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sexta-feira, 31 de março de 2017

VENCEDORAS DO CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA SEMANA DA LEITURA 2017

Divulgamos as vencedoras do Concurso de Escrita Criativa da Semana da Leitura 2017, que este ano apresentava como particularidade o facto de os concorrentes puderem participar de modo totalmente livre, escolhendo entre a prosa ou a poesia. 



Assim sendo, a grande vencedora do 1.º Ciclo foi a aluna Mónica Espírito Santo, do 3.º e 4.º A da EB1 D. Carlos I, que nos contemplou com um texto cheio de aventura e suspense e pelo qual está realmente de parabéns. 

Depois de lermos o laborório secreto da promissora escritora, ficamos já com vontade de ler o próximo episódio com acesso direto à porta para o passado...



         

O Laboratório Secreto

Num belo dia de Inverno, lá para Coimbra, nevava tanto que não se conseguia ver as belas pontas das montanhas do vale. Era um dia especial porque era véspera de Natal. E a família Costa estava toda junta num dos quartos do hotel de Coimbra. Naquele dia jantaram, e à meia-noite em ponto, todos abriram as suas prendas. A mãe da Raquel, da Laura e do Pedro começou por abrir as prendas.
– Esta é para a Rosinha! – disse a mãe para a sua sobrinha que tinha dois anos.
– Raquel esta é tua!
– Obrigada mãe, e o que será? – perguntou Raquel com curiosidade.
– Não sei, abre! – respondeu a mãe.
E assim, ora era prenda para a mãe, ora era prenda para o pai, ou era para os avós de Raquel, Laura, Pedro e Rosinha, ou era para a tia ou para o tio, ou para a Laura. E assim passaram uma hora e meia a abrir prenda daqui e dali.
Depois disso tudo, os irmãos foram para um quarto dormir porque já era muito tarde. Por volta das três da manhã do dia de natal, vinte e cinco de dezembro, Laura, a irmã mais nova, acordou de sobressalto, pois começou a ouvir passos de metal. Saiu da cama e foi acordar os irmãos.
– Raquel acorda, acorda, acorda!
– Vai-te deitar Laura! Ainda não são oito e meia da manhã!
– Não consigo, tenho medo!
– Tens medo do quê?
– Dos passos de metal.
– Que passos de metal?
– Ouve! – respondeu Laura tremendo.
Aí, Raquel também saiu da cama e ambas foram acordar o Pedro.
– Pedro acorda, acorda, acorda!
– O que é que foi?
– Ouve! – disseram as duas irmãs em coro.
– O que é isto? – perguntou Pedro também muito assustado.
– São passos de… metal. – respondeu a irmã do meio, a Raquel.
Pedro saltou da cama para baixo e foi em direção à porta, abrindo-a.
– Não consigo ver nada, dêem-me uma lanterna.
– Toma, aqui tens Pedro. – disse Raquel.
Pedro pegou na lanterna e começou a andar, mas claro que quem ia atrás do Pedro eram as suas irmãs. Pedro, com medo que acontecesse alguma coisa às irmãs e ele não visse, pegou num fósforo que tinha no bolso e começou a acender as velas que estavam penduradas junto das porta dos quartos. Quando já tinha acendido as duzentas e cinquenta velas do hotel, olhou para trás para ver se as suas irmãs estavam bem, e de repente viu uma coisa peluda e branca a passar. Pedro correu atrás daquela coisa peluda e branca, mas, Laura e Raquel deram a volta, e as duas chocaram contra Pedro e a coisa peluda e branca.
– Apanhei-a. – gritou Laura.
– Então agarra-a bem. – ordenou Pedro.
No meio desta conversa uma porta abriu-se. “Quem seria?” – interrogavam-se todos. Ora nem mais nem menos era do que a Senhora Constança.
– O que é isso que vocês trazem aqui? – perguntou a Senhora Constança.
– É um coelho fofinho! – disse Laura com uma voz de espanto.
– Ááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááááhhhhh um COELHO felpudo! –gritou subindo para cima de uma cadeira a Senhora Constança.
– Não é um coelho felpudo, é um coelho fofinho! – disse Raquel com uma vontade enorme de se rir.
– É a mesma coisa, seja fofinho ou felpudo! – resmungou a Senhora Constança. – Tirem-mo já daqui, que eu quero ir dormir sem nenhum coelho felpudo!
– Não é felpudo, é fofinho… – disse Pedro rindo-se.
– Acabou aqui a conversa e todos a marcharem daqui pra fora. E já agora não se esqueçam de levar também esse coelho.
Assim, os três irmãos foram devolver o coelho fofinho à loja de animais de onde provavelmente teria fugido. EQuando regressavam ao hotel, viram quem lá estava: o guarda! E para passarem por ele sem serem vistos, tiveram que pôr-se de joelhos no chão e gatinhar até onde o guarda já não os visse. Quando chegaram ao primeiro andar continuaram a sua investigação dos passos de metal.
Os irmãos puseram-se todos em silêncio para ver se consiguiam ouvir os passos de metal, quando de repente se deram conta de que já não se ouviam passos de metal.
Ao que a Raquel comentou:
– Acho que isto está a ficar um pouco mais assustador do que eu pensava. Se calhar devíamos ir dizer aos pais?
– Acho que não vale a pena. Eles não vão conseguir compreender. Vão achar que nós estávamos a sonhar. – disse Pedro soltando um suspiro.
– Tive uma ideia! – disse Laura a sorrir – Venham cá todos. Então a minha ideia é a seguinte: irmos para o nosso quarto, deixarmos as velas acesas e fingirmos que estamos a dormir. Depois os passos de metal voltam e aí entramos em ação.
– Entramos em ação a fazer o quê? – perguntou Raquel um bocado desconfiada.
– Tive uma ideia também para essa situação, mas disso falaremos no quarto, ok? –disse Laura.
– Ok! – responderam os dois restantes irmãos.
E então lá foram para o quarto. Deitaram-se na cama e taparam-se com os lençóis.
– O plano é o seguinte: em primeiro lugar o ser que está a fazer este barulho deve estar neste andar, por isso a Raquel vai sair do quarto muito devagar e vai para a sala de controlo fechar as portas que dão acesso aos outros andares. Assim o ser já não consegue ir para os outros andares. Depois, o Pedro e eu saímos do quarto e vamos em busca do ser que está a fazer este barulho. Por fim, eu ou o Pedro apanhamos o ser. Concordam?
– Sim! – respondeu o Pedro.
– E tu, Raquel concordas? – perguntou Laura.
– Sim, até concordo!
E assim fizeram tudo como previsto. A Raquel saiu do quarto e foi para a sala de controlo fechar as portas automáticas. Logo depois o Pedro e a Laura apanharam o ser que fazia aqueles passos de metal.
– Traz….pum…. ca pum….
Só se ouvia as duas crianças e aquele ser misterioso a caírem por umas escadas abaixo. Assim que Raquel ouviu aquilo ficou preocupada com os irmãos e abriu as portas automáticas que iam dar aos outros andares, e a correr foi ter com eles. No meio desse barulho todo, Raquel ficou um bocado confusa porque não via os irmãos, quando também ela foi puxada pelas escadas abaixo.
Quando os três aterraram viram que estavam num laboratório cheio de poções. E também viram o homem fugitivo.
– Porque me seguem? – perguntou o homem que falava com sotaque.
– Calma, nós somos pacíficos. – disse Pedro para tentar que o homem se acalmasse.
– Está bem, vocês são pacíficos. Mas porque me seguiam?
– Porque acordei por volta das três da manhã. E acordei porque comecei a ouvir passos de metal. – Disse Laura escondendo-se atrás do irmão.
– Oh, então peço as minhas desculpas. Eu não vos queria acordar.
– Aceitamos as suas desculpas. Mas porque tem um laboratório secreto, e logo por baixo do primeiro andar do hotel?
– Porque o meu sonho sempre foi ser um inventor de poções, e uma noite quando fui beber água à cantina do hotel caí aqui, após o que decidi montar secretamente o meu próprio laboratório.
– Desta vez sou eu que vou ter uma ideia, mas para isso preciso que me diga se tem autorização para ocupar este espaço? – disse Raquel sorrindo.
– Não! Não tenho autorização para estar neste espaço. – respondeu o homem fugitivo.
– Ok, então os meus irmãos e eu estaremos aqui no laboratório às nove da manhã em ponto. Pode ser?
– Pode, mas para quê? – perguntou o homem.
– Para podermos ajudá-lo. E já agora como se chama?
– Desculpem não me ter apresentado. Eu sou o António Oliveira. E vocês como se chamam?
– Eu sou a Raquel.
– Eu sou a Laura.
– E eu sou o Pedro.
– Então fica combinado? – perguntou Raquel outra vez.
– Sim, amanhã vocês cá estarão às nove em ponto e eu também. Adeus a todos, e um resto de boa noite.
– Adeus. – disseram os três irmãos em coro.
Assim os irmãos foram para o quarto conversar sobre a ideia da Raquel.
– Raquel, qual é a tua ideia? – perguntou Pedro com curiosidade.
– A minha ideia é: em vez de nos levantarmos às oito e meia, levantamo-nos às oito, Vestimo-nos, comemos e vamos ter com o dono do hotel. Depois perguntamos-lhe se o António Oliveira pode continuar ali instalado. E depois logo vemos o que vai acontecer. Gostam da minha ideia?  
– Sim, eu pelo menos acho uma bela ideia. – disse Pedro.
– Eu também. – concordou a Laura.
– Então hoje acordamos às oito, certo? – perguntou Pedro mexendo no telefone para ir mudar o alarme.
– Certo. E agora toca todos a dormir para amanhã termos força para acabar esta missão.
– Certo chefe. – disse Laura brincando com a sua irmã.
– És mesmo tontinha.
Passadas cerca de duas horas, o alarme do telefone do Pedro tocou.
– Pedro, desliga o telefone.
– Sim, é isso que estou a fazer.
Quando Pedro desligou o telefone, todos se levantaram, vestiram-se e foram comer.
– Bem, já acabei de comer. Enquanto vocês acabam de comer eu vou avisar a mãe e o pai que vamos falar com o dono do hotel.
E lá foi.
– Mãe, Pai, os manos e eu vamos ter com o dono do hotel, está bem?
– Está bem, mas, já tomaram o pequeno-almoço?
– Sim Mãe.
– Então está bem. Podem ir. Mas voltem antes do almoço e tomem conta da vossa irmã mais nova, ouviste?
– Obrigada Mãe! E vamos ter todo o cuidado. – disse Raquel dando um beijinho à Mãe.
Raquel foi ter com os irmãos e todos juntos foram falar com o diretor.
– Truz, truz, truz….– bateram à porta.
– Pode entrar! – disse o diretor.
– O que vos traz aqui?- perguntou.
– Viemos falar em nome de um amigo nosso, o António Oliveira. – disse Raquel.
Assim passaram cerca de vinte minutos a contarem toda aquela história ao diretor.
– E o que nós queríamos perguntar-lhe era se o António podia ficar instalado naquele minilaboratório. Por favoooooor? – pediu Raquel.
– Sim, acho que sim, também já nem me lembrava daquele sítio. Só há três pequenas coisas que ele tem de cumprir. Primeiro: não pode fazer barulho a partir das oito da noite até às oito da manhã. Segundo: tem de me pagar todos os meses cem euros. E terceiro: quero que ele consiga fazer o que ele sempre quis e que faça daquilo um museu de poções.
– Muito, muito obrigada, senhor diretor! Vai ser uma grande surpresa para o António. – disseram em coro os três irmãos.
– De nada. Mas vocês acham que ele vai conseguir cumprir aquelas três coisas?
– Claro que sim. Não se esqueça que o laboratório sempre foi o sonho dele. – relembrou Pedro.
– Mana, temos de ir. Já são oito e cinquenta! – disse Laura olhando para o relógio.
– Pois é! Adeus diretor.
– Onde vão? – Perguntou o diretor.
– Vamos ter com o António e contar-lhe as novidades.
– Então esperem um bocadinho para eu escrever o que ele tem de cumprir, para ele não se esquecer. E também porque eu quero ir com vocês.
Passados cinco minutos o diretor disse:
– Pronto, já está. Podemos ir.
Lá foram os irmãos de elevador com o dono do hotel, ter com o António.
– Peng…– fez o elevador quando chegou ao primeiro andar.
– Estou um bocado confusa. O chão parece sempre ser igual. – disse um bocado irritada a Raquel.
– Calma, já vai ver que o chão não é todo igual. – disse o diretor.
Enquanto falavam e falavam e ao mesmo tempo andavam, a Laura disse:
– Aqui o chão tem quatro rachas, ou seja, faz um quadrado, por isso faz sentido que seja aqui. Certo? – perguntou Laura.
– Tens toda a razão. É aqui! – afirmou o António abrindo o tampão.
– Entrem.
– Olá António. – saudaram todos.
– Eu sou o diretor do hotel. E sei o que se passou esta noite.
– Por favor não me tire daqui.
– Calma amigo, eu deixo-o ficar aqui com estas três condições. – disse o diretor dando-lhe o papel que tinha as três condições.
– Aceito tudo, principalmente a terceira. Mas quando é que posso construir o museu?
– Agora este sítio é seu. Começa quando quiser. – disse o diretor.
– Muito, muito obrigado a todos. – agradeceu o António.
– Eu não fiz nada, foi tudo graças as estes três meninos. Realmente sem vocês nunca teria sido possível. – disse o diretor dirigindo-se às crianças.
– Obrigado! - disse António mais uma vez.
– Agora tenho de me ir embora. Tenho outros assuntos para resolver. – Disse o diretor.
Adeus a todos!
Após o diretor se ter ido embora, o António guardou os papéis e as suas poções em duas grandes caixas.
– O que estás a fazer António? – perguntou Raquel assustadíssima.
– Estou a guardar as minhas poções e os papéis que o diretor me deu!
– Porquê? – perguntou Pedro.
– Porque vou fazer obras para transformar este espaço num museu.
– Ah, está bem. Mas pregaste-me um grande susto!
– Desculpa! E obrigado mais uma vez.
Os três irmãos contaram toda a aventura à sua família e, assim, já tinham provas se eles não acreditassem. Mas o melhor de tudo, é que, passado um mês, o António andava a distribuir convites para irem ao museu que agora se chamava “Museu do Inventor”. E começou a chamar-se assim porque afinal o António descobriu que não gostava só de inventar poções mas também outras coisas, como a porta que ia dar ao passado...
     Fim
Mónica Nunes do Espírito Santo
 3º/4º A

Prof. Dulce Ferreira


Matilde Reis do 7.º B foi a grande vencedora do 3.º Ciclo e delicionou-nos com um fantástico poema sobre os seus sonhos. A escrever assim, desejamos que esta participante nunca deixe de pôr por escrito todos os sonhos que povoam a sua fértil imaginação. Parabéns Matilde!



Os Meus Sonhos


Tive um sonho, outro dia,
Acordei toda assustada
Não é que o cão do vizinho
Queria dar-me uma dentada?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com muito frio
Estava num vale gelado
A nadar dentro de um rio.

Tive um sonho, outro dia,
Acordei muito admirada
Como é que as bruxas eram boas
E eu é que era a malvada?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com uma tontura
Era a mais baixa do mundo
Com dez metros e tal de altura?

Tive um sonho, outro dia,
Acordei com um calor
Pois alguém que eu não digo
Deu-me um beijo com amor.

Tive um sonho, nestes dias,
Com muito que contar
O que é que eu tenho na cabeça?
Em que é que ando a pensar?

Matilde Reis
7.º B

quinta-feira, 30 de março de 2017

POEMAS COM ARTE

No âmbito das comemorações da Quinzena da Leitura 2017 do AE D. Carlos I, os alunos do 6.º F e do 7.º G, a partir do que lhes foi sugerido pela observação dos quadros em exibição na exposição "SONHOS REPLICADOS", escreveram belíssimos poemas que seguem mais abaixo.

As suas produções foram apresentadas à comunidade educativa numa sessão realizada na Biblioteca Escolar no dia 30 de março e que se intitulou "POEMAS COM ARTE".

Na mesma sessão estiveram também presentes alguns Encarregados de Educação da turma F do 6.º ano, a quem desde já agradecemos a sua visita.





Gostaríamos ainda de destacar a participação da aluna Matilde Reis do 7.º B que colaborou voluntariamente nesta atividade.

BOTAS 

(A PAIR OF SHOES)DE VINCENT VAN GOGH


As minhas botas velhinhas
Sujas de lama e poeira
Lembram-me as noites passadas
Aquecida p´la fogueira.

As minhas botas velhinhas
De pisarem a floresta
Lembram-me as árvores esguias
Os animais e giesta.

As minhas botas velhinhas
As minhas joias mais belas
Lembram-me a minha alegria
A cantar à luz das velas.

As minhas botas velhinhas
Sinto nelas tantos cheiros
Lembram-me o tempo passado
No meu grupo de escuteiros.

As minhas botas velhinhas
Mas que bom que foi revê-las
Pois lembraram-me o meu lema:
Do sofá não se veem estrelas.

Matilde Reis / 7ºB / Nº27



Observem agora os magníficos poemas realizados por estes talentosos alunos.


POEMAS COM ARTE DO 6.º F: 






POEMAS COM ARTE DO 7.º G:

quarta-feira, 29 de março de 2017

MIGUEL BOIM APRESENTA “AS LENDAS DE SINTRA E OS RATOS DE BIBLIOTECA”

No âmbito das atividades da Quinzena da Leitura 2017 e com o objetivo de sensibilizar os alunos do 3.º Ciclo para a importância do património cultural de Sintra em contexto de Biblioteca Escolar, realizou-se no dia 29 março a sessão: As Lendas de Sintra e os Ratos de Biblioteca.

A sessão foi conduzida por Miguel Boim, autor do livro Sintra Lendária: Histórias e Lendas do Monte da Lua e mais conhecido pelo peseudónimo de O Caminheiro de Sintra.
 


Esta iniciativa decorreu no âmbito das atividades de animação e leitura propostas pela CMS e pretendeu contribuir plenamente para promover de forma eficaz o livro e a leitura junto das crianças e jovens sintrenses, bem como para os sensibilizar para o imaginário sintrense de que o nosso fascinante património cultural se reveste.

A atividade partiu da ideia que se tem de Biblioteca para as lendas e factos históricos com contornos lendários da vila e serra de Sintra, fazendo recurso a imagens de séculos passados. Estas imagens pretenderam também sensibilizar para a importância da preservação dos monumentos de Sintra e do seu Parque Natural.

Miguel Boim contou, com imenso interesse, contos e lendas que preenchem o imaginário Sintrense enfatizando conteúdos lecionados nas disciplinas de História e Português.

O encontro desdobrou-se em dois momentos distintos, tendo estado presentes na primeira sessão os alunos do 9.º C - PCA, 9.º E e 9.º G.; e na segunda sessão os alunos do 7.º A, 7.º C - PCA e 7.º E.

Todos os alunos escutaram com notório interesse estas histórias que sob a capa da lenda, fazem, no entanto, parte iniludível da História de Portugal. Este interesse é tanto ou mais acrescido pelo facto de as mesmas serem contadas por alguém que mais do que pesquisar a história, iniciou uma vivência pessoal e concreta da história.

Foram duas sessões hipnotizantes e só nos resta desejar que Miguel Boim regresse em breve à nossa Biblioteca escolar para nos encantar novamente com mais pedaços da história de Portugal passada em Sintra. 





sexta-feira, 24 de março de 2017

MARIA INÊS DE ALMEIDA NA BECRE D. CARLOS I

A escritora do mês de Março, Maria Inês de Almeida, foi a convidada de honra da Biblioteca Escolar D. Carlos I para as celebrações da sua Quinzena da Leitura 2017.


Jornalista de formação, Maria Inês deAlmeida tem dedicado a sua atividade profissional à escrita de livros infantojuvenis. Parte do seu tempo é também dedicado à dinamização do BLOG ONDE VAMOS HOJE? - http://ondevamoshoje.blogs.sapo.pt/ - destinado a apresentar propostas diárias de diversão e ocupação dos tempos livres para as crianças.

Maria Inês deAlmeida é já uma escritora galardoada, tendo recebido o Prémio Revelação do Clube de Jornalistas, em 2005.


Quando eu for… Grande, livro que fez as delícias dosalunos do Jardim de Infância do Agrupamento D. Carlos I, foi nomeado em 2011 como um dos três candidatos ao prémio do melhor livro infanto-juvenil da Sociedade Portuguesa de Autores e foi traduzido em 2013 para castelhano. Também vai ser publicado na China. 

Este mesmo livro, que integra o Plano Nacional de Leitura, juntamente com Sabes onde é que os teus pais se conheceram?  figuraram na lista "100 livros para o futuro" apresentada por Portugal como convidado de honra à Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha em 2012.

Em parceria com Joaquim Vieira, é coautora da colecção juvenil Duarte e Marta, que integram igualmente o Plano Nacional de Leitura, de que já foram publicados seis volumes. 
Publicou ainda Contos Pouco Políticos, recolhendo histórias para crianças escritas por políticos. Escreveu cinco biografias (de Amália Rodrigues, Almeida Garrett, Michael Jackson, Amélia Rey Colaço e Almada Negreiros).

A primeira sessão decorreu na Biblioteca escolar D. Carlos I e contou com a presença dos alunos da Salas 1 e 2 do JI da EB D. Carlos I. O resto da manhã do dia 24 de março marcou o encontro com os alunos do JI do Ral do AE D. Carlos I.



A bonita e talentosa escritora encantou a pequenada com quem fez jogos de palavras e conversou sobre os seus livros e o seu processo de escrita. 

José vai ao médico, porque trabalhado na Hora do Conto em contexto de Biblioteca Escolar, foi um dos favoritos mas também José vai à PraiaJosé Come a sopa.

Sabes que também podes ralhar com os teus pais? surpreendeu e divertiu e será mesmo de leitura obrigatório para os pais e educadores de hoje em dia.

No final destes encontros a escritora não teve mãos a medir com tantos pedidos de autógrafos e manifestações de carinho por parte dos nossos jovens leitores.

Também para os mais velhinhos do 2.º e 3.º Ciclo - e já disponíveis para requisição domiciliária-, recomendamos as fabulosas biografias A admirável aventura de Malala contada aos mais jovens e A admirável aventura de Mandela contada aos mais jovens e A Última Árvore, uma história sobre a amizade entre um velho senhor e uma árvore e o fascínio e descoberta do mundo por parte de um rapazinho a lembrar a melhor tradição de O Principezinho





quarta-feira, 22 de março de 2017

VENDAVAL DE POESIA NA EB D. CARLOSI

No âmbito das comemorações da Quinzena da Leitura 2017 e sob orientação da Professora Manuela Pereira, os alunos do 5.ºano ilustraram de forma criativa poemas por si escolhidos de entre os grandes poetas nacionais.

Os mesmos foram expostos na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I, onde ficarão patentes até ao final do mês de abril.

Não deixem de nos visitar e apreciar o talento dos nossos pequenos ilustradores!

terça-feira, 21 de março de 2017

FEIRA DO LIVRO 2017

A Equipa da Biblioteca Escolar e a Direção do Agrupamento D. Carlos I, Sintra, têm o prazer de convidar os Pais e Encarregados de educação dos alunos da EB D. Carlos I a visitar a 2.ª EDIÇÃO DA FEIRA DO LIVRO INFANTIL que decorrerá nos dias 22,23 e 24 de março de 2017 nas instalações do 1.º Ciclo da EB D. Carlos I. 

A iniciativa insere-se no âmbito das atividades da Quinzena da Leitura 2017 do AE D. Carlos I estará aberta a toda a Comunidade Educativa das 9.00h às 19.00h. 

A Feira do Livro é uma iniciativa que pretende promover o livro e a leitura junto das crianças e contará este ano com a presença da escritora Maria Inês de Almeida.





segunda-feira, 20 de março de 2017

EXPOSIÇÃO SOBRE A "A FADA ORIANA" NA BECRE D. CARLOS I

Da responsabilidade da Professora Cristina Pereira, esteve patente na BECRE D. Carlos I ao longo da Quinzena da Leitura  2017, a exposição "A FADA ORIANA". 

Com a ajuda dos respetivos Pais e Encarregados de Educação, os alunos do 5.º ano realizaram trabalhos que resultaram da leitura e análise da obra A Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Andresen.

A personagem principal do texto é uma fada do bem, Oriana, que foi incumbida de zelar pela floresta, pelos seus habitantes, animais e plantas… Ao fim de algum tempo, Oriana fica “amiga” de um peixe e, ao contemplar a própria imagem refletida no rio, encanta-se pela mesma. Iludida pelas palavras do peixe, a fada acaba por abandonar a floresta com graves consequências. Privada dos seus poderes como punição, Oriana vai para a cidade, iniciando uma viagem de reparação do mal que provocou…

Visitem-nos e deixem-se encantar pela história de uma fada e a sua jornada de autoconsciência.



domingo, 19 de março de 2017

CONCURSO DE DESENHO DA SEMANA DA LEITURA 2017: O CÓDIGO SECRETO

No âmbito das atividades da 11.ª Edição da Semana da Leitura, a BECRE D. Carlos I convida-te a participar neste concurso.

Para isso, e com base no texto vencedor do concurso de escrita criativa do Mês das Bibliotecas Escolares, entrega até ao final da Quinzena da Leitura, dia 31 de março de 2017, um desenho numa folha A4 ilustrado a teu gosto.

O vencedor será o aluno ou a aluna que apresentar o desenho mais original ou que estiver mais de acordo com o texto apresentado.




















CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA DA SEMANA DA LEITURA 2017. PARTICIPA JÁ!


domingo, 12 de março de 2017

11ª EDIÇÃO DA SEMANA DA LEITURA

[A 11ª edição da Semana da Leitura convida as escolas das redes pública e privada a celebrarem a leitura com iniciativas de leitura que traduzam ambientes plurais que motivem a participação das crianças e dos alunos em atividades de leitura livres e o envolvimento destes com as suas famílias, com outros jovens, com adultos das comunidades educativas e com a população em geral, ilustrando o conceito «O prazer de Ler».
Neste quadro, entre 27 e 31 de março de 2017, as escolas e os agrupamentos partilharão o gosto pela leitura e o prazer de ler, envolvendo as autarquias, as empresas, associações e outras instituições, de modo a transportar a leitura para o domínio público e coletivo e a contar com os contributos e  a participação de todos na celebração da leitura. 
Pretende-se dar voz e espaço aos leitores, presentes e futuros, na partilha contagiante do gosto e do prazer de ler, na exploração das sonoridades e da musicalidade das palavras e das frases, na descoberta da pluralidade de sentidos, pela dramatização de universos narrativos e poéticos de todos os tempos e contextos, evidenciando-se o prazer de Ler.]

Atendendo à quantidade de iniciativas previstas pelo nosso Agrupamento para as comemorações desta festa da leitura, celebraremos a Quinzena da Leitura do AE D. Carlos I de 20 a 31 de março de 2017. 

As surpresas serão muitas, por isso fiquem com um cheirinho do que vai acontecer através do nosso cartaz oficial da Quinzena da Leitura 2017 e do nosso mote: LER É UM PRAZER!.