O dia 12 de junho de 2015 foi a data escolhida para a EB D. Carlos I celebrar a sua festa de final de ano, o já habitual Arraial.
A BECRE aliou-se a esta celebração dinamizando uma Tenda de Histórias. Ao contrario de muitas barraquinhas onde se adquiriam peças de artesanato, produtos agrícolas, bolos caseiros e muitas outras iguarias, aqui tudo era de graça. "Quanto custa ouvir uma história? Nada?! Então quero ouvir duas se faz favor! E depois também posso fazer um desenho?"
O Arraial da D. Carlos I fechou com chave de ouro um ano de muito trabalho mas de muitas recompensas. Agora, resta-nos desejar a todos os nossos estimados leitores umas ótimas férias de verão com muitas e inesquecíveis leituras!
Dia cinco de junho, sexta-feira dourada, os alunos da EB1 da D. Carlos I receberam finalmente a tão aguardada visita da grande escritora Luísa Ducla Soares. Apesar de agora estar reformada, não encontra descanso, passando a maior parte dos seus dias nas escolas e nas bibliotecas escolares, e hoje, apesar de ser sexta-feira, dia de estar com os seus netos, não queria desapontar as crianças. A visita consistiu num périplo pelas salas de aula dos alunos do 1.º Ciclo da EB D. Carlos I e culminou numa longa sessão de autógrafos.
Na sala da Professora Paula Antunes os alunos presentearam-na com uma leitura encenada de A Menina Verde e com uma profusão de ilustrações sobre a história trabalhada.
Os alunos do 1.º e 2.º A juntamente com a Professora Susana Diniz, a partir do seu famoso livro Abecedário Maluco, criaram rimas divertidas com os seus nomes que depois ilustraram ao sabor da sua imaginação.
Os alunos da Professora Dulce Ferreira por sua vez, leram em voz alta a história de “A Fada Palavrinha”, uma história inventada por eles e que tinha por personagem principal uma menina que sonhava ser como a grande e talentosa Luísa Ducla Soares.
Depois desta história que a deixou visivelmente emocionada - “Gostei muito e fiquei muito comovida!”-, os alunos ofereceram-lhe um pequeno livrinho com a ilustração da história narrada. A escritora exclamou “Está uma maravilha. Lindo, lindo!”, aproveitou para contar-lhes a origem da história de A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas, e prometeu guardar a singela oferta com muito carinho no museu das coisas que lhe oferecem e que um dia talvez seja aberto ao público, para fazer companhia a uma Fada Palavrinha em açúcar que lhe ofereceram há muito tempo atrás e que se conserva admiravelmente até hoje.
Num segundo momento e acompanhados por instrumentos musicais - muitos deles feitos pelos próprios com a ajuda da Professora de Educação Musical-, os alunos recitaram poemas em verso sobre a proteção dos animais.
Depois deste momento musical que Luísa Ducla Soares considerou muito bonito, afirmando ter gostado das diversas estrofes e sobretudo do tema, já que é uma grande defensora dos direitos dos animais. Acrescentou ainda em tom de brincadeira que gosta tanto de animais que até podia viver no zoo, desde que não fosse numa jaula. Sendo este um tema muito querido à escritora, Luísa Ducla Soares relembrou aos mais pequenos que este planeta não é só dos homens, mas também dos animais. E das plantas! Acrescentou uma menina. Falou da extinção de muitos seres vivos e um aluno deu como exemplo o pássaro dodó – uma aprendizagem feita numa recente visita ao Oceanário de Lisboa. Luísa falou de golfinhos em vias de desaparecimento e relembrou com pena que já só existem cerca de trinta ursos panda no mundo inteiro. E também lembrou as crianças maltratadas, as crianças com fome, as crianças-soldado. “É tão triste assistir a animais maltratados. Seria tão bom que fôssemos amigos dos animais e das crianças! Exclamou por fim e com sentido pesar.
No decorrer de algumas perguntas Luísa Ducla Soares explicou que os escritores são pessoas como as outras, que fazem o que as outras fazem, também fazem compras em hipermercados, mas que escrevem e leem, leem muito!”.
À pergunta sobre o motivo pelo qual escrevia mais para crianças, Luísa respondeu com humor que era assim uma espécie de shampoo dois em um, escrevia para crianças porque gostava muito de escrever e gostava muito de crianças. E a sorrir explicou que gostar muito de ler foi o que a levou a ser escritora e também o querer fazer algo que interessasse os outros.
Na sala do Professor Luís Malveiro, esperava-a uma adaptação em verso da famosa história de Os Ovos Misteriosos. Luísa Ducla Soares gostou muito das ilustrações e do texto e gostou sobretudo pela forma como a história foi contada, tendo mesmo felicitado os alunos por terem dado entoação às frases como verdadeiros atores.
Também aqui falou um pouco de si e explicou que gosta muito das coisas com humor: “A boa disposição faz falta em tudo e ajuda a aprender”. E precisamente com muito humor respondeu que como era adulta também gostava de ler livros para os mais crescidos: Pessoa, Saramago, Gedeão, Eça de Queirós… Mas que obviamente também gosta de ler Sophia, Torrado, Mota, Pina, etc. Contou ainda que em pequena gostava muito de ler e por isso começou a escrever por volta dos dez anos... e que terá escrito cerca de trezentos livros, embora publicados só tenha aí uns cento e quarenta. Mas não foi só escritora, também foi jornalista , tradutora, professora de Inglês, e trabalhou trinta anos na Biblioteca Nacional que tem mais de três milhões de livros. “Ohhhhh… “ exclamaram os alunos!
Da parte da tarde e no auditório da D. Carlos I, Luísa Ducla Soares sentou-se entre os alunos do Jardim de Infância para assistir à leitura encenada de O Caranguejo Verde por parte dos alunos das Professoras Gracinda Bettencourt, Marta Rodrigues, Paula Francisco. Depois os alunos da Professora Paula Francisco recitaram ainda uma adaptação em verso do livro A Princesa da Chuva. Perante todos os presentes Luísa Ducla Soares elogiou o trabalho dos pequenos grandes atores e chamou-lhes poetas, deixando professoras e alunos cheios de orgulho.
No final de uma visita cheia de emoções, Luísa Ducla Soares não se escusou a assinar todos os autógrafos e desenhos que lhe iam pousando no colo e na mesa. Muitos quiseram autografar a sua mais recente aquisição - O Jantar dos Animais - e outros os muitos livros que trouxeram de casa. Meninos e meninas vieram ainda oferecer-lhe desenhos com muitos corações e beijinhos, retratos pueris da escritora com grandes olhos azuis e longos cabelos de oiro, e todos dedicados “à melhor escritora do mundo”!!!
A presença de Luísa Ducla Soares foi uma lição de simplicidade dada por uma grande senhora que continua a demonstar um genuíno prazer em estar com as crianças e em responder com sinceridade e infinita candura às suas muitas perguntas. Obrigada Luísa Ducla Soares por ser a Fada Palavrinha de tantas e tantas crianças e de neste dia ter feito a felicidade das nossas.
No dia 24 de Abril, Dia Mundial do Livro, a Professora Bibliotecária do Agrupamento D. Carlos I dinamizou duas sessões de promoção da leitura para as duas salas do JI, 1.º e 2.º anos da EB1 de Lourel.
As sessões visaram ainda animar a FEIRA do LIVRO organizada por esta escola.
No âmbito das comemorações da SEMANA DA LEITURA 2015, a BECRE D. CARLOS I recebeu a visita de Geronimo Stilton em carne e ... peluche!!!
Este herói da literatura infanto-juvenil, que dispensa apresentações e tem ajudado à criação de hábitos de leitura entre os mais jovens, foi recebido com verdadeira euforia por crianças que traziam nas mãos muitas cópias das suas excitantes aventuras.
A atividade de promoção do livro e da leitura dirigiu-se maioritariamente aos alunos do 1.º Ciclo - 2.º e 4.º A; 3.º A; 3.º B; e 4.º A - e consistiu na visita de um ator vestido com a mascote do Geronimo Stilton acompanhado por uma animadora da leitura que contou uma história aos alunos .
A narração da história foi feita com a ajuda destes fãs entusiasmados que conheciam ao detalhe todos os pormenores deste ilustre habitante da ilha de Ratázia, nomeadamente que o nome do protagonista deriva de uma marca de queijo Inglesa e que a verdadeira escritora dos livros de Geronimo Stilton se chama Elizabetta Dami.
Após a narração da história, o vencedor do prémio "Ratitzer" respondeu com imensa graça a todas as questões que os seus admiradores lhe quiseram colocar, conversou com cada um deles, e autografou os livros que trouxeram de casa.
Destaque-se um aluno do 3.º Ciclo que apareceu com uma mala cheia de livros para ser autografada por este curioso camundongo.
Todos os alunos receberam um saco com muitas surpresas relacionados com o simpático Stilton.
Com o apoio da Editora Presença, a BECRE recebeu também a oferta de vários livros para engrossar o seu fundo documental e ajudar a fazer face à procura dos livros deste ratinho que recebeu o Prémio Andersen em 2001 como personagem do ano, tendo um deles conquistado mesmo o prémio eBook Award 2002 como melhor livro eletónico infantojuvenil.
QUEM É GERONIMO STILTON?
Geronimo Stilton não é um ratinho comum. Habitante ilustre da ilha conhecida como Ratázia, o camundongo é formado em Ratologia da Literatura Rática e em Filosofia Arqueorrática Comparada. Há vinte anos que dirige o jornal mais famoso na Ilha Dos Ratos: O Diário dos Roedores, onde seus esforços lhe renderam o “Prémio Ratitzer” pelo furo jornalístico "O Mistério do Tesouro Desaparecido".
Geronimo Stilton é um rato medricas, com grande coração. Ele e a sua família, a irmã Tea, o sobrinho Benjamin, o primo/melhor amigo Esparrela, vão em grandes aventuras, pelo mundo dos ratos. Nos tempos livres, Stilton coleciona cascas antigas de Parmesão do século XVIII, joga golfe e, acima de tudo, adora contar histórias ao seu sobrinho preferido, Benjamim.
Em guisa de enaltecimento daquela que é, por excelência e etimologia, a "arte das musas" e a convite da Biblioteca Municipal de Sintra, os alunos do 3.º B da EB D. Carlos I, acompanhados pela professora Bibliotecária Sandra Pratas e pelas professoras Marta Rodrigues e Ana Silva, deslocaram-se ao Museu de Artes de Sintra a fim de assistirem a uma interpretação livre da história “Até amanhã, Amigo Sol” retirada do livro de
A Menina-Girassol deMaria Almira Medina.
A autora Maria Almira Medina, madrinha da Casa das Cenas - Educação pela Arte, que no seu percurso de mais de 65 anos, como pedagoga-professora, escritora e artista plástica, faz dela uma ilustre figura da cultura nacional.
A história foi contada por Jozé Sabugo, criativo-contador de histórias e dinamizador e produtor cultural. Ao som de pequenos trechos musicais - de destacar a magnífica interpretação de Gonçalo Carmo, musico-instrumentista internacional que recorreu à flauta, à guitarra, ao tambor e até à gaita-de-foles - os alunos puderam acompanhar a viagem da Menina-Girassol e de um velho foguetão duma certa vez em que foram à lua comprar pastilha elástica.
No final desta história alucinante os alunos puderam ainda realizar uma visita guiada pelo maravilhoso espaço do M.U.S.A. e contemplar algumas das exposições de pintura e de fotografia.
O Dia Mundial da Música foi instituído em 1975 pelo International Music Council, organização fundada pela UNESCO, com o objectivo de levar música de todo o tipo a todo o tipo de pessoas, dentro dos ideais de paz e respeito fomentados pelo braço da ONU. Todos os anos, a 1 de Outubro, a festa acontece!
Sofia Sofia Grilo Batista do 7.º B foi a vencedora do concurso "Li, vi e aconselho!" do mês de setembro de 2014. Esta aluna escolheu sugerir o filme Brave - Indomável. Vejam porquê:
O filme Brave-Indomável é um filme de aventura, comédia e tem uma moral bastante importante para alguém que queira tentar prever o futuro ou tentar descobrir o seu destino. Para já consigo dizer, bem é mais escrever, o professor ideal que está na Biblioteca disponível para todos.
Se virem o filme não se esqueçam que nem sempre temos tudo o que queremos e por vezes fazemos coisas más para as obter, mas na realidade temos coisas mais importantes na vida que são a família e os amigos (não são só os colegas de turma mas também os professores e auxiliares que por muitas vezes que ralhem, ajudam-nos!). E foi esta a principal moral que eu aprendi com este filme.
Se quiserem saber como é que esta moral nos ajuda a prever ou a ver o destino, vejam o filme e desvendem esse mistério!
Pedro Farias, aluno do 9.º ano, tem alma de linguista e conhece bem a história das civilizações orientais. Vejam aqui a sua opinião sobre a importância da aprendizagem de uma língua estrangeira.
A importância das Línguas Estrangeiras
A capacidade de criação e uso de dialetos é algo único da raça humana e este pequeno texto terá como objetivo demonstrar o que está escrito no título.
Eu penso que aprendizagem de línguas é algo importante pois nestes dias quem sabe se teremos de ir para o estrangeiro.
O inglês é especialmente importante pois é uma linguagem universal. De todas as línguas que vou falar e referir, esta é OBRIGATÓRIA porque sem Inglês temo dizer-vos que veem comprometido o vosso futuro. Na minha turma só seis pessoas, incluindo eu, em vinte e oito, é que já conseguem falar Inglês fluentemente, e isto ao fim de sete anos de aprendizagem, enquanto os que falam fluentemente já o conseguiam no quarto ano de aprendizagem (aprendizagem da língua, não o ano de escolaridade).
O Francês é uma língua que na minha opinião é de semi importância, mas não nego a sua aprendizagem e o mesmo se passa com o Alemão. Destas línguas, pelo menos têm de pelo menos saber Inglês.
Sendo uma pessoa que gosta de línguas, sei palavras e frases de muitas mais em Grego - antigo e moderno-, Arménio, Russo; Magiar (Húngaro), Babilónio, Púnico, Hebreu e Persa antigo; e sei também escrever com o alfabeto grego.
Vou agora mostrar palavras de várias línguas: Húngaro/magiar: “Magyarorzag” – Hungria
Púnico/Cartaginês: “Poeni” – Cidadão
Babilónio: “Bakhab” – Rei/Imperador
“Qurbute” – Carruagem
“Pethal” – Cavalo
Arménio: “Հայաստան”/”Hayastan” – Arménia
“հսկա”/Haig – Gigante
Persa antigo/Parse: Sparabara – Portador de escudo
A comemoração do Ano Europeu das Línguas foi uma iniciativa que partiu da União Europeia e do Conselho da Europa em 2001. Desde então o dia 26 de Setembro é consagrado às línguas europeias. Os objetivos desta celebração são muito claros: sensibilizar o público para o plurilinguismo na Europa, cultivar a diversidade cultural e linguística e incentivar as pessoas a aprenderem línguas, dentro e fora do contexto escolar.
A União Europeia, de que Portugal faz parte, possui um imenso património linguístico: 23 línguas oficiais e mais de 60 línguas regionais ou minoritárias, além das línguas faladas pelas pessoas de outros países e continentes que vivem na Europa. Na Biblioteca do Agrupamento D. Carlos I decidimos aliarmo-nos a essa celebração, até pelo facto de termos como alunos crianças que nasceram em outros países ou são descendentes de cidadãos de outras nacionalidades que não a Portuguesa. Para isso convidámos estes alunos a escreverem, se possível com a ajuda dos Encarregados de Educação, a seguinte frase:
“Eu gosto de Ler!".
Para além da vertente pedagógica que a atividade encerrou - a consciência precoce da diversidade linguística, a familiarização com conceitos tais como fronteiras, naturalidade, nacionalidade, emigração e imigração, entre outros -, a mesma procurou subliminarmente contribuir para a aceitação do outro e o desenvolvimento de sentimentos de tolerância entre povos e culturas em redor de um bem precioso que não conhece fronteiras geográficas ou linguísticas: a leitura! De facto, nunca será demais comemorar a diversidade linguística e fomentar a aprendizagem das línguas, sobretudo porque as línguas são um dos fundamentos da construção europeia. De igual modo, numa sociedade tão globalizada como aquela em que vivemos, o domínio de línguas estrangeiras pressupõe mais possibilidades de encontrar um emprego e por conseguinte melhores condições de vida.
No dia em que foram expostas as fotografias dos nossos amiguinhos da Biblioteca, ouviram-se imediatamente risinhos e exclamações de surpresa. Também houve narizes torcidos. Uma aluna debruçada sobre a língua Russa observou perplexa o complexo alfabeto cirílico. Um outro aluno ficou admirado com a perícia de Sun na grafia Chinesa.
Maxim Caraman, 11 anos . Nasceu na
Moldávia, na capital que se chama Cisnau. Veio viver para Portugal em bebé. Em
casa fala Moldavo com os Pais e na escola Português.
Ksenía Smirnova, nasceu
em São Petersburgo na Rússia. Está em Portugal há 9 meses. Ainda não fala
Português fluentemente e muitas vezes recorre ao Inglês.
Walter e Wesley Reis são irmãos e
nasceram em Cabo Verde. Ambos sabem falar crioulo. Estão em Portugal há um ano.
A Melissa, a Clara e a
Eliana também nasceram em Cabo Verde. A Clara está em Portugal há pouco mais de
três anos. Em casa fala crioulo com os Pais. Na escola já fala bem Português.
Sun Jiange anda no 5.º ano de
escolaridade. Fala Mandarim e só um pouquinho de Português. Sabe escrever os difíceis caracteres Chineses.
Erika Ariel nasceu em S. Tomé e
Príncipe. Frequenta o 5.º ano de escolaridade. Sempre falou só Português.
Ruilsa Uteio nasceu na Guiné.
Frequenta o 9.º ano de escolaridade. Nunca aprendeu a falar crioulo. Veio para
Portugal aos dois anos.
António Sousa nasceu no Brasil e
frequenta o 7.º ano de escolaridade. Fala Português do Brasil ou Português açucarado.
Abigail Tavares nasceu em Moçambique mas viveu sete anos na África do Sul onde aprendeu Inglês, um pouco de Afrikaans e até umas palavrinhas de Zulu!
Está em Portugal há três meses mas já fala bem Português.
Nos dias 26 e 29 de setembro de 2014, esteve ainda a passar na Biblioteca o documentário
“In Languages we live - voices of the
world”
[Quando os homens começaram a viver juntos e tiveram palavras,
desenvolveram uma nova consciência.
Quase toda a nossa consciência é um fluxo de pensamento em forma de
palavras…]
A lição do dia 26 de Setembro é muito clara. Apesar de dispormos de muitas línguas, falamos a uma só voz!