quais se incluem cartazes, textos, etc.
A VISÃO Júnior online assegurará o tempo de antena em vídeo, através da publicação dos vídeos de propaganda aos livros produzidos pelos alunos.
A Rádio Miúdos encarregar-se-á de transmitir podcasts [Máx.:1m30s] elaborados pelos alunos, sobre os livros.
Outros media farão a cobertura das ações de campanha mais significativas que decorram nas escolas.
Até 28 DE FEVEREIRO
2017
ELEIÇÃO DO PRESIDENTE QUE SUPERVISIONARÁ A URNA NO DIA DAS ELEIÇÕES
CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS DE ALUNOS QUE ACOMPANHEM E AJUDEM À CONTAGEM DE VOTOS.

DIA 16 DE MARÇO 2017

DIA DA REFLEXÃO

DIA 17 DE MARÇO 2017

VOTAÇÃO
NA BECRE EM URNA FECHADA

ATÉ 27 DE MARÇO 2017

ESCRUTÍNIO
CONTAGEM E REGISTO DOS VOTOS


20 DE ABRIL
2017

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS ELEITORAIS
DIVULGAÇÃO EM CERIMÓNIA PÚBLICA


domingo, 15 de janeiro de 2017

CONCURSO «7 dias, 7 dicas sobre os media»

Com a aproximação do mês da segurança digital, aproveitamos para divulgar a nova edição do concurso «7 dias, 7 dicas sobre os media». Esta iniciativa é promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) em parceria com a Direção-Geral da Educação (DGE), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), a Comissão Nacional da Unesco (CNU), a Fundação PT e a Presidência do Conselho de Ministros. 


Este concurso convida à produção de dicas sobre os media, em suporte digital, com o objetivo de fomentar na comunidade educativa, particularmente nos alunos, o uso crítico e criativo dos media, uma utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor. Este ano, além da tipologia de trabalho "7 dicas", aceitar-se-á também o formato "narrativa".


Os trabalhos selecionados pelas escolas para apresentação ao concurso devem ser enviados até ao dia 17 de março de 2017 para <7dicas mail-rbe.org="">. Para qualquer esclarecimento adicional ao Regulamento deve ser usado o mesmo endereço eletrónico.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

8.ª Edição do concurso "Conta-nos uma história!" + WORKSHOPS

O concurso "Conta-nos uma história" convida as escolas da educação pré-escolar e do 1º ciclo a recontarem histórias já existentes (contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas) ou a produzirem outras, originaiscom recurso a meios digitais - áudio e vídeo - que decorram de atividades colaborativas.

Esta iniciativa propõe fomentar a dinamização de projetos desenvolvidos pelas escolas, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo.

As histórias a admitir a concurso, em língua portuguesa e em língua inglesa (3.º e 4.º anos), podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc.

A candidatura é feita online, até ao dia 15 de janeiro de 2017, através do preenchimento de um formulário de inscrição.

Consultem aqui o Regulamento

WORKSHOPS

Também, no âmbito desta edição serão realizados por todo o país workshops sobre temas como narrativas digitais, produção áudio e vídeo, Movie Maker, Moovly, Audacity, por exemplo. 

Eu já estou inscrita para 17 de janeiro de 2017! Inscrevam-se também AQUI

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

VENCEDOR DO CONCURSO DE ESCRITA DO MIBE 2016

Utilizador assíduo da BECRE D. Carlos I e leitor convicto, Vasco Ramiro, n.º 27 do 5.º G, foi o grande vencedor do Concurso de Escrita Criativa realizado no âmbito das comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.

E porque o seu número de requisições já é bastante elevado, o nosso vencedor recebeu como prémio uma magnífica bola de futebol.

Não deixem de ler o seu criativo texto que, respeitando o regulamento do mesmo concurso, esteve subordinado ao tema "O Código Secreto".

Parabéns Vasco e continua a participar!





O Código Secreto

Finalmente o dia tinha chegado. Os três irmãos, o Vasco, o Pedro e a Joana iam participar numa caça ao tesouro, na escola D. Carlos I, a sua escola. Estavam muito entusiasmados, pois iriam encontrar os seus amigos, os seus professores e os auxiliares.

O despertador tocou, os irmãos acordaram e foram a correr vestir-se. Estavam ansiosos pela caça ao tesouro. Algum tempo depois, foram despedir-se do Pai e foram para o carro ter com a Mãe que os ia levar à escola.

Quando chegaram foram logo ter com os amigos e todos perguntavam o que seria o grande tesouro. As opiniões apontavam para o mesmo, teria algo a ver com a escola. .. Mas o que seria?

Um, dois e três, começou a caça ao tesouro. O Pedro, o Vasco e a Joana foram a correr para a casota dos cães. Talvez aí estivesse o tesouro. Mas não, não foi desta.

Foram ao Clube de Matemática e foram ao Pavilhão Desportivo. Em nenhum desses espaços estava o tesouro. De seguida foram ao campo de futebol e poucos minutos depois, o Vasco e o Pedro descobriram a palavra “biblio”. Ficaram a olhar um para o outro. Acharam esquisito e nenhum dos três irmãos sabia o que queria dizer... Guardaram a palavra e seguiram caminho.

Desta vez foram aos pavilhões A, B e C e em nenhum deles encontraram alguma coisa. Só faltava ir ao um sítio: ao pavilhão D!

Quando chegaram ao pavilhão D foram ao posto médico, à secretaria e à papelaria. Em nenhum desses sítios estava o que procuravam. O único sítio onde faltava ir era à Biblioteca, para onde se dirigiram imediatamente.

Estavam muito entusiasmadas, pois talvez descobrissem, pela primeira vez, um grande tesouro! Foram procurar nas prateleiras dos livros, debaixo dos sofás, nos CDs, nos DVDs e finalmente no último sítio para procurar, nos computadores.

A caça ao tesouro tinha terminado! A Joana encontrou a palavra “teca” e perceberam que se juntassem a palavra “biblio” com a palavra “teca” dava “biblioteca”. Ficaram a pensar que era um tesouro muito estranho, mas depois perceberam que “a biblioteca” era o maior dos tesouros!

No dia seguinte a Professora Fernanda Tenente, Professora de Português do Vasco e do Pedro, entregou-lhes um diploma emoldurado a agradecer a participação e deu-lhes os parabéns por terem encontrado o precioso tesouro. Os três irmãos perceberam que através da leitura e dos livros ALCANÇAMOS TUDO!

Vasco Ramiro, n.º 27 do 5.º G

VENCEDORES DO CONCURSO DE DESENHO "O MEU MUNDO" DO MIBE

Olga Chernega do 6.º ano foi a grande vencedora do 2.º Ciclo do Concurso de Desenho realizado no âmbito das celebrações do Mês das Bibliotecas Escolares 2016.

A nossa bi-campeã ganhou um espetacular livro sobre Fernando Pessoa. De língua materna Ucraniana, a nossa leitora irá, com a juda do Pai, traduzir os poemas contidos no livro para Ucraniano para que toda a sua família possa conhecer o poeta de maior expressão da língua Portuguesa.

Parabéns por essa iniciativa e por continuar a participar com os seus desenhos magníficos nos concursos da BECRE!





E eis o trabalho vencedor do 1.º Ciclo. Parabéns ao grande vencedor e parabéns também a todos os alunos da EB1 de Lourel que participaram. 




domingo, 2 de outubro de 2016

CONCURSO DE DESENHO DA BECRE "O MEU MUNDO"

O presente concurso insere-se no âmbito  das comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares - que apresenta este ano como tema aglutinador – APRENDE A DESCODIFICAR O TEU MUNDO -, e destina-se aos alunos do 1.º e 2.º anos do 1.º Ciclo do Agrupamento D. Carlos I e decorre até ao dia 31 de outubro de 2016.

Os melhores trabalhos serão publicados no Blog da Biblioteca.

O 1.º lugar vencedor de cada ano de ensino recebe ainda um espetacular prémio surpresa e um diploma emitido pela Biblioteca Escolar. 

CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA BECRE "O CÓDIGO SECRETO"

Em todo o mundo, o mês de outubro é aproveitado para reforçar a visibilidade das Bibliotecas Escolares e a consciencialização acerca do seu valor nas aprendizagens. A International Association of School Librarianship (IASL) propôs, como anualmente faz, um tema aglutinador – APRENDE A DESCODIFICAR O TEU MUNDO –, sendo todo o mês de outubro amplamente celebrado pelas Bibliotecas Escolares. 

O presente concurso insere-se no âmbito destas comemorações e destina-se aos alunos do 2.º e 3.º ciclos e ao 3.º e 4.º anos do 1.º Ciclo do Agrupamento D. Carlos I e decorre até ao dia 31 de outubro de 2016. O texto a apresentar na Biblioteca Escolar terá de ser obrigatoriamente subordinado ao tema “ O CÓDIGO SECRETO”. O texto vencedor será publicado no Blog da Biblioteca e os três primeiros lugares do 1.º Ciclo, 2.º Ciclo e 3.º Ciclos, receberão ainda um diploma pela sua participação.

O/a vencedor/a de cada ciclo de ensino receberá um espetacular prémio surpresa!